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Binance

Mapa de falhas e interrupções no serviço Binance

O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço Binance relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço Binance e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo

Carregando mapa, por favor aguarde...

O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.

Usuários da Binance afetados:

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Mais
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A Binance é uma bolsa de criptomoedas chinesa que se encontra atualmente entre as 20 maiores bolsas do mundo em volume. Os maiores volumes de operação da bolsa provêm de pares como NEO/BTC, GAS/BTC, ETH/BTC e BNB/BTC.

Locais mais afetados

Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:

Localização Reclamações
Porto Alegre, RS 1
Angers, Pays de la Loire 1
Itu, SP 1
Seattle, WA 1
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Discussão da comunidade

Dicas? Frustrações? Compartilhe aqui o que você está pensando. Não se esqueça de incluir a descrição do problema e a sua cidade e código postal.

Cuidado com "números de suporte" ou contas de "recuperação" que podem ser postadas abaixo. Certifique-se de denunciar e votar contra esses comentários. Evite postar suas informações pessoais.

Reclamações sobre problemas no serviço Binance

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • Edson_Gir
    Edson Girelli (@Edson_Gir) relatou um problema

    @CachorroNervoso Nada é mais barato do que bitcoin no Nubank para quem for cliente ultravioleta, em segundo lugar vem a Binance

  • canaldofm
    FM (@canaldofm) relatou um problema

    @donardei eu uso a binance, então não tem problema nenhum

  • bitnadaoficial
    Felipe Escudero (@bitnadaoficial) relatou um problema

    @bitnadaoficial Rastreei os 1.923 bitcoins h4ck3ados da Coldcard e achei saldos de Bitcoin com origem no mínimo peculiar. O hack esvaziou carteiras de cripto e mandou tudo pra 4 endereços. Minha ferramenta de rastreio identifica cada satoshi que entrou nessas wallets. A maior carteira do h4ck3r tem 562 bitcoins, uns 38 milhões de dólares parados. Ele ainda não mexeu. Mas quando fui rastrear a origem de cada satoshi, apareceu um retrato de quem eram as vítimas. 7.600 dólares vieram de sites de 4p0sta5 e ca33in0 online. 12 mil de coisa errada nos 'cafundó' da internet. 1,6 milhão passou por m1x3r5 antes de parar na Coldcard. Tem cliente brasileiro nesse bolo. 394 mil dólares vieram da antiga BitcoinTrade. 58 mil dólares da BIPA. 12 mil da Mercado Bitcoin. O que mais me chateou: 678 mil dólares hackeados foram minerados pelas próprias vítimas. O cara minerou o Bitcoin mais limpo que existe, direto da coinbase do bloco, sem intermediário, jogou na Coldcard, e o hacker levou. Outros 16 milhões em BTC oriundos de corretoras como Coinbase, Binance, Kraken, KuCoin. E tudo que ele fizer daqui pra frente, eu rastreio. E conto pra vc, combinado? Se quiser mais pílulas sobre Bitcoin, criptomoedas e descentralização, já segue @bitnadaoficial #Bitcoin #bitcoinbrasil #Cripto

  • elpidiocneto
    Elpídio Neto (@elpidiocneto) relatou um problema

    Hyperliquid ainda é 10% do volume da Binance. Mas a Binance não era nada em 2017. A diferença: Hyperliquid cresce sem precisar de permissão regulatória, sem VC retirando liquidez, sem país bloqueando acesso. Você está assistindo ao vivo o que pode ser o maior exchange do mundo sendo construído.

  • ogmadureira
    Madureira (@ogmadureira) relatou um problema

    @caueconomy @binance @BinanceBrasil o acesso era o produto o tempo todo

  • epatube
    Voepa Bitcoin (@epatube) relatou um problema

    @EmersonAlvesIn1 O problema desse mercado sao essas surpresas, do nada até uma binance da vida pode fazer algo do tipo

  • RivasBlockchain
    Rivas Blockchain (@RivasBlockchain) relatou um problema

    Licença virou fronteira Binance avisou usuários da UE que deixaria de oferecer alguns serviços após não garantir licença MiCA. Leitura central: Regulação não precisa banir exchange; basta transformar licença em fronteira de acesso. Preço e manchete. Mecanismo e poder. #Bitcoin #Cripto #RivasBlockchain

  • 0xFonta
    Fonta (@0xFonta) relatou um problema

    EP07 - COMO COLOCAR DINHEIRO NA WEB3 PELA PRIMEIRA VEZ 🧵📚 Depois de aprender sobre blockchain, wallets, segurança e redes, existe uma pergunta que praticamente todo iniciante faz: "Como eu pego o dinheiro que está na minha conta bancária e coloco dentro da Web3?" Curiosamente, esse processo é muito mais simples do que parece. Na prática, você só precisa entender uma ideia: hoje, a Web2 e a Web3 ainda não conversam diretamente. O dinheiro que está na sua conta do Nubank, Itaú ou qualquer outro banco não consegue simplesmente aparecer dentro da blockchain. Entre esses dois mundos existe uma ponte, e essa ponte normalmente é uma exchange. Se você nunca utilizou uma, pense nela como uma porta de entrada para a Web3. É através dela que a maioria das pessoas compra suas primeiras criptomoedas e faz a transição do sistema financeiro tradicional para um sistema financeiro global baseado em blockchain. Na prática, o fluxo costuma ser muito simples: Banco → Exchange → Wallet → Protocolos Web3 É exatamente esse caminho que praticamente todo iniciante percorre. O primeiro passo normalmente é enviar dinheiro para uma exchange através de um PIX. Hoje plataformas como Binance, Coinbase, Bybit, Mercado Bitcoin e outras permitem depósitos em moeda fiduciária de forma bastante simples. Depois que o saldo entra na plataforma, você pode comprar ativos como USDC, USDT, SOL, ETH ou BTC, dependendo do objetivo que pretende seguir dentro da Web3. Existe também uma segunda alternativa bastante utilizada: o mercado P2P. P2P significa *peer-to-peer*, ou seja, uma negociação feita diretamente entre duas pessoas. Em vez de comprar seus ativos da própria exchange, você compra de outro usuário que deseja vender. Esse modelo foi muito importante para o crescimento do mercado de criptomoedas e continua sendo amplamente utilizado em diversos países, principalmente onde o acesso às exchanges é mais limitado. Apesar de funcionar muito bem quando realizado em plataformas confiáveis, ele exige um pouco mais de atenção para quem ainda está começando. Outra forma de entrar na Web3 são os chamados on-ramps, empresas especializadas em transformar dinheiro tradicional em ativos digitais sem que você precise passar por uma exchange. Serviços como MoonPay, Transak e Banxa permitem comprar criptomoedas diretamente utilizando cartão de crédito ou outros meios de pagamento compatíveis. A experiência costuma ser bastante simples para iniciantes, embora as taxas normalmente sejam mais altas quando comparadas às exchanges. Independentemente do caminho escolhido, o objetivo continua sendo o mesmo: transformar dinheiro da Web2 em ativos que possam circular dentro da Web3. Bom, depois de comprar seus ativos, ela simplesmente os deixa parados dentro da exchange. Tecnicamente, você já possui criptomoedas, mas ainda não começou a utilizar a Web3. Lembra do episódio anterior, quando falamos sobre autocustódia? É agora que aquele conceito começa a fazer sentido. Enquanto seus ativos permanecem na exchange, boa parte da experiência continua sendo muito parecida com a de um banco tradicional. É quando você transfere esses ativos para uma wallet *** seu próprio controle que a Web3 realmente começa. Em vez de transferir um valor alto logo de início, trataria essa primeira movimentação como parte do meu aprendizado. Quando alguém entra na faculdade, compra um curso ou tira uma certificação, ninguém espera recuperar aquele dinheiro no mês seguinte. Existe um entendimento muito claro de que aquele valor foi utilizado para adquirir conhecimento. Na Web3 deveria ser exatamente igual. Seu primeiro depósito não deveria ser tratado como capital de investimento. Ele deveria ser tratado como capital de aprendizado. Imagine alguém que separou R$100 para começar. Esses R$100 dificilmente mudarão sua vida financeiramente, mas podem mudar completamente sua forma de enxergar esse mercado. É com esse valor que você vai aprender a sacar de uma exchange, conferir se escolheu a rede correta antes de enviar um ativo, conectar uma wallet a um protocolo, visualizar uma transação em um explorador de blocos e, inevitavelmente, cometer pequenos erros quando o custo desses erros ainda é baixo. No começo, seu maior retorno não será financeiro. Será operacional, porque depois que você entende como o dinheiro entra na Web3, como ele circula entre protocolos e como ele retorna para o sistema tradicional quando necessário, todo o restante passa a ser uma questão de aprofundar conhecimento. Fica como lição: faça sua primeira movimentação utilizando um valor pequeno e percorra todo o caminho pelo menos uma vez: banco, exchange/p2p, wallet e protocolo. No próximo episódio vamos começar a explorar uma das partes mais interessantes desse ecossistema: como fazer esse capital gerar rendimento através de staking, lending e pools de liquidez. 👋🏻

  • fluidvoice
    Brad (@fluidvoice) relatou um problema

    @b2pixorg @b2pixorg quando suporte para $STX? * Depósitos e saques em corretoras mais facil/rápido/barato/privado * Adiciona um novo canal p gastar em reais (PIX) para milhões brasileiros da Binance e MercadoBitcoin. * Potencial exposição do @stacks e do $STX a esses milhões de usuários

  • mesbah47
    Mesbah (@mesbah47) relatou um problema

    @EscolaCripto O problema é que essa analise vale pro mercado global, mas aqui no Brasil o prêmio do Foxbit está em 1.03% acima do Binance USD, então talvez o movimento local esteja mais relacionado ao Real do que à estrutura global.

  • zcashbrazil
    Zcash Brasil (@zcashbrazil) relatou um problema

    A Verdade Sobre o Bug da Zcash: Transparência, Inteligência Artificial e o Futuro da Criptografia A verdadeira história por trás da recente vulnerabilidade encontrada na Zcash é um exemplo fascinante de transparência e do novo paradigma que a Inteligência Artificial traz para a segurança de software. Há muita confusão no mercado sobre o que realmente aconteceu, mas o ponto central é este: não houve um ataque externo. O bug foi descoberto internamente por um pesquisador da própria equipe da Zcash, com o auxílio de IA (o modelo Claude 4.8). Assim que a falha foi identificada, o time a corrigiu e a expôs ao público com 100% de transparência. A Ironia, a Desconfiança e o Risco Real A grande ironia é que a mesma equipe que introduziu o problema foi a que o resolveu. No entanto, o fato de um erro de implementação ter passado despercebido por quatro anos, sobrevivendo a dezenas de auditorias de especialistas humanos, gerou uma dúvida natural no mercado: alguém explorou isso e imprimiu dinheiro infinito durante esse período? R: A lógica mostra que isso é altamente improvável. Se o bug tivesse sido explorado, a consequência direta seria o esvaziamento da shielded pool (fundo blindado). Quem falsificasse ZEC shielded precisaria vender rapidamente antes que o erro fosse descoberto. Como o mercado de ZEC e a descoberta de preços ocorrem quase inteiramente na rede transparente (em corretoras como Binance e Coinbase), o atacante seria obrigado a "desblindar" (unshield) essas moedas. Como a camada transparente da Zcash é totalmente visível, é trivial garantir que o limite máximo de moedas (max supply) nunca seja ultrapassado. Você não pode "desblindar" mais moedas do que o limite da rede sem ser barrado. Portanto, se você possui ZEC em corretoras ou faz trade na camada transparente, este bug não teve nenhum efeito sobre você. O risco recaía puramente sobre os detentores da camada shielded. A Solução: A "Catraca" e a Prova de Integridade. Serão Para eliminar qualquer sombra de dúvida, a Zcash trará uma verificação definitiva na sua próxima atualização de rede. Serão implementados um novo turnstile (uma "catraca" de verificação) e uma shielded pool totalmente nova. Pense nisso como fazer uma contagem de alunos no final de uma excursão escolar antes do ônibus partir: é a garantia matemática de que nenhuma "criança extra" entrou escondida. Essa contagem responderá ao mundo de forma definitiva se houve ou não "mintagem" indevida nesses quatro anos. NOTA: Confirmando-se que não houve inflação, tudo volta à normalidade com a confiança restaurada. A Era da IA e a Verificação Formal. Neste momento, a Inteligência Artificial está trazendo à tona vulnerabilidades em todos os softwares do mundo, navegadores, sistemas operacionais e blockchains não são exceção. Estamos passando por uma "adolescência" tecnológica desconfortável, onde todas as falhas estão sendo expostas *** uma lupa. Porém, a mesma IA que encontrou essa falha também entregará a solução para toda essa categoria de problemas: a verificação formal. A Zcash está liderando esse caminho, colocando a verificação formal de seus circuitos no centro do seu roteiro de desenvolvimento. Com softwares criptográficos formalmente verificados, bugs de "impressão de dinheiro" tornam-se impossíveis por concepção estrutural. O futuro pertence a softwares de missão crítica blindados contra falhas humanas. Dinheiro criptografado com correção matemática provável não é apenas seguro, é imparável.

  • oraphael89
    Tio Rapha (@oraphael89) relatou um problema

    Ah, a Binance, aquele parque de diversões criptoeconômico onde todo mundo é um gênio financeiro... até que o mercado dê uma reviravolta digna de novela mexicana e todos voltem correndo para suas cédulas amassadas debaixo do colchão. É fascinante como o pessoal adora jogar seu precioso dinheiro no cassino digital e depois se espantar quando a roleta não para onde eles querem. Mas, claro, investidores de criptomoedas são todos visionários, não é mesmo? Eles entendem tudo sobre volatilidade, liquidez e... espera aí, não seriam esses os nome dos cavalos da corrida de ontem? A Binance está para as criptomoedas assim como Las Vegas está para os casamentos rápidos: você entra cheio de esperança e pode sair de lá quebrado ou de mãos dadas com algo que não faz ideia de como gerenciar. E agora, as constantes investigações regulatorias são só um pequeno detalhe, porque, afinal de contas, quem precisa de regras quando se tem a liberdade de perder tudo por um passe de mágica digital? Sem falar na segurança cibernética, que é tão sólida quanto uma conexão de internet discada em 1998. Mas não se preocupem; está tudo *** controle — pelo menos era o que aquele quiosque de churros na esquina também dizia. Então, vamos brindar à volatilidade, à especulação e a todas as criptomoedas emergentes que prometem ser o próximo Bitcoin. Afinal, sonhar não custa nada, mas investir com falta de informação pode custar um rim — ou talvez dois. E que tal um NFT da Mona Lisa chorando de rir enquanto queima na blockchain? É de ironia assim que a gente vive. Saúde!

  • bitnadaoficial
    Felipe Escudero (@bitnadaoficial) relatou um problema

    @bitnadaoficial Golpe de phishing em criptomoeda tirou 5 milhões de dólares de investidores e a hacker ainda zombava das vítimas. Tiffany Milanovic montou esquema de engenharia social que combinava site falso com ligação pra rapar cripto de quem tinha investimento e nem sabia que caiu no golpe. Phishing é simples e velho. O golpista clona um site idêntico ao original, tipo a Binance. Você coloca usuário, senha e 2FA. Dá erro. Na mesma hora, o hacker entra na tua conta real e limpa tudo. Funciona com banco, e-mail e até nas suas redes sociais. O que torna esse caso diferente é a segunda etapa. Ela atuava como "caller", a pessoa que liga pra vítima se passando por suporte de corretora ou carteira. A maioria desconfia, mas basta dois ou três emocionados caírem e o lucro é absurdo. Ela documentava cada golpe como troféu. Fotos, vídeos, ostentação. O caçador ZachXBT investigava John Leake, golpista que levou 46 milhões e já foi preso. Ela foi no Telegram e Discord tirando o cara preso. Vazaram tudo dela em retaliação. O material que o ZachXBT puxou passa de 5 milhões. Inclui 1,2 milhão se passando pelo suporte da carteira Trezor e 500 mil fingindo ser do suporte da corretora Coinbase. Ela mesma produziu as provas contra ela. Se alguém te liga pedindo SEEDs e senhas, é treta. Melhor ignorar. Se quiser mais pílulas sobre Bitcoin, criptomoedas e descentralização, já segue @bitnadaoficial #Bitcoin #bitcoinbrasil #Cripto

  • BinanceBrasil
    Binance Brasil (@BinanceBrasil) relatou um problema

    ⭐ Salva isso: a Binance nunca promete ganhos, nunca chama por DM e nunca pede acesso.

  • castorsom
    Comentarista (@castorsom) relatou um problema

    Vou dar uma dica para todos que pagam o verificado. Vocês tem acesso com isto à maior ferramenta do mundo moderno chamada grok. Tudo que você não sabe é só perguntar. Eu até aprendi a fazer arroz e feijão com ele... Não percam a chance. Aula de idiomas e etc. Até minha carteira de Crypto na Binance ele me ajuda. #FiksADika

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