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Status de Amazon: problemas de acesso e relatos de interrupção

Problemas detectados

Os usuários estão relatando problemas relacionados a: site desativado, erros e login

A Amazon (Amazon.com) é a maior varejista online do mundo e um provedor de serviços em nuvem proeminente. A empresa começou como um mercado online de livros, mas expandiu seus negócios para comercializar uma ampla variedade de bens de consumo e mídia digital, além de seus próprios dispositivos eletrônicos.

Problemas nas últimas 24 horas

O gráfico a seguir mostra o número de reclamações sobre falha no serviço Amazon que recebemos por hora do dia nas últimas 24 horas. Consideramos que há uma interrupção quando o número de reclamações é maior do que a linha de base, representada pela linha vermelha.

20 de agosto: problemas no serviço Amazon

O serviço Amazon está com problemas desde 08:00 AM BRT. Você também está sendo afetado? Deixe uma mensagem nos comentários!

Problemas mais relatados

A seguir estão os problemas mais recentes relatados pelos usuários da Amazon em nosso site.

  • 45% Site desativado (45%)
  • 31% Erros (31%)
  • 24% Login (24%)

Mapa ao vivo de interrupções

As últimas reclamações sobre falhas, interrupções e problemas vieram de

CityProblem TypeReport Time
Pozza di Fassa Site desativado há 3 horas
Bristol Site desativado há 3 horas
Paris Site desativado há 5 horas
Natal Erros há 19 horas
Gourdon Site desativado há 1 dia
London Login há 2 dias
Mapa de Falhas e Interrupções Completo

Discussão da comunidade

Dicas? Frustrações? Compartilhe aqui o que você está pensando. Não se esqueça de incluir a descrição do problema e a sua cidade e código postal.

Cuidado com "números de suporte" ou contas de "recuperação" que podem ser postadas abaixo. Certifique-se de denunciar e votar contra esses comentários. Evite postar suas informações pessoais.

Reclamações sobre problemas no serviço Amazon

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • lenazeroh
    Helena (@lenazeroh) relatou um problema

    @crfrodrigues0 Eu comprei o meu na Amazon e não tive nenhum problema

  • ahvsfporra
    Let's D. Livery (@ahvsfporra) relatou um problema

    Alguém aqui tem firestick da @amazon ? O meu sempre dá problema essa *****, congela a tela, fica listrado quando volta, muito bizarro

  • dontforguts
    𝘦𝘭𝘭𝘢 ✩ (@dontforguts) relatou um problema

    to com uma raiva da amazon, nunca tive problema com entrega, sempre chegou tudo no prazo certo, ai agora essa praga me atrasa logo um PRESENTE vsf

  • cobaltgirlie
    juliana📚 (@cobaltgirlie) relatou um problema

    eu passei pelo mesmo. amazon teve q trocar meu kindle duas vezes e agr tô no terceiro e felizmente n deu mais problema

  • ocammyHBT
    OcammyHBT (@ocammyHBT) relatou um problema

    @AmazonHelp Obrigado pelo retorno. Acabei de falar com uma das atendentes e ela foi super atenciosa e prestativa. Ela me já ajudou com o meu problema! Desde já agradeço

  • CaiioCaiiu
    CaiioCaiiu (@CaiioCaiiu) relatou um problema

    @KimKataguiri Aí é não falar com a verdade @KimKataguiri Mercado Livre aumentando em milhares as quantidades de vagas disponíveis no Brasil, Amazon aumentando e etc... Isso se dá ao fato de que tanto a Magalu e as CB não inovaram, mantiveram centenas de lojas físicas, com estoque, funcionários, contratos de seguro, segurança e etc sendo que 80% das compras atualmente se dar por e-commerce! Óbvio que a taxa de juros não ajuda essas empresas, mas é muito mais por erro estratégico e falta de agilidade em se reposicionar do que do governo em si!

  • oblogdolucas
    olucasconrado.com.br (@oblogdolucas) relatou um problema

    @AmazonHelp E não dá pra falar com a Amazon pelo telefone. O negócio lá de vocês ligarem não funciona e o telefone que vocês dão não existe. E não vou iniciar o chat. Não quero ler outro paquistanês inventar uma mentira pra explicar por que vocês não entregam

  • lmendesl
    Lucas Mendes (@lmendesl) relatou um problema

    @rafaelgloves O modelo de negócio que a empresa foi forjada ruiu com o e-commerce. A empresa tentou se adaptar, mas com a chegada da Amazon e ML ficou insustentável. O erro foi não encarar uma reestruturação do negócio enquanto ainda era possível. E esse timing se perdeu há mais de 8 anos.

  • davibrittom
    vini (@davibrittom) relatou um problema

    @acgfbr Eu trabalho com ecommerce e a Amazon esta com problemas absurdos com contratos de terceiros simplesmente pq o sistema deles de checagem de produtos em armazéns é falho. Quando sai do ponto A pro B. Meli e shopee nadam de braçada aqui por isso.

  • Adimatos
    Lenna (@Adimatos) relatou um problema

    @AmazonHelp Sempre recebi meus pedidos, mas agora .. misericórdia, já é o terceiro. Estão tendo tendo problemas com entregas ?

  • arrobadeJorge
    Jorge 🏳️‍🌈🇧🇷 (@arrobadeJorge) relatou um problema

    @BrunnoRolo @amazon Só compro la em ultimo caso, se não tiver em outro lugar, eles tão nem aí pro CDC, só resolvem teu problema quando tu aciona procon ou pequenas causas

  • Mirand_Jeniffer
    Jeniffer (@Mirand_Jeniffer) relatou um problema

    Amazon e mercado livre com entregas grátis Casas Bahia entrega 300 conto E o problema é o Lula né

  • faellsantiiago
    Rafael Santiago 💿📀🍿🎬 (@faellsantiiago) relatou um problema

    @nestorchiesse @amazonbrasil @feirinhavinil Fala mesmo Nestor. Eu não compro mais Lego com eles. Sou colecionador de mídia física e importava DVD’s e Blu-ray’s com eles. Recentemente, tive problema com as figuras do He-man e depois de mais de 7 anos ininterruptos, eu cancelei meu Amazon Prime. Não confio mais nessa empresa

  • barbaridades___
    @barbaridades__ (@barbaridades___) relatou um problema

    O suporte da Amazon Brasil é um das coisas mais pavorosas que já vi. Eu mesma trabalho com atendimento e tenho lugar de fala. Os caras não sabem diferenciar A de B, ficam jogando de um pra outro e ninguém resolve.

  • vdalvocamillo
    Vicente Camillo (@vdalvocamillo) relatou um problema

    Vamos ver o fator "modelo de negócio". Todo mundo sabe que o as lojas físicas estão sendo sofrendo competição do e-commerce e as Casas Bahia também sabe disso, óbvio. E ela surfou essa mudança de tendência/modelo: No 1T26 o e-commerce era R$ 5,0 bi dos R$ 11,2 bi de GMV (45% do total), crescendo 14,6% enquanto a loja física caía 1,6%. O 1P online cresceu 26,4%. Ela estava no canal. Mas, o modelo tradicional das Casas Bahia faz ela carregar legados que praticamente impossibilitam a competição com os players nativos desse mercado: 1. O carnê deixou de ser um moat A carteira de crediário chegou a R$ 6,6 bilhões em 2025 (era R$ 5,3 bi em 2023) com inadimplência caindo de 9,4% para 8,6% — operacionalmente, é um ativo bem gerido. Só que Pix, BNPL, fintechs e o próprio cartão de crédito parcelado tornaram o crédito uma commodity. 2. A economia do marketplace é hostil ao incumbente 1P Mercado Livre (34%), Shopee (18%) e Amazon (12%) somam 64% do e-commerce brasileiro em 2026. São plataformas de take rate — capital de giro negativo, estoque de terceiros, margem em serviço e publicidade. A Casas Bahia compete no mesmo cliente carregando estoque próprio, mil lojas, frota e uma carteira de crédito. No 2T26, a própria companhia atribuiu a compressão de resultado ao "aumento de despesas com comissões a parceiros digitais": ela paga para vender no próprio canal 3. O cross-border comprimiu o preço da ponta Shein, Temu e AliExpress reprecificaram a linha de entrada. O efeito na Casas Bahia não é perda de receita — é perda do produto de giro rápido que financiava a loja. 4. O modelo é estruturalmente intensivo em capital de giro Um varejista 1P com loja física e crediário próprio precisa financiar estoque, recebível de cartão e carteira de crédito simultaneamente. Em dezembro de 2024, o balanço mostrava R$ 4,7 bi de estoques e R$ 4,6 bi de contas a receber contra R$ 8,0 bi de fornecedores. Num mundo de CDI a 6%, isso é administrável. Num mundo de CDI a 14% competindo com plataformas de capital de giro negativo, é um problema grande Em resumo, as Casas Bahia tentou se adaptar a mudança de modelo de negócios, mas o negócio tradicional impede que isso aconteça de forma competitiva. Problema de difícil solução e representa mais que a economia nos problemas

  • eiouailkrs40185
    aduda (@eiouailkrs40185) relatou um problema

    @DavidSilvaGG Tá terrível esse problema da pré venda da amazon, o volume 1 que comprei na pré venda também tá atrasado faz é tempo e não tenho como pedir reembolso

  • nandabuterax
    fernanda ꕤ🍓 | BLOCK DE SEGUIR (@nandabuterax) relatou um problema

    @Sweet_pixell @amazon nossa mas que problema tinha dado

  • lucaslintz11
    Lucas 🇪🇪 (@lucaslintz11) relatou um problema

    @zero_two1995 ou a Amazon simplesmente largou a Twitch de mão depois de 2020 ou simplesmente é impossível deixar a plataforma sustentável e a Kick vai passar pelo mesmo problema

  • derbycuradstt
    derbyy (@derbycuradstt) relatou um problema

    @FGuadanhin97728 @libtoussaint Compactação? Tá trabalhando na Amazon mano? Acho q você tá pensando em outra palavra. O erro torna seu comentário sem sentido, desculpa aí. Nem sei o que dizer.

  • lucasmartinsbrl
    Lucas Martins, CEA (@lucasmartinsbrl) relatou um problema

    Estamos no maior ciclo de investimentos da história do mundo. Os EUA estão dando all-in em inteligência artificial. O medo não é mais sobre o valor investido; o medo agora é de interrupção. A máquina não tem mais sequer o direito de parar. Os números confirmam a escala sem precedentes. Os quatro grandes hyperscalers (Amazon, Microsoft, Google e Meta) já despejaram mais de US$ 1,1 trilhão em capex desde o início do boom da IA, em 2023, até meados de 2026. Só em 2026, as projeções de gastos de capital desses gigantes (e Oracle) giram em torno de US$ 700–800 bilhões, com estimativas que apontam para mais de US$ 1 trilhão em 2027. O Goldman Sachs calcula que o investimento global em IA deve ultrapassar US$ 1 trilhão em 2026, sendo cerca de US$ 581 bilhões apenas nos Estados Unidos — equivalente a quase 2% do PIB americano e uma fatia relevante do investimento fixo empresarial. Wall Street entrou de cabeça. O Bank of America anunciou em agosto de 2026 a “Critical Infrastructure Finance Initiative”, com meta de mobilizar e financiar US$ 250 bilhões até julho de 2027 (período de 18 meses a partir de janeiro de 2026). O foco é exatamente a infraestrutura crítica da IA: data centers, computação, chips, energia (renovável e convencional), armazenamento, transmissão, minerais críticos e transporte. Dias antes, o Morgan Stanley falou em facilitar cerca de US$ 1,5 trilhão na próxima década para tecnologia e infraestrutura. Há ainda estruturas bilionárias em andamento, como a de cerca de US$ 500 bilhões envolvendo Nvidia e grandes gestoras (Apollo, BlackRock, Goldman Sachs e outras) para financiar chips, energia e data centers. O ponto crítico é que “a máquina não pode parar” é a energia e a continuidade operacional. A demanda de data centers de IA está pressionando as redes elétricas a níveis históricos. Operadores como o PJM (a maior rede interconectada dos EUA) já falam em possíveis cortes de carga para novos grandes consumidores (incluindo data centers de IA) em cenários de emergência a partir de 2027, se eles não trouxerem geração própria. Há relatos de desconexões abruptas de gigawatts de carga de data centers durante distúrbios na rede, risco de blackouts em cascata e atrasos generalizados em projetos por falta de conexão à rede (filas de interconexão que demoram anos). Gartner e outros já projetavam que cerca de 40% dos data centers de IA poderiam ficar limitados por energia até 2027. O free cash flow de vários hyperscalers já encolheu ou ficou negativo em alguns trimestres justamente porque o capex disparou mais rápido que a geração de caixa operacional. Mesmo assim, os compromissos de longo prazo (leases de data centers, contratos de chips, backlogs de nuvem) continuam sendo assinados em centenas de bilhões por trimestre. A lógica é clara: quem parar ou desacelerar perde a corrida pela capacidade de computação, e a demanda (pelo menos até agora) continua maior que a oferta. Em resumo, o capital está fluindo em escala histórica, os bancos estão estruturando o financiamento da infraestrutura física e energética, e o gargalo real deixou de ser “quanto vai ser investido” para se tornar “o que acontece se a energia, a rede ou a cadeia de suprimentos interromperem a máquina”. Nesse ciclo, parar não é mais uma opção tática, é uma ameaça existencial à posição competitiva, apostar contra IA se tornou apostar contra os EUA.

  • ossinast
    milla 𝜗𝜚 #TEAMBLACK (@ossinast) relatou um problema

    @editoraalt poxa Alt, sei que não é sua culpa, inclusive já olhei em todos os disponíveis mas os fretes são absurdos para onde moro, é muito frustrante você esperar tanto por algo e por um erro dos outros você simplesmente perder isso, a Amazon nem sequer me ajudou em relação a isso, difícil

  • astealmeida
    stefani 🍂 (@astealmeida) relatou um problema

    muito empático por parte da Amazon começar a ter problemas na entrega, dando mais oportunidade pro Mercado Livre ser lembrado 🥰

  • warnervrl
    tata 📖 (@warnervrl) relatou um problema

    ainda bem que a amazon sabe resolver esses problemas com o kindle mas já tá na hora deles verem isso, pq todo dia eu vejo um kindle quebrado na minha tml (inclusive o meu mas eles resolveram tbm)

  • caixeiroonline
    Caixeiro do e-commerce. (@caixeiroonline) relatou um problema

    Lá em meados de 21/22 , cadastrei a loja no Marketplace das Casas Bahia e Ponto . Peguei login e tals, enviei uns documentos , tudo ok e se não me engano estava com o login no mesmo dia. A partir daí , parei aí. Tentava cadastrar produto e dava erro, manualmente , por Excel ou insert, precisava cadastrar , abrir um ticket e em 2 dias arrumavam o erro. Arrumado o erro, o produto não refletia no site , ticket aqui , ticket dali , ng sabia resolver. Produtos bobos, nada que precisasse de autorizações ou homologações, não subia e ng sabia o motivo. Nisso passaram 2-3 semanas , já éramos platinum no Meli há tempos, Amazon FBA bombando e eu só insistia nas Casas Bahia pq não tinha quase concorrente. Só depois percebi , lendo fóruns e grupos que o motivo de ter pouca concorrência era que ninguém conseguia cadastrar naquela bodega kkkk

  • OtavioDavila22
    D'avila22 (@OtavioDavila22) relatou um problema

    @ddalgi_zip Eu sempre tenho problema com a amazon, é um desgraça aqui Nunca serão shopee e ML

  • INBIBIT0RLUNAE
    Yves ❅ viu o bmth (@INBIBIT0RLUNAE) relatou um problema

    Amazon arruma um problema no pagamento do pedido da minha mãe e dps n sabe o que aconteceu.. aiai

  • rodsrv_
    RoDrIGo OliVeIrA (@rodsrv_) relatou um problema

    Cadê o atendimento ao cliente dona @Amazon ? Não consigo suporte nem no chat e nem em retorno de chamada

  • AloumesseVier
    A l o u m e s s e V i er (@AloumesseVier) relatou um problema

    Negócio criado em Itapetinga (BA), o agrônomo Aderbal Castro e seu filho, Tarcísio Machado, fundaram a Vanilla Brasil, uma empresa focada no cultivo de baunilha em Itapetinga, na Bahia, que faturou R$ 8,1 milhões em 2025. A primeira colheita comercial do negócio demorou quatro anos para acontecer, refletindo o tempo necessário para a maturação da planta. O caminho até a primeira colheita não foi rápido. As primeiras mudas compradas pela internet, em 2016, eram frágeis e boa parte morreu antes de florescer, episódio que Machado hoje cita como o maior erro do início do projeto. A empresa precisou remontar as estufas em outro local, o que consumiu tempo e dinheiro. A primeira colheita comercial só veio em 2020, quatro anos depois do início do projeto. Para sustentar a operação nesse período sem receita própria, Machado passou a importar favas de Madagascar e revender no Brasil, enquanto mantinha o emprego no mercado financeiro. Somente dois anos depois de criar a empresa é que deixou o cargo para se dedicar em tempo integral ao negócio. A empresa já abriu uma subsidiária nos Estados Unidos, a Vanilla Brasil LLC, e prepara o início das vendas pela Amazon americana em cerca de 30 dias, com apoio de um embaixador da marca em Miami e parcerias com gelaterias locais. Nove anos depois da fundação, a Vanilla Brasil, empresa criada pela dupla, faturou R$ 8,1 milhões em 2025 e projeta chegar a R$ 16 milhões até o fim deste ano. A empresa vem crescendo, colheu 700 quilos de baunilha há dois anos e 1,5 tonelada no ano passado, e a meta é fechar 2026 com 45 mil plantas e dobrar a produção atual.

  • zzzlalalali
    across the universe (@zzzlalalali) relatou um problema

    entrega e pós venda da Amazon foi com deos né, terrível

  • NoelleLinux
    Sara Linux ⚢ (@NoelleLinux) relatou um problema

    @HRV_GAB Geralmente é erro, a Amazon está com muito erro nos valores e roubo de eletrônicos ultimamente