Status de Amazon: problemas de acesso e relatos de interrupção
Problemas detectados
Os usuários estão relatando problemas relacionados a: site desativado, erros e login
A Amazon (Amazon.com) é a maior varejista online do mundo e um provedor de serviços em nuvem proeminente. A empresa começou como um mercado online de livros, mas expandiu seus negócios para comercializar uma ampla variedade de bens de consumo e mídia digital, além de seus próprios dispositivos eletrônicos.
Problemas nas últimas 24 horas
O gráfico a seguir mostra o número de reclamações sobre falha no serviço Amazon que recebemos por hora do dia nas últimas 24 horas. Consideramos que há uma interrupção quando o número de reclamações é maior do que a linha de base, representada pela linha vermelha.
11 de junho: problemas no serviço Amazon
O serviço Amazon está com problemas desde 09:20 AM BRT. Você também está sendo afetado? Deixe uma mensagem nos comentários!
Problemas mais relatados
A seguir estão os problemas mais recentes relatados pelos usuários da Amazon em nosso site.
- Site desativado (45%)
- Erros (29%)
- Login (25%)
Mapa ao vivo de interrupções
As últimas reclamações sobre falhas, interrupções e problemas vieram de
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Login | há 2 horas |
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Site desativado | há 3 horas |
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Erros | há 4 horas |
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Site desativado | há 9 horas |
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Erros | há 21 horas |
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Site desativado | há 24 horas |
Discussão da comunidade
Dicas? Frustrações? Compartilhe aqui o que você está pensando. Não se esqueça de incluir a descrição do problema e a sua cidade e código postal.
Cuidado com "números de suporte" ou contas de "recuperação" que podem ser postadas abaixo. Certifique-se de denunciar e votar contra esses comentários. Evite postar suas informações pessoais.
Reclamações sobre problemas no serviço Amazon
Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:
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Pedro Guerra 🇧🇷 (@PGuerreiro2022) relatou um problema@LogInfra @amazonbrasil Não compro mais na Amazon, porque o pós compra não é boa. Mantenho todas as compras no ML. Comprei uma cervejeira mês passado e chegou aqui amassada. Algo que só conseguia ver após desembalar, porque não estava ficando no nível. Sugeri ao vendedor mandar alguém puxar e melhorar, mas quiseram dar um migué dizendo que era problema técnico, quando foi problema de transporte. Falei que ia devolver, aí queriam que eu embalasse e pediram algumas coisas que não tinha como fazer. Abri chamado direto com o ML e essa semana já virão buscar do jeito que está. Essa é a diferença.
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o pior leo (@leleobortolotti) relatou um problemaO combo Amazon + jadlog tem o pior atendimento e entrega que eu já vi. Um empurra pro outro em um pacote que sumiu desde o dia 27
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Sue ➃🫧 (@Suedepressao828) relatou um problema@Eriksingg @Boxreport Pior que o filme é da MGM/Amazon, dinheiro não é problema pra eles, se eles quiserem uma sequência é só estalar os dedos
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Gguk • VAI VER O BTS • (@gguk_15) relatou um problema@urispring Por isso que eu amoo a Amazon! É muito fácil receber reembolso se o produto estiver com algum problema
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Marcia Michelotti (@mosquinhabranca) relatou um problema@terwindows @ElectroluxBr @amazon Fui mesmo. Mas comprar pra processar não é minha praia não. Sou consumidor tradicional, espero receber pelo produto que paguei, sem problemas, sem dor de cabeça. Essa marca nunca mais.
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Lululixinho (@Lululixinhos) relatou um problemaNunca tive problema comprando da China Agr com a amazon vtmnc
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laurinharod🎈 (@no_oroke) relatou um problema@wolfsong @LDesintoxicados Foi algo que eu percebi, mas gostei muito do meu manhwazinho 🥺 E eles foram tão prestativos no atendimento porque a Amazon foi bem porca com meu pedido.
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Ju୨ৎ 🏒📖 (@literandoju) relatou um problemaMaior erro da Amazon foi parar de fabricar Kindle nessa cor e colocar o valor do aparelho igual o salário mínimo
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th🌪 (@thlion13) relatou um problemaTentando achar o tt da Amazon Brasil, se estiverem lendo isso, vocês são patéticos e o atendimento de vocês pior ainda
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ireneus (@pegavisaofdp) relatou um problema@autentica2024 Quanfo volocam para gravar a gravacao do x vai para o servidor da amazon ip 54.85.70.0/24
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João Pedro (@Jotape_Lovefoxx) relatou um problemaFazendo conta no reclame aqui para ver se resolve meu problema com a Amazon.
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Cel in my off campus era (@Cel_Rodrigues7) relatou um problemaEu simplesmente recebo uma mensagem que meu cartão da Amazon tá bloqueado, e o app do Bradesco cartões não abre, fica dando erro, que odiooooo
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leo (@NaoEhLeonardo) relatou um problemaa amazon ta me dizendo que recebi um produto que nunca chegou e no site só tem a opção de devolver eita atendimento bom
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ipadasher (@ipadasher) relatou um problema*A Caixa de Sapatos que Vai Enterrar o Transistor (e Deixar a China Para Trás)* A Lei de Moore está morrendo. O transistor está morrendo. E a batalha pelo poder computacional do século vinte e um não será travada em Taipei, nem em Xangai, nem em Seul. Será travada numa câmara de metal na Bélgica, a uma temperatura que não existe em nenhum lugar natural do universo. Isso já está acontecendo. E quase ninguém percebeu ainda. Por cinquenta anos, a indústria de semicondutores teve uma única resposta para qualquer problema: encolha o transistor. Essa resposta funcionou tão bem que o mundo inteiro construiu sua civilização em cima dela. Cidades, economias, exércitos e sistemas financeiros, tudo dependendo de uma lei empírica e da promessa renovada a cada dois anos de que haveria mais poder computacional por menos dinheiro. Essa promessa chegou ao fim. A física não negocia. Os transistores modernos têm apenas alguns átomos de espessura. Não há mais muito espaço para onde mais encolher. E enquanto isso acontecia de forma silenciosa nos laboratórios, o mundo da inteligência artificial passou a exigir poder computacional numa escala que tornaria qualquer engenheiro das gerações anteriores literalmente incrédulo. O que vem agora não é uma melhoria incremental. É uma ruptura de paradigma. E ela vai redesenhar o mapa do poder global com uma precisão que nenhuma sanção comercial ou guerra tarifária conseguiria alcançar. *1. O Verdadeiro Custo da Inteligência Artificial* As pessoas imaginam que o custo da IA é pago em algoritmos e dados. Estão erradas. O custo real é pago em energia. Em calor. Em física elementar. Os maiores data centers de IA do mundo hoje precisam de usinas nucleares dedicadas exclusivamente para mantê-los funcionando. Não estou usando metáfora. Empresas como Microsoft, Google e Amazon estão literalmente negociando contratos com operadoras de usinas nucleares para garantir eletricidade suficiente para seus servidores. Por quê? Porque quando bilhões de sinais elétricos percorrem fios microscópicos de metal, os elétrons colidem contra átomos. Essa resistência gera calor. Em escala de data center, esse calor é monstruoso. A maior parte da energia consumida por um servidor moderno não serve para "pensar". Serve para resfriar o que foi aquecido pelo processo de pensar. A computação moderna é uma batalha é**** e permanente contra o calor. E estamos perdendo. Isso era tolerável quando a IA servia para responder perguntas em chatbots. Não é mais tolerável agora que a IA agêntica, aquela que age de forma autônoma, que busca dados, raciocina, toma decisões e aciona ferramentas em loops contínuos, passou a exigir que a informação se mova incessantemente, a velocidades cada vez maiores. O modelo atual de computação vai quebrar. A questão não é se. É quando. *2. A Morte do Transistor* A solução não é resfriar melhor o inferno. É eliminar o calor na origem. Certos materiais, quando resfriados abaixo de uma temperatura crítica, entram num estado onde a eletricidade flui com resistência zero (Niobio 🇧🇷). Nenhuma colisão. Nenhum atrito. Nenhum calor gerado. Esse fenômeno chama-se supercondutividade, e é conhecido pela física há mais de um século. O que mudou agora é que engenheiros descobriram como usá-lo para substituir o transistor. O transistor foi assassinado. Seu substituto tem um nome elegante: Junção Josephson. A estrutura é de uma simplicidade desconcertante. Dois materiais supercondutores separados por uma camada finíssima de material isolante, fina como alguns átomos. Em vez de sinais elétricos volumosos e energeticamente custosos, essa junção emite pulsos magnéticos minúsculos e precisos chamados Single Flux Quantum. Os números dessa substituição são difíceis de processar intuitivamente. Um transistor moderno opera com cerca de 500 milivolts. A Junção Josephson opera com 1 milivolt. Os processadores modernos lutam para sustentar 5 GHz. Os circuitos supercondutores já ultrapassaram 100 GHz. Mais rápido. Usando uma fração ínfima da energia. Gerando calor próximo de zero. *3. O Golpe de Mestre: Não é Computação Quântica* Aqui está o detalhe que separa essa tecnologia de tudo que você já ouviu sobre o futuro da computação. Ela usa efeitos da mecânica quântica. Ela exige temperaturas extremas. Mas não é computação quântica. Ela opera com bits clássicos. Zeros e uns. Sem superposição, sem emaranhamento, sem os problemas monumentais de correção de erros que tornam os computadores quânticos praticamente inúteis para aplicações gerais ainda por muitos anos. Isso significa uma coisa de importância civilizacional: cinquenta anos de software continuam funcionando. Nenhuma reescrita. Nenhuma reconversão de algoritmos. Nenhum período de transição traumático para a indústria global de software. Você pega o hardware existente de um data center, troca pelo hardware supercondutor e o mesmo software roda, apenas num chip que é ordens de grandeza mais rápido e eficiente. Esse é o golpe de mestre. É uma revolução que o mundo pode adotar sem precisar esquecer o que sabe. *4. O Paradoxo do Gelo* Há um custo. Seria ingênuo imaginar que não há. Para funcionar, o sistema precisa ser mantido a 4 Kelvin. Menos 269 graus Celsius. Alguns graus acima do zero absoluto, o ponto mais frio fisicamente possível no universo. Isso exige um equipamento chamado criostato, uma câmara de resfriamento ultra-precisa que, para o senso comum, torna toda a proposta aparentemente absurda. Você precisa de uma geladeira científica gigante para fazer seu computador funcionar? Mas aqui a matemática desfaz a intuição. Na escala dos data centers de IA atuais, a energia consumida pelo resfriamento de um sistema supercondutor é uma fração minúscula da energia que esse sistema economiza ao processar sem calor. A conta fecha com sobra. Fecha com sobra tão absurda que abre uma possibilidade hoje simplesmente impossível com transistores convencionais. Empilhamento tridimensional. Hoje, se você empilhar processadores convencionais um sobre o outro, eles fritam. O calor gerado por cada camada destrói as camadas adjacentes. Isso impõe uma limitação física brutal ao design de chips. Com supercondutores, o calor gerado é próximo de zero. Você pode empilhar placa sobre placa indefinidamente. A IMEC, o principal laboratório de pesquisa de semicondutores da Europa, sediado na Bélgica, modelou esse futuro com precisão. Um sistema de cem placas empilhadas. Dimensão total: uma caixa de sapatos. Esse objeto entregaria 20 Exaflops de poder computacional. Vinte vezes mais do que o maior supercomputador existente no mundo hoje. Consumindo 500 kilowatts, contra as centenas de megawatts que as fazendas de servidores atuais devoram. Uma melhoria de cem vezes na eficiência energética. Numa caixa de sapatos. Ainda estamos na fase de construção dos componentes fundamentais e da validação desses modelos. Mas o caminho técnico já está aberto. *5. A Bandeira Belga e as Patentes Americanas* Seria tentador ler o protagonismo da IMEC como uma vitória europeia numa batalha até agora travada exclusivamente entre americanos e chineses. Seria um erro. A IMEC opera em Leuven, na Bélgica. Mas suas descobertas fundamentais sobre a Junção Josephson, os processos que tornaram essa tecnologia industrialmente viável, repousam sobre uma estrutura densa de patentes americanas. A bandeira é belga. A soberania intelectual é americana. Isso não é um detalhe técnico. É a arquitetura do poder. O que os Estados Unidos construíram ao longo das últimas décadas não foi apenas superioridade manufatureira. Foi uma teia de propriedade intelectual tão abrangente que mesmo quando o trabalho científico acontece em outro continente, o controle permanece em Washington e em Silicon Valley. A IMEC pode estar em Bruxelas. Mas qualquer empresa que queira licenciar esses processos, qualquer fábrica que queira adotar essa tecnologia em escala industrial, terá de negociar com o aparato de patentes americano. Para a China, isso fecha a última porta que parecia estar entreaberta. A estratégia chinesa de décadas foi clara: copiar, engenharia reversa, absorver. Funcionou razoavelmente bem com transistores convencionais, onde os processos tinham décadas de existência e as brechas eram exploráveis. Não funcionará aqui. A supercondutividade clássica está sendo patenteada no momento em que é inventada, com uma velocidade que a China não consegue acompanhar e dentro de uma jurisdição que ela não controla. Pior: a China construiu sua ambição em semicondutores sobre um modelo de escala manufatureira. Tem centenas de milhares de engenheiros treinados para fabricar transistores em volume. Tem muito menos cientistas capazes de trabalhar na fronteira da física de materiais supercondutores. A escala industrial que Pequim levou décadas para construir torna-se um ativo irrelevante num jogo onde o que importa não é quantidade de fábricas, mas domínio de física fundamental. O bloqueio americano de semicondutores sempre foi apresentado como uma medida defensiva e temporária. Pode ser que seja, na verdade, uma cortina de fumaça atrás da qual o verdadeiro movimento estratégico estava acontecendo silenciosamente: garantir que o próximo paradigma completo da computação nascesse dentro do perímetro da propriedade intelectual americana, antes que a China percebesse que o jogo havia mudado. *6. O Fracasso Mais Valioso da História* Há uma ironia que merece atenção. A computação quântica foi anunciada há décadas como a revolução definitiva. Bilhões foram investidos. Empresas foram fundadas. Governos financiaram programas inteiros. E o resultado prático, até hoje, é modesto. Computadores quânticos existem, funcionam em condições extremamente controladas, e resolvem alguns problemas específicos com elegância. Mas a revolução comercial prometida ainda não chegou. Esse aparente fracasso pode ser o investimento mais importante que a civilização humana já fez. Porque computadores quânticos exigem os mesmos supercondutores. Os mesmos materiais. O mesmo ambiente de temperatura extrema. As mesmas técnicas de fabricação em escala. Ao construir a infraestrutura industrial para a computação quântica, empresas como a IBM, que está investindo bilhões em fábricas específicas em Nova York, estão construindo sem perceber exatamente a capacidade manufatureira que a lógica supercondutora clássica precisará para existir em escala global. A computação quântica pode não entregar o futuro que prometeu. Mas ela está construindo a fábrica onde o futuro real será produzido. É o maior acidente construtivo da história da tecnologia. *7. O Que Está em Jogo de Verdade* A inteligência artificial não é um produto. É infraestrutura. É o que a eletricidade foi no século vinte: quem controlar a geração controla a economia, a indústria e o poder militar. Um supercomputador de 20 Exaflops numa caixa de sapatos não é um gadget. É uma arma. É capacidade logística. É ruptura estratégica. Mas a dimensão mais perturbadora dessa tecnologia não é o poder bruto. É a mobilidade. Os data centers atuais são alvos. São estruturas gigantescas, visíveis em imagens de satélite, que exigem infraestrutura elétrica pesada e comunicações fixas. Num conflito de alta intensidade, são vulnerabilidades antes de serem ativos. Uma potência adversária sabe exatamente onde bombardear para cegar a IA militar inimiga. Uma caixa de sapatos com 20 Exaflops pode estar num navio. Pode estar num bunker subterrâneo. Pode estar num veículo em movimento. Pode ser replicada, distribuída, ocultada. A descentralização do poder computacional é simultaneamente a descentralização da resiliência estratégica. Os impérios do século vinte foram construídos sobre petróleo, aço e controle de rotas marítimas. Os impérios do século vinte e um serão construídos sobre quem consegue processar mais informação, com mais velocidade, consumindo menos energia, onde for necessário, quando for necessário, sem que ninguém saiba onde isso está acontecendo. Estamos na aurora desse novo mapa. Ele está sendo desenhado numa câmara de metal na Bélgica, com patentes americanas, a quatro graus acima do zero absoluto. O limite já não é o tamanho do transistor. O limite é o quão fundo os Estados Unidos estão dispostos a ir. E quão tarde a China percebeu que estava jogando o jogo errado.
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ka (@nialldreamed) relatou um problemapor favor me falem qual livraria pq todas que eu vou o livro sempre está mais barato na amazon não tem erro
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Rumo à 7ª República (@BRASIL_ACABOU) relatou um problemaAqui esta o ***** para saber se sua preocupação com a mão de obra vietnamita é baseada em princípios ou seletiva. Você aplica a mesma estrutura à mão de obra americana? Os trabalhadores agrícolas americanos, em sua maioria imigrantes latinos sem documentos, são explicitamente excluídos de muitas proteções da Lei Nacional de Relações Trabalhistas (National Labor Relations Act). Eles não podem se sindicalizar legalmente da mesma forma que outros trabalhadores. Eles trabalham em condições que produzem taxas de lesões várias vezes maiores que a média nacional. Muitos vivem em moradias controladas pelo empregador, criando uma dependência que replica, estruturalmente, condições de coerção. Os trabalhadores dos armazéns da Amazon em toda a sua rede de armazéns nos EUA trabalham *** sistemas de vigilância que rastreiam cada movimento seu, com pausas para ir ao banheiro cronometradas e cotas de produtividade que profissionais médicos documentaram como fisicamente prejudiciais. Presos em penitenciárias americanas trabalham por salários entre 14 centavos e US$ 1,41 por hora. Isso não é uma metáfora. Isso é legal. A 13ª Emenda permite. Os produtos que eles fabricam incluem itens vendidos em lojas de varejo americanas. Se o seu critério para identificar exploração for consistente, esses fatos deveriam incomodá-lo tanto quanto a Nike no Vietnã. Se não incomodarem, se as condições de trabalho no Vietnã lhe parecerem mais urgentes do que as condições de trabalho que acabei de descrever, então o objeto da sua preocupação não é realmente o trabalho. É o Vietnã. E isso merece ser examinado. Você mencionou a abertura de Nixon-Kissinger para a China na década de 1970, quando as corporações americanas foram convidadas a transferir a produção para lá em troca de mão de obra barata. Você está certo quanto ao fato básico. Mas pense cuidadosamente sobre o que você acabou de descrever. Os líderes políticos americanos tomaram a decisão deliberada de transferir a produção para um "estado autoritário de baixos salários" para beneficiar as corporações e os consumidores americanos. Os trabalhadores na China e, posteriormente, no Vietnã, que montavam esses produtos por salários de miséria não eram incidentais ao acordo. Eles eram o objetivo. O baixo custo da mão de obra era o produto vendido às empresas americanas. Essa era a política americana. Concebida por americanos. Implementado por americanos. Beneficiando os americanos. E sua conclusão a partir dessa história é que o problema é o governo vietnamita. Não o governo americano que projetou o sistema. Não as corporações americanas que fizeram lobby por ele. Não os consumidores americanos que compraram os produtos e chamaram isso de "livre comércio". O trabalhador vietnamita, que não tinha voz ativa em nenhuma dessas discussões, é de alguma forma o foco da sua "preocupação". Enquanto as pessoas que projetaram a mesa, escolheram o cardápio e deixaram a conta para outra pessoa são aparentemente apenas um detalhe irrelevante. Você disse que eu "não estou sendo honesto" se não reconhecer que os trabalhadores vietnamitas são usados como "mão de obra barata". Eu não neguei que os salários no Vietnã são mais baixos do que em países ricos. O que eu rejeitei foi a abordagem que transforma isso em uma história sobre "o governo vietnamita escravizando o povo vietnamita", uma abordagem que apaga toda a estrutura global que produz baixos salários em primeiro lugar. A Nike não foi para o Vietnã porque o governo vietnamita é excepcionalmente explorador. A Nike foi para o Vietnã porque a política comercial americana, apoiada pelo poderio militar e financeiro dos EUA, criou um sistema global no qual as corporações podem extrair o máximo de mão de obra pelo salário mínimo, transferindo a produção para onde o desespero for mais barato. O desespero no Vietnã foi, em grande parte, produzido por uma guerra americana de 20 anos e um embargo comercial americano de 19 anos que se seguiu. Portanto, o país que bombardeou o Vietnã, estrangulou sua economia por duas décadas e depois transferiu suas fábricas para lá para pagar aos trabalhadores o mínimo possível, aparentemente não é o assunto da sua preocupação. O governo vietnamita é. Percebo isso. Acho que você também deveria perceber.
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julia (@everdellie) relatou um problema@jesicarallho foi algum bug da amazon, eles vão tebtar consertar mas talvez precise cancelar mesmo
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fabi (@Bicasohee) relatou um problema@AmazonHelp esse erro sempre acontece ne? pelo amor de Deus.
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Henriwue tem medo de vetores (@HouseOfBobos) relatou um problemaVi um vídeo de um cara trabalhando na amazon e ele contou sobre a experiência de ficar oncall (a qualquer momento do dia poderiam ligar pra ele resolver algum problema urgente) durante 1 semana. Pensei constantemente nessa imagem.
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gTTO (@gttofps1) relatou um problema@robrtcode O cara passa 8h olhando candle pra tentar prever o próximo movimento do mercado mas acha arriscado vender um produto com demanda real, margem calculada e canal validado na amazon às vezes o problema não é falta de oportunidade é vício em complicar dinheiro
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ᴠɪɴɪ (@cowboylikevini) relatou um problema@AmazonHelp @anapaulaholtz gostaria de ter tido o mesmo atendimento que ela, só recebi a orientação de esperar tipo???? não tenho culpa q a transportadora de vocês tão fazendo isso vou sair lesado como consumidor, isso mesmo?
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gabriel bonani (@gabbonani) relatou um problema@AmazonHelp Olá, já verifiquei essa página e mesmo assim não ajudou o meu problema. Quero saber quando terei meu reembolso, pois não encontrei nenhuma previsão ou abertura de chamado de reembolso para acompanhar.
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vovomarlucia (@vovomarlucia) relatou um problema@mromitti44 @diegomuguetrj @cdouglasdiniz O Brasil tem burocracia, impostos altos e muitos problemas para quem empreende. Isso é verdade. Mas dizer que o país só afugenta empresas não explica por que gigantes como BYD, Toyota, Volkswagen, Stellantis, Amazon, Microsoft e Mercado Livre continuam investindo bilhões aqui.
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༘𝒦ꫀꪮꫝ ׅ ヰ ׂ 🦊 ꪆ (@keohwtt) relatou um problema@CamilaDain46516 nunca tive problemas com a amazon, espero que não aconteça nada dessa vez
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marlin (@arielmarlin) relatou um problema@teacherpaulagab Aprendi dessa mesma form que na amazon so compro de terceiros coisas pequenas de baixo preço que não me deixarão estressados se der problema! Quando é direto da Amazon a compra é incrível que resolve num único bate papo no chat!
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letícia (@shortngmz) relatou um problema@ifshaneilya amazon eh terrível, meu namorado não lembra o email da conta e ta pagando assinatura ha meses pq nao consegue cancelar pelo celular e quando manda email pra eles, eles respondem um monte de coisa nada ver
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Beco Mangás & Livros 🤓 (@becoHQs) relatou um problemaEnfim gente obvoamente eu não to falando isso pra desabafar ou encher o saco de vocês. Na verdade eu só quero que a própria amazon veja e me ajude porque por email eles só mandam respostas prontas. Desculpa trazer problemas pra tl. Tô na esperança de resolverem... mas sei lá
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João (@aojo99_) relatou um problemaO atendimento da Amazon é uma *****! E olha que eu sou cliente Prime hein…
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Camis 🗣️💰 (@Cah_Azevedo) relatou um problemaUai, e pq isso seria um problema? Oracle, Amazon, Microsoft, Meta, Apple entre outras fazem o mesmo com o exército estadunidense.
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Lari (@vekktroid) relatou um problema@wonwoogirlz @carrothorangdan Passei pelo mesmo na Amazon e além de me negarem reembolso no começo mesmo eu tendo vídeo abrindo o pacote e tudo mais, como resolveram o problema (reembolso) eu não consigo receber indenização por danos morais