Mapa de falhas e interrupções no serviço Amazon
O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço Amazon relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço Amazon e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo
O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.
Usuários da Amazon afetados:
A Amazon (Amazon.com) é a maior varejista online do mundo e um provedor de serviços em nuvem proeminente. A empresa começou como um mercado online de livros, mas expandiu seus negócios para comercializar uma ampla variedade de bens de consumo e mídia digital, além de seus próprios dispositivos eletrônicos.
Locais mais afetados
Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:
| Localização | Reclamações |
|---|---|
| London, England | 4 |
| La Coucourde, Auvergne-Rhône-Alpes | 1 |
| Berlin, Berlin | 2 |
| Paris, Île-de-France | 14 |
| Lügde, NRW | 1 |
| San Francisco, CA | 1 |
| Llucmajor, Balearic Islands | 1 |
| Barcelona, Catalonia | 3 |
| Ash Grove, MO | 1 |
| Madrid, Madrid | 4 |
| Castellterçol, Catalonia | 1 |
| Alicante, Valencia | 2 |
| Saint-Herblain, Pays de la Loire | 1 |
| Narón, Galicia | 1 |
| Vienna, Vienna | 1 |
| Tres Cantos, Madrid | 1 |
| Salisbury, MD | 1 |
| Amsterdam, nh | 1 |
| Moorpark, CA | 1 |
| Zaragoza, Aragon | 1 |
| Corminboeuf, FR | 1 |
| Armentières, Hauts-de-France | 1 |
| Sainte-Agathe-des-Monts, QC | 1 |
| Waldbröl, NRW | 1 |
| Victorville, CA | 1 |
| Louisville, KY | 1 |
| Bohain-en-Vermandois, Hauts-de-France | 1 |
| Owosso, MI | 1 |
| Washington, PA | 1 |
| Reynosa, TAM | 1 |
Discussão da comunidade
Dicas? Frustrações? Compartilhe aqui o que você está pensando. Não se esqueça de incluir a descrição do problema e a sua cidade e código postal.
Cuidado com "números de suporte" ou contas de "recuperação" que podem ser postadas abaixo. Certifique-se de denunciar e votar contra esses comentários. Evite postar suas informações pessoais.
Reclamações sobre problemas no serviço Amazon
Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:
-
Truecaller (@Samuelsworld) relatou um problema🤡💩 Aos anjos do apocalipse que agora viraram papagaio de manchete das Casas Bahias, empresas do Varejo Americano quebraram por crise no Brasil tb? “Lista de grandes empresas de varejo e department stores dos EUA que quebraram ou fizeram reestruturação massiva (Chapter 11 ou liquidação) desde 2019: • JCPenney: Pico de valor de mercado ~US$ 18–21 bilhões (fim dos anos 1990/início 2000s; ainda ~US$ 8 bilhões em 2011). Caiu mais de 99% (market cap próximo de zero na falência; vendida por ~US$ 800 milhões a Simon Property e Brookfield). Chapter 11 em 15 de maio de 2020; saiu no fim de 2020 *** novos donos (mall operators), com centenas de lojas fechadas. • Neiman Marcus: Empresa privada (pós-LBO); dívida ~US$ 5 bilhões no auge do problema. Eliminou mais de US$ 4 bilhões de dívida na reestruturação (queda efetiva de valor para equity quase total para antigos donos). Chapter 11 em maio de 2020; saiu em setembro de 2020. • Lord & Taylor: Dívida ~US$ 138 milhões; ativos/passivos estimados US$ 100–500 milhões. Liquidação completa (queda de 100% das operações físicas). Chapter 11 em 2 de agosto de 2020; todas as 38 lojas fechadas. • Barneys New York: Ícone de luxo de NY; liquidação total das lojas restantes. Chapter 11 em agosto de 2019. • Bed Bath & Beyond: Pico de valor de mercado apagou dezenas de bilhões ao longo dos anos (só até 2018 já havia destruído ~US$ 15 bilhões); market cap colapsou quase 100% antes da falência (dívida ~US$ 5,2 bilhões vs. ativos menores). Chapter 11 em 23 de abril de 2023; liquidação total de ~360 lojas + Buy Buy Baby. • Forever 21: Pico de receita >US$ 4 bilhões/ano; vendida por ~US$ 81 milhões na primeira saída de falência. Segunda rodada com ~US$ 1,58 bilhão de dívida e perdas >US$ 400 milhões em 3 anos (queda massiva de valor operacional). Chapter 11 em setembro de 2019 e novamente em março de 2025 (liquidação de todas as ~350 lojas nos EUA). Reuters. • Saks Global (Saks Fifth Avenue + Neiman Marcus + Bergdorf Goodman): Ativos/passivos estimados US$ 1–10 bilhões; dívida financiada ~US$ 3,4 bilhões no filing (pós-aquisição de Neiman por ~US$ 2,7 bilhões). Reduziu ~75% da dívida na saída. Chapter 11 em janeiro de 2026; saiu em junho de 2026 com menos lojas e novo nome (Exemplar Luxury Group). • Big Lots: Pico de market cap ~US$ 1 bilhão+ (por volta de 2019/2020); receita pico ~US$ 6 bilhões. Dívida ~US$ 556 milhões no filing. Chapter 11 em 9 de setembro de 2024; parte das lojas salva por compradores, restante liquidada. Outras relevantes no varejo grande (não estritamente department stores, mas de escala nacional): Pier 1 Imports (2020, liquidação total), J.Crew (maio 2020), Brooks Brothers (julho 2020), Express (2024) e Rite Aid (múltiplas, incluindo 2023/2025). Macy’s não faliu — apenas fechou dezenas de lojas em reestruturação contínua (“Bold New Chapter”). Sears foi 2018 (fora do período). Conclusão: O colapso não foi “só a pandemia” — foi a execução brutal de um modelo já morto. Concorrência esmagadora do e-commerce (Amazon e similares roubaram tráfego e margem), invasão chinesa de fast-fashion ultra-barata (Shein, Temu e de minimis) que matou marcas intermediárias, inflação + juros altos pós-2021 que destruíram o poder de compra da classe média e baixa (o público-alvo clássico dessas redes), dívidas tóxicas de LBOs de private equity, má gestão crônica (estoque errado, lojas caras em malls mortos) e mudança estrutural do consumidor para valor + digital. Quem não se adaptou rápido e com disciplina financeira simplesmente sumiu.“
-
emrys (@dudahosslerr) relatou um problemaessa coisa de não poder dar 3 estrelas para um livro que, msm vc gostando, sabe que merece 3 estrelas é ridícula, "ah, mas abaixa a nota geral do livro", isso não é problema dos leitores sabe? e ninguém realmente liga para a nota amazon
-
CJ Carvalho - The good, the bad and us no Wattpad (@CJ_Carvalho_223) relatou um problemaNenhum, porque a Amazon não funciona no meu país
-
Valerie (@itsvalerieguido) relatou um problemaAnos que compro na Amazon e nunca tive problemas com entregas, mas agora parece que tão querendo tirar onda c a minha cara
-
Rodrigo de Alencar (@GalvaoAlencar) relatou um problema@hoje_no Como atacar a Wildberries prejudica Putin? Uma teoria impressionante sobre por que o maior marketplace online da Rússia está *** massivo ataque de drones ucranianos. Tatyana Kim provavelmente se arrepende de ela e seu ex-marido Vladislav Bakalchuk não terem conseguido chegar a um compromisso sobre a Wildberries, a resposta russa ao Amazon de Jeff Bezos, quando ainda tinham chance no verão de 2024. O que começou como uma disputa conjugal rapidamente degenerou em uma troca de ameaças no estilo máfia, acusações públicas e revelações. O ***órcio corporativo deles, no entanto, não terminou no tribunal. Kim recorreu ao Kremlin em busca de proteção, enquanto Bakalchuk buscou o apoio do homem forte da Chechênia, Ramzan Kadyrov. No final, a aposta dela valeu a pena. Ela manteve o controle do marketplace bilionário após uma fusão intermediada pelo Kremlin com uma grande empresa de publicidade outdoor ligada ao bilionário russo Suleiman Kerimov. Hoje, depois que drones ucranianos atingiram repetidamente instalações da Wildberries em várias regiões russas, surge uma pergunta inquietante: o que transformou um negócio online em um alvo militar? Por que a Wildberries? Contexto completo do tema (com base em reportagens abertas) Como o artigo original está bloqueado, aqui vai um resumo claro e atualizado do que se discute sobre os ataques ucranianos à Wildberries e por que isso afeta o regime de Putin: Por que a Ucrânia está atacando a Wildberries? A Wildberries é o maior marketplace da Rússia (equivalente ao Amazon), responsável por cerca de 47–50% de todo o e-commerce russo e com um faturamento anual em torno de US$ 78–79 bilhões (quase 3% do PIB russo). A Ucrânia justifica os ataques alegando que os armazéns da empresa: Armazenam e distribuem componentes de drones, equipamentos de navegação, coletes à prova de balas, rádios, óculos térmicos e outros itens de uso dual (civil/militar). São usados por voluntários pró-guerra e unidades militares russas para comprar material via crowdfunding. Fazem parte do sistema de importações paralelas que ajuda a Rússia a contornar sanções. Como isso prejudica Putin e a Rússia? Impacto econômico e social Destruição de estoques de dezenas de milhares de pequenos e médios vendedores (estimativas de perdas de US$ 1,9 a 3 bilhões só nos primeiros ataques). Atrasos nas entregas, aumento de preços e insatisfação da população civil. A Wildberries concentra a logística de forma muito centralizada — quando um grande hub é atingido, o sistema inteiro sofre. Pressão sobre o sistema financeiro A empresa tem dívidas significativas com bancos estatais russos (como o VTB). Problemas graves nela podem gerar pressão sobre o sistema bancário. Há relatos de que a dona (Tatyana Kim) já teria buscado apoio do Kremlin para um possível bailout. Quebra do “pacto” implícito de Putin Muitos analistas apontam que o objetivo estratégico é fazer a população russa sentir a guerra no dia a dia. O pacto tácito era: “não proteste e a guerra não vai afetar sua vida confortável”. Os ataques à Wildberries quebram essa ilusão. Ligação com o poder A fusão da Wildberries com a empresa de publicidade Russ (ligada a Suleiman Kerimov) foi aprovada pessoalmente por Putin e intermediada por figuras do Kremlin (incluindo Sergei Kiriyenko). Há suspeitas de que pessoas próximas ao poder tenham participação acionária ou se beneficiem financeiramente da empresa. Resumo da tese principal Atacar a Wildberries não é só sobre cortar suprimentos militares. É uma forma de: Atingir a logística civil e militar ao mesmo tempo; Prejudicar milhares de pequenos empresários russos; Gerar descontentamento interno; Pressionar financeiramente estruturas próximas ao Kremlin.
-
natthy 📖 (@booktrouxa) relatou um problema@heroisdecondao @divulganacional amg, isso é um problema da amazon, ano passado foi a mesma coisa
-
olucasconrado.com.br (@oblogdolucas) relatou um problema@AmazonHelp E não dá pra falar com a Amazon pelo telefone. O negócio lá de vocês ligarem não funciona e o telefone que vocês dão não existe. E não vou iniciar o chat. Não quero ler outro paquistanês inventar uma mentira pra explicar por que vocês não entregam
-
Elvis (@elvisnsep) relatou um problemaA @amazonbrasil é um verdadeiro lixo perto da sua matriz @amazon . O cliente fica à ver navios caso haja problemas com entregas. Comprei um presente pra minha filha dia 11 com prazo de entrega pro dia 12. Até agora a única informação é “seu pedido está atrasado” - poxa muito obrigado - e a opção que eu tenho é aguardar sei lá quanto tempo mais, ou cancelar o pedido, sem nenhum detalhe do problema.
-
brenda 📚 (@thisforselenag) relatou um problemaDepois de 8 meses com meu kindle dando problema de toque fantasma a Amazon FINALMENTE liberou um voucher
-
derbyy (@derbycuradstt) relatou um problema@FGuadanhin97728 @libtoussaint Compactação? Tá trabalhando na Amazon mano? Acho q você tá pensando em outra palavra. O erro torna seu comentário sem sentido, desculpa aí. Nem sei o que dizer.
-
Marcelo (@advogadomarcelo) relatou um problema@Jakelyneloiola_ Esse vagabundo fdp nunca deve ter comprado nada nas casa Bahia, certamente compra na Amazon, mas o problema é esse, ele quer que o pobre , que compra nas Casas Bahia , continue se fudendo e pagando mais caro nas Casas Bahia enquanto ele compra na Amazon e fode o Brasil
-
❀ Tali Almeida | Escrevendo VDAUMR (@taliterando) relatou um problema@lldelima Já sabíamos sobre a taxa de entrega na publicação normal. O problema é nao ter sido claro dentro do evento sobre a taxa de entrega, sendo que a Amazon incentivou os autores a deixarem os livros com promoções extremamente abaixo do mercado, onde eles ficaram com todo o lucro
-
Caixeiro do e-commerce. (@caixeiroonline) relatou um problemaLá em meados de 21/22 , cadastrei a loja no Marketplace das Casas Bahia e Ponto . Peguei login e tals, enviei uns documentos , tudo ok e se não me engano estava com o login no mesmo dia. A partir daí , parei aí. Tentava cadastrar produto e dava erro, manualmente , por Excel ou insert, precisava cadastrar , abrir um ticket e em 2 dias arrumavam o erro. Arrumado o erro, o produto não refletia no site , ticket aqui , ticket dali , ng sabia resolver. Produtos bobos, nada que precisasse de autorizações ou homologações, não subia e ng sabia o motivo. Nisso passaram 2-3 semanas , já éramos platinum no Meli há tempos, Amazon FBA bombando e eu só insistia nas Casas Bahia pq não tinha quase concorrente. Só depois percebi , lendo fóruns e grupos que o motivo de ter pouca concorrência era que ninguém conseguia cadastrar naquela bodega kkkk
-
Mao (@Maao54) relatou um problema@taliba_1012 @Alerson07 @NewsLiberdade A gente consegue perfeitamente ver a diferença de uma Amazon, Mercado Livre, Havan.. para essas que você citou. O problema aí é claramente gestão, essas lojas pararam no tempo. O Brasil atualmente está impraticável, tenho conhecido dono de restaurante e está insustentável o custo
-
Books_for_all (@books_forall) relatou um problema@Dwury1 @KARINEJSSIki9 @divulganacional Pode ser que o título que vc está querendo comprar não esteja disponível na loja da Amazon Brasil. Ou é algum erro do sistema mesmo