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Mapa de falhas e interrupções no serviço Amazon

O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço Amazon relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço Amazon e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo

Carregando mapa, por favor aguarde...

O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.

Usuários da Amazon afetados:

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A Amazon (Amazon.com) é a maior varejista online do mundo e um provedor de serviços em nuvem proeminente. A empresa começou como um mercado online de livros, mas expandiu seus negócios para comercializar uma ampla variedade de bens de consumo e mídia digital, além de seus próprios dispositivos eletrônicos.

Locais mais afetados

Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:

Localização Reclamações
Fareham, England 1
Isles of Scilly, England 1
Pierre-Bénite, Auvergne-Rhône-Alpes 1
Purley, England 1
Paris, Île-de-France 16
Township of Evan, KS 15
Hammersmith, England 2
Halle (Saale), Saxony-Anhalt 1
North Port, FL 1
Miami, FL 4
Filer, ID 1
Belvidere, IL 1
Templeuve, Hauts-de-France 1
Minneapolis, MN 2
Apex, NC 1
Milwaukee, WI 2
Las Vegas, NV 4
Pune, MH 3
Longview, WA 1
Ashburn, VA 7
Millsboro, DE 1
Vancouver, BC 3
Milford, OH 1
Township of Bradley, AR 1
Rogers, AR 1
Xalapa de Enríquez, VER 3
Ione, CA 1
Newark, NJ 3
West Springfield, MA 2
Westerville, OH 1
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Discussão da comunidade

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Reclamações sobre problemas no serviço Amazon

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • ipadasher
    ipadasher (@ipadasher) relatou um problema

    *A Caixa de Sapatos que Vai Enterrar o Transistor (e Deixar a China Para Trás)* A Lei de Moore está morrendo. O transistor está morrendo. E a batalha pelo poder computacional do século vinte e um não será travada em Taipei, nem em Xangai, nem em Seul. Será travada numa câmara de metal na Bélgica, a uma temperatura que não existe em nenhum lugar natural do universo. Isso já está acontecendo. E quase ninguém percebeu ainda. Por cinquenta anos, a indústria de semicondutores teve uma única resposta para qualquer problema: encolha o transistor. Essa resposta funcionou tão bem que o mundo inteiro construiu sua civilização em cima dela. Cidades, economias, exércitos e sistemas financeiros, tudo dependendo de uma lei empírica e da promessa renovada a cada dois anos de que haveria mais poder computacional por menos dinheiro. Essa promessa chegou ao fim. A física não negocia. Os transistores modernos têm apenas alguns átomos de espessura. Não há mais muito espaço para onde mais encolher. E enquanto isso acontecia de forma silenciosa nos laboratórios, o mundo da inteligência artificial passou a exigir poder computacional numa escala que tornaria qualquer engenheiro das gerações anteriores literalmente incrédulo. O que vem agora não é uma melhoria incremental. É uma ruptura de paradigma. E ela vai redesenhar o mapa do poder global com uma precisão que nenhuma sanção comercial ou guerra tarifária conseguiria alcançar. *1. O Verdadeiro Custo da Inteligência Artificial* As pessoas imaginam que o custo da IA é pago em algoritmos e dados. Estão erradas. O custo real é pago em energia. Em calor. Em física elementar. Os maiores data centers de IA do mundo hoje precisam de usinas nucleares dedicadas exclusivamente para mantê-los funcionando. Não estou usando metáfora. Empresas como Microsoft, Google e Amazon estão literalmente negociando contratos com operadoras de usinas nucleares para garantir eletricidade suficiente para seus servidores. Por quê? Porque quando bilhões de sinais elétricos percorrem fios microscópicos de metal, os elétrons colidem contra átomos. Essa resistência gera calor. Em escala de data center, esse calor é monstruoso. A maior parte da energia consumida por um servidor moderno não serve para "pensar". Serve para resfriar o que foi aquecido pelo processo de pensar. A computação moderna é uma batalha é**** e permanente contra o calor. E estamos perdendo. Isso era tolerável quando a IA servia para responder perguntas em chatbots. Não é mais tolerável agora que a IA agêntica, aquela que age de forma autônoma, que busca dados, raciocina, toma decisões e aciona ferramentas em loops contínuos, passou a exigir que a informação se mova incessantemente, a velocidades cada vez maiores. O modelo atual de computação vai quebrar. A questão não é se. É quando. *2. A Morte do Transistor* A solução não é resfriar melhor o inferno. É eliminar o calor na origem. Certos materiais, quando resfriados abaixo de uma temperatura crítica, entram num estado onde a eletricidade flui com resistência zero (Niobio 🇧🇷). Nenhuma colisão. Nenhum atrito. Nenhum calor gerado. Esse fenômeno chama-se supercondutividade, e é conhecido pela física há mais de um século. O que mudou agora é que engenheiros descobriram como usá-lo para substituir o transistor. O transistor foi assassinado. Seu substituto tem um nome elegante: Junção Josephson. A estrutura é de uma simplicidade desconcertante. Dois materiais supercondutores separados por uma camada finíssima de material isolante, fina como alguns átomos. Em vez de sinais elétricos volumosos e energeticamente custosos, essa junção emite pulsos magnéticos minúsculos e precisos chamados Single Flux Quantum. Os números dessa substituição são difíceis de processar intuitivamente. Um transistor moderno opera com cerca de 500 milivolts. A Junção Josephson opera com 1 milivolt. Os processadores modernos lutam para sustentar 5 GHz. Os circuitos supercondutores já ultrapassaram 100 GHz. Mais rápido. Usando uma fração ínfima da energia. Gerando calor próximo de zero. *3. O Golpe de Mestre: Não é Computação Quântica* Aqui está o detalhe que separa essa tecnologia de tudo que você já ouviu sobre o futuro da computação. Ela usa efeitos da mecânica quântica. Ela exige temperaturas extremas. Mas não é computação quântica. Ela opera com bits clássicos. Zeros e uns. Sem superposição, sem emaranhamento, sem os problemas monumentais de correção de erros que tornam os computadores quânticos praticamente inúteis para aplicações gerais ainda por muitos anos. Isso significa uma coisa de importância civilizacional: cinquenta anos de software continuam funcionando. Nenhuma reescrita. Nenhuma reconversão de algoritmos. Nenhum período de transição traumático para a indústria global de software. Você pega o hardware existente de um data center, troca pelo hardware supercondutor e o mesmo software roda, apenas num chip que é ordens de grandeza mais rápido e eficiente. Esse é o golpe de mestre. É uma revolução que o mundo pode adotar sem precisar esquecer o que sabe. *4. O Paradoxo do Gelo* Há um custo. Seria ingênuo imaginar que não há. Para funcionar, o sistema precisa ser mantido a 4 Kelvin. Menos 269 graus Celsius. Alguns graus acima do zero absoluto, o ponto mais frio fisicamente possível no universo. Isso exige um equipamento chamado criostato, uma câmara de resfriamento ultra-precisa que, para o senso comum, torna toda a proposta aparentemente absurda. Você precisa de uma geladeira científica gigante para fazer seu computador funcionar? Mas aqui a matemática desfaz a intuição. Na escala dos data centers de IA atuais, a energia consumida pelo resfriamento de um sistema supercondutor é uma fração minúscula da energia que esse sistema economiza ao processar sem calor. A conta fecha com sobra. Fecha com sobra tão absurda que abre uma possibilidade hoje simplesmente impossível com transistores convencionais. Empilhamento tridimensional. Hoje, se você empilhar processadores convencionais um sobre o outro, eles fritam. O calor gerado por cada camada destrói as camadas adjacentes. Isso impõe uma limitação física brutal ao design de chips. Com supercondutores, o calor gerado é próximo de zero. Você pode empilhar placa sobre placa indefinidamente. A IMEC, o principal laboratório de pesquisa de semicondutores da Europa, sediado na Bélgica, modelou esse futuro com precisão. Um sistema de cem placas empilhadas. Dimensão total: uma caixa de sapatos. Esse objeto entregaria 20 Exaflops de poder computacional. Vinte vezes mais do que o maior supercomputador existente no mundo hoje. Consumindo 500 kilowatts, contra as centenas de megawatts que as fazendas de servidores atuais devoram. Uma melhoria de cem vezes na eficiência energética. Numa caixa de sapatos. Ainda estamos na fase de construção dos componentes fundamentais e da validação desses modelos. Mas o caminho técnico já está aberto. *5. A Bandeira Belga e as Patentes Americanas* Seria tentador ler o protagonismo da IMEC como uma vitória europeia numa batalha até agora travada exclusivamente entre americanos e chineses. Seria um erro. A IMEC opera em Leuven, na Bélgica. Mas suas descobertas fundamentais sobre a Junção Josephson, os processos que tornaram essa tecnologia industrialmente viável, repousam sobre uma estrutura densa de patentes americanas. A bandeira é belga. A soberania intelectual é americana. Isso não é um detalhe técnico. É a arquitetura do poder. O que os Estados Unidos construíram ao longo das últimas décadas não foi apenas superioridade manufatureira. Foi uma teia de propriedade intelectual tão abrangente que mesmo quando o trabalho científico acontece em outro continente, o controle permanece em Washington e em Silicon Valley. A IMEC pode estar em Bruxelas. Mas qualquer empresa que queira licenciar esses processos, qualquer fábrica que queira adotar essa tecnologia em escala industrial, terá de negociar com o aparato de patentes americano. Para a China, isso fecha a última porta que parecia estar entreaberta. A estratégia chinesa de décadas foi clara: copiar, engenharia reversa, absorver. Funcionou razoavelmente bem com transistores convencionais, onde os processos tinham décadas de existência e as brechas eram exploráveis. Não funcionará aqui. A supercondutividade clássica está sendo patenteada no momento em que é inventada, com uma velocidade que a China não consegue acompanhar e dentro de uma jurisdição que ela não controla. Pior: a China construiu sua ambição em semicondutores sobre um modelo de escala manufatureira. Tem centenas de milhares de engenheiros treinados para fabricar transistores em volume. Tem muito menos cientistas capazes de trabalhar na fronteira da física de materiais supercondutores. A escala industrial que Pequim levou décadas para construir torna-se um ativo irrelevante num jogo onde o que importa não é quantidade de fábricas, mas domínio de física fundamental. O bloqueio americano de semicondutores sempre foi apresentado como uma medida defensiva e temporária. Pode ser que seja, na verdade, uma cortina de fumaça atrás da qual o verdadeiro movimento estratégico estava acontecendo silenciosamente: garantir que o próximo paradigma completo da computação nascesse dentro do perímetro da propriedade intelectual americana, antes que a China percebesse que o jogo havia mudado. *6. O Fracasso Mais Valioso da História* Há uma ironia que merece atenção. A computação quântica foi anunciada há décadas como a revolução definitiva. Bilhões foram investidos. Empresas foram fundadas. Governos financiaram programas inteiros. E o resultado prático, até hoje, é modesto. Computadores quânticos existem, funcionam em condições extremamente controladas, e resolvem alguns problemas específicos com elegância. Mas a revolução comercial prometida ainda não chegou. Esse aparente fracasso pode ser o investimento mais importante que a civilização humana já fez. Porque computadores quânticos exigem os mesmos supercondutores. Os mesmos materiais. O mesmo ambiente de temperatura extrema. As mesmas técnicas de fabricação em escala. Ao construir a infraestrutura industrial para a computação quântica, empresas como a IBM, que está investindo bilhões em fábricas específicas em Nova York, estão construindo sem perceber exatamente a capacidade manufatureira que a lógica supercondutora clássica precisará para existir em escala global. A computação quântica pode não entregar o futuro que prometeu. Mas ela está construindo a fábrica onde o futuro real será produzido. É o maior acidente construtivo da história da tecnologia. *7. O Que Está em Jogo de Verdade* A inteligência artificial não é um produto. É infraestrutura. É o que a eletricidade foi no século vinte: quem controlar a geração controla a economia, a indústria e o poder militar. Um supercomputador de 20 Exaflops numa caixa de sapatos não é um gadget. É uma arma. É capacidade logística. É ruptura estratégica. Mas a dimensão mais perturbadora dessa tecnologia não é o poder bruto. É a mobilidade. Os data centers atuais são alvos. São estruturas gigantescas, visíveis em imagens de satélite, que exigem infraestrutura elétrica pesada e comunicações fixas. Num conflito de alta intensidade, são vulnerabilidades antes de serem ativos. Uma potência adversária sabe exatamente onde bombardear para cegar a IA militar inimiga. Uma caixa de sapatos com 20 Exaflops pode estar num navio. Pode estar num bunker subterrâneo. Pode estar num veículo em movimento. Pode ser replicada, distribuída, ocultada. A descentralização do poder computacional é simultaneamente a descentralização da resiliência estratégica. Os impérios do século vinte foram construídos sobre petróleo, aço e controle de rotas marítimas. Os impérios do século vinte e um serão construídos sobre quem consegue processar mais informação, com mais velocidade, consumindo menos energia, onde for necessário, quando for necessário, sem que ninguém saiba onde isso está acontecendo. Estamos na aurora desse novo mapa. Ele está sendo desenhado numa câmara de metal na Bélgica, com patentes americanas, a quatro graus acima do zero absoluto. O limite já não é o tamanho do transistor. O limite é o quão fundo os Estados Unidos estão dispostos a ir. E quão tarde a China percebeu que estava jogando o jogo errado.

  • Semnick616
    nouser (@Semnick616) relatou um problema

    @bruno_ppg @shopee_br Ultimamente eu tô comprando só no mercado livre justamente por conta disso Tive problema com Amazon, terabyte e etc Mercado livre até agora não tive problemas

  • danillocmn
    Danillo Medeiros (@danillocmn) relatou um problema

    O serviço de entregas pela @TotalExpressbr pra cidade de Ponta Porã/MS é terrível. TODAS as vezes que comprei pela Amazon que apareceu "saiu para entrega" chegou dia seguinte. Nunca entendi isso. Não teve uma vez sequer que saiu pra entrega e chegou no mesmo dia. 👎🏻

  • marcelomarsh
    Marcelo Marsh (@marcelomarsh) relatou um problema

    @victorgriggio @amazonbrasil Obrigado, Victor. Eu não tinha acessado este caminho porque meu problema era com um produto que eu ainda estava comprando. Mas, cá entre nós, se a forma da Amazon disponibilizar atendimento humano para quem quer fazer informações p/ uma compra é essa, está longe de ser bom hein.

  • becoHQs
    Beco Mangás & Livros 🤓 (@becoHQs) relatou um problema

    Eu vou falar isso na esperança de alguém ou até a Amazon ver isso e me ajudar porque não sei o que fazer. Ontem a Amazon zerou toda minha comissão do relatório, até de assinaturas que fizeram pelo link. Sem motivos, não teve produtos devolvidos, não teve explicações. Já mandei email pra eles mas a resposta foi a mais generica nada compreensível possível. Algo que foi provavelmente um erro do sistema deles. Preciso que alguém, até eles , vejam isso e me oriente porque envier email pra eles não ta ajudando, eles mandam respostas prontas só e parece que nem estão lendo o qe aconteceu.

  • sindelbella
    sindel (@sindelbella) relatou um problema

    Amazon é péssima no atendimento, horrível em tudo. Não sei pq continuo comprando

  • aahleks
    Alex dos X-men (@aahleks) relatou um problema

    @enzalutamid Amg sim ta terrível ate a Amazon q era bem rápida agora ta demorando uma vida 💀💀💀

  • kittiebinnie
    𝒁𝒂𝒓𝒊 🤎 (@kittiebinnie) relatou um problema

    Eu sempre comprei na Amazon e nunca tive problemas mas comprei um carregador e simplesmente deu como entreguei e eu nao recebi

  • thivalente
    Thiago Valente (@thivalente) relatou um problema

    @bielvaquer @sitef5 @folha Não me pareceu que o problema foi pelo deboche com a repórter, ele seguiu comentando e deixando críticas à empresa no ar. E depois qd fala sobre o podcast da NBa e Amazon.. clima não devia tá nada legal.

  • gabbonani
    gabriel bonani (@gabbonani) relatou um problema

    @AmazonHelp Olá, já verifiquei essa página e mesmo assim não ajudou o meu problema. Quero saber quando terei meu reembolso, pois não encontrei nenhuma previsão ou abertura de chamado de reembolso para acompanhar.

  • l30gsa
    Leo Yde (@l30gsa) relatou um problema

    Nota horrível, eles realmente tem algum problema com a Alana e acham q estão com a razão, sinceramente espero q a Amazon procure rescindir o contrato dos 2

  • PrincessLavC
    Lavínia 📖: unifica-me (@PrincessLavC) relatou um problema

    @harlequinbrasil @amazon Então por favor se verem esse tweet deem rt para ganhar engajamento e se alguém passou pelo mesmo pode me contar o que fez pro problema ser resolvido

  • namjimple
    rosa agreste 🦁 (@namjimple) relatou um problema

    lendo isso quando me entregaram meu pedido hoje bem bonitinho e no prazo 🌚 nunca tive problemas com shopee amazon e mercado livre só tive problemas com a aliexpress e a transportadora dos correios

  • HouseOfBobos
    Henriwue tem medo de vetores (@HouseOfBobos) relatou um problema

    Vi um vídeo de um cara trabalhando na amazon e ele contou sobre a experiência de ficar oncall (a qualquer momento do dia poderiam ligar pra ele resolver algum problema urgente) durante 1 semana. Pensei constantemente nessa imagem.

  • GbrlCastro__
    Gabriel Castro (@GbrlCastro__) relatou um problema

    @jaum_vithor @sunwde O problema são as pessoas que não entendem que a Amazon funciona... Ela tem um modelo um pouco diferente da maioria dos streamings, pq além do catálogo próprio igual os demais, ela agrega outros streamings e tbm funciona como uma locadora... isso gera confusão em alguns

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