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Amazon

Mapa de falhas e interrupções no serviço Amazon

O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço Amazon relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço Amazon e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo

Carregando mapa, por favor aguarde...

O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.

Usuários da Amazon afetados:

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A Amazon (Amazon.com) é a maior varejista online do mundo e um provedor de serviços em nuvem proeminente. A empresa começou como um mercado online de livros, mas expandiu seus negócios para comercializar uma ampla variedade de bens de consumo e mídia digital, além de seus próprios dispositivos eletrônicos.

Locais mais afetados

Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:

Localização Reclamações
Lügde, NRW 1
Paris, Île-de-France 13
San Francisco, CA 1
Llucmajor, Balearic Islands 1
Barcelona, Catalonia 3
Ash Grove, MO 1
Madrid, Madrid 4
Castellterçol, Catalonia 1
Alicante, Valencia 2
Saint-Herblain, Pays de la Loire 1
Narón, Galicia 1
Vienna, Vienna 1
Tres Cantos, Madrid 1
Salisbury, MD 1
Amsterdam, nh 1
Moorpark, CA 1
Zaragoza, Aragon 1
Corminboeuf, FR 1
Armentières, Hauts-de-France 1
Sainte-Agathe-des-Monts, QC 1
Waldbröl, NRW 1
Victorville, CA 1
Louisville, KY 1
Bohain-en-Vermandois, Hauts-de-France 1
Owosso, MI 1
Washington, PA 1
Reynosa, TAM 1
Marquette, MI 2
Boston, MA 1
Bordeaux, Nouvelle-Aquitaine 1
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Discussão da comunidade

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Reclamações sobre problemas no serviço Amazon

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • lucasmartinsbrl
    Lucas Martins, CEA (@lucasmartinsbrl) relatou um problema

    Estamos no maior ciclo de investimentos da história do mundo. Os EUA estão dando all-in em inteligência artificial. O medo não é mais sobre o valor investido; o medo agora é de interrupção. A máquina não tem mais sequer o direito de parar. Os números confirmam a escala sem precedentes. Os quatro grandes hyperscalers (Amazon, Microsoft, Google e Meta) já despejaram mais de US$ 1,1 trilhão em capex desde o início do boom da IA, em 2023, até meados de 2026. Só em 2026, as projeções de gastos de capital desses gigantes (e Oracle) giram em torno de US$ 700–800 bilhões, com estimativas que apontam para mais de US$ 1 trilhão em 2027. O Goldman Sachs calcula que o investimento global em IA deve ultrapassar US$ 1 trilhão em 2026, sendo cerca de US$ 581 bilhões apenas nos Estados Unidos equivalente a quase 2% do PIB americano e uma fatia relevante do investimento fixo empresarial. Wall Street entrou de cabeça. O Bank of America anunciou em agosto de 2026 a “Critical Infrastructure Finance Initiative”, com meta de mobilizar e financiar US$ 250 bilhões até julho de 2027 (período de 18 meses a partir de janeiro de 2026). O foco é exatamente a infraestrutura crítica da IA: data centers, computação, chips, energia (renovável e convencional), armazenamento, transmissão, minerais críticos e transporte. Dias antes, o Morgan Stanley falou em facilitar cerca de US$ 1,5 trilhão na próxima década para tecnologia e infraestrutura. Há ainda estruturas bilionárias em andamento, como a de cerca de US$ 500 bilhões envolvendo Nvidia e grandes gestoras (Apollo, BlackRock, Goldman Sachs e outras) para financiar chips, energia e data centers. O ponto crítico é que “a máquina não pode parar” é a energia e a continuidade operacional. A demanda de data centers de IA está pressionando as redes elétricas a níveis históricos. Operadores como o PJM (a maior rede interconectada dos EUA) já falam em possíveis cortes de carga para novos grandes consumidores (incluindo data centers de IA) em cenários de emergência a partir de 2027, se eles não trouxerem geração própria. Há relatos de desconexões abruptas de gigawatts de carga de data centers durante distúrbios na rede, risco de blackouts em cascata e atrasos generalizados em projetos por falta de conexão à rede (filas de interconexão que demoram anos). Gartner e outros já projetavam que cerca de 40% dos data centers de IA poderiam ficar limitados por energia até 2027. O free cash flow de vários hyperscalers já encolheu ou ficou negativo em alguns trimestres justamente porque o capex disparou mais rápido que a geração de caixa operacional. Mesmo assim, os compromissos de longo prazo (leases de data centers, contratos de chips, backlogs de nuvem) continuam sendo assinados em centenas de bilhões por trimestre. A lógica é clara: quem parar ou desacelerar perde a corrida pela capacidade de computação, e a demanda (pelo menos até agora) continua maior que a oferta. Em resumo, o capital está fluindo em escala histórica, os bancos estão estruturando o financiamento da infraestrutura física e energética, e o gargalo real deixou de ser “quanto vai ser investido” para se tornar “o que acontece se a energia, a rede ou a cadeia de suprimentos interromperem a máquina”. Nesse ciclo, parar não é mais uma opção tática, é uma ameaça existencial à posição competitiva, apostar contra IA se tornou apostar contra os EUA.

  • mplf15
    Marcos (@mplf15) relatou um problema

    @FSZ_1983 @cckeleti Meli é falso ou roubado ou sonegado ou inferior ao anunciado ou pirata ou fake. Devolução não funciona. Amazon.

  • Chixyart
    @CXTM COMMS OPEN!! (8/10) (@Chixyart) relatou um problema

    Paguei 120$ pra fazer devolução no erro que a própria Amazon / correios fez. Sinceramente, cansada 😒

  • A_Voz_Publica
    A Voz Publica (@A_Voz_Publica) relatou um problema

    Antes da pandemia, eu já comprava até roupa online. A região em que moro dificulta o consumo no comércio local por causa dos preços muito elevados. Durante a pandemia, isso virou rotina absoluta, e ir a lojas físicas ficou muito mais raro. Os comentários, vídeos, avaliações e a riqueza de detalhes dos itens facilitaram demais a vida. O problema é que os itens encareceram de forma absurda durante a pandemia, muito acima do que deveria, e ainda tivemos o desastre da gestão do BolsoGuedes. Essa diferença foi parar direto no bolso dos empresários, que aumentaram suas “margens de lucro”. E, por pura ganância do capitalismo e pela própria lógica do sistema, eles não vão baixar esses preços sem tensão. Só farão isso se forem forçados, exatamente pelo “livre mercado” que tanto amam. Já vimos que carros e eletrônicos estão assim, mas o peso é ainda mais cruel na alimentação e no vestuário. Isso pressiona a inflação e a Selic, criando um ciclo vicioso que só será quebrado com as ações que o governo Lula já tem feito e com os projetos que o Haddad já deixou engatilhados. Além disso, a atual equipe da Fazenda é muito boa. É uma questão de continuidade. Quanto às Casas Bahia, que também enfrenta problemas graves de administração e de gastos jurídicos pelas denúncias que estão rolando, ela sempre foi um local em que se pagava caro para vender a modalidade do carnê. O sistema financeiro nacional deu um salto imenso nos últimos anos. Guedes fez um “libera geral” sem controle de bets (que hoje interferem pesado no consumo) e fintechs, o que mexeu no ecossistema regulado e deixou várias empresas operando à margem de regras, tornando a concorrência desleal — as ironias do capitalismo que eu amo! A Casas Bahia não andou, não se adequou, e agora está pagando o preço por ter um sistema jurássico e nem um pouco confiável de vendas online. Shein, Shopee, Mercado Livre e outras se mexeram e abocanharam boa parte do mercado (até a Amazon dormiu no ponto por aqui). O fato é que a pandemia forçou um salto tecnológico rápido, e o público não só teve que se adequar, como gostou disso. E quando a lei dos cartões de alimentação e refeição do Lula pegar de vez, passando a ser aceitos em toda maquininha com taxas mais atrativas, os supermercados tradicionais que se cuidem. As gigantes online, como o Mercado Livre, não terão pudor nenhum em quebrar os mercados que ainda não se mexeram para ter um sistema decente de compras na internet. Hoje, o serviço de mercado do iFood é péssimo, e os aplicativos próprios das redes são sofríveis — as falhas na entrega e na variedade de produtos são o principal problema deles. A tecnologia está aí. Se nada acontecer (como um pulso eletromagnético que destrua tudo), esse foguete não dará ré. Os preços cairão, como os dos carros (vão cair mais ainda), e muitos desses empresários não sobreviverão no caminho porque a ganância do capitalismo fez o empresariado inteiro embolsar a deflação como “margem de lucro”.

  • Maki_Kira21
    MaKi 💜 (@Maki_Kira21) relatou um problema

    Acho super válido os autores falarem sobre o problema do evento oque não acho válido é público (leitores) culpar a íris por algo que não está na jurisdição e controle dela. Principalmente algo que ela não tinha noção. Pessoal ama terceirizar a culpa em vez de ir xingar Amazon

  • thatslu_
    luiza com z (@thatslu_) relatou um problema

    se relacione com alguém que passe o login do “qconcursos” ilimitado pra você junto com a hbo e amazon

  • tayllan_da_cruz
    ○●TAYmulti●○ (@tayllan_da_cruz) relatou um problema

    Pois os erros podiam ser bem cuidados e bem melhorados se a Amazon tivesse dado mais episódios e mais liberdade a Vivzie, assim consertando o ritmo em boa parte, e também algumas escolhas da vivzie não foram boas como o Lúcifer ser parte um personagem de ferramenta de roteiro-

  • tavaresmf93
    Minduim (@tavaresmf93) relatou um problema

    @boylix0 @cinemafrances Tivemos poucos lançamentos nacionais mesmo, infelizmente. Esse da foto tá 300 reais via Amazon Global, então nem é TÃO caro considerando que são 3 filmes. O problema é que um reprodutor UHD é realmente bem caro

  • techpeaksxx
    didi (@techpeaksxx) relatou um problema

    Que merdaaaaa esse atendimento ao consumidor da Amazon: eles abrem um chat com IA e você não pode nem escrever, só rezar pra que sua dúvida esteja entre as opções de perguntas clicáveis, como se fosse um jogo de gameboy. Isso é tão ruim que beira o crime

  • dudajock
    duda ¹⁸⁹⁵ (@dudajock) relatou um problema

    @AmazonHelp é a segunda vez que eu compro o produto, já tive problema com o primeiro e espero de coração que esse de hoje seja entregue porque me prometeram que tem o produto no estoque

  • mfczayn
    geov 🪩 (@mfczayn) relatou um problema

    @ltonIybrave amg você precisa entrar pelo navegador pra pegar os livros, no app kindle e amazon não funciona

  • AutoraJayneB
    Jayne Bueno | Leia Apostas do coração 🌷 (@AutoraJayneB) relatou um problema

    @readwithma_ Ou isso, ou a Amazon vai ter que resolver esse problema. Ou sabemos o que vai acontecer.

  • hbwlessie
    ᴀʟᴇ✨|| ¡HalaMadrid!🤍 (@hbwlessie) relatou um problema

    Ai minha amazon ta dando problema pra pegar os livros

  • MarcosCorsatoSL
    Marcos Corsato (@MarcosCorsatoSL) relatou um problema

    O mercado de IA está mobilizando US$ 500 bilhões em capital institucional. A reforma tributária brasileira está mobilizando zero reais de preparação orçamentária para a transição. O estouro virá da interseção das duas curvas. O artigo da Stratechery sobre o risco da Nvidia não é uma peça sobre tecnologia. É sobre alavancagem. Google, Meta, Amazon e Oracle emitiram US$ 194 bilhões em dívida apenas em 2026. A Nvidia está criando uma nova classe de ativos com fundos de pensão e seguradoras assumindo até 25% de risco residual. É a mesma dinâmica das ferrovias em 1873: capital de longo prazo financiando infraestrutura que ninguém sabe se gera retorno. Para o CFO brasileiro, a conexão é direta mas invisível. A reforma tributária vai tributar serviços digitais, data centers, nuvem e software *** CBS/IBS com split payment. O custo da infraestrutura de IA — que já está no capex de toda empresa média — vai passar por dentro do novo regime fiscal. E a maioria das controladorias ainda está contando créditos em Excel. O risco não é só tributário. É de alocação de capital. Quem está investindo em IA sem recalcular o impacto da reforma está comprando um ativo cujo custo real ainda não foi precificado. É o mesmo erro dos investidores ferroviários de 1873: você financia trilhos com projeções lineares e descobre que a geografia regulatória mudou o traçado inteiro. A pergunta correta não é "quanto custa implementar IA". É "quanto custa manter IA em operação quando o regime tributário mudar". Essa conta ninguém fez.

  • mvs_madiba
    É isto um homem? (@mvs_madiba) relatou um problema

    @Capsloocki @amazonbrasil Q coisa, as minhas sempre chegam antes. Felizmente nunca tive problemas com a Amazon

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