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Amazon

Status de Amazon: problemas de acesso e relatos de interrupção

Problemas detectados

Os usuários estão relatando problemas relacionados a: site desativado, erros e login

A Amazon (Amazon.com) é a maior varejista online do mundo e um provedor de serviços em nuvem proeminente. A empresa começou como um mercado online de livros, mas expandiu seus negócios para comercializar uma ampla variedade de bens de consumo e mídia digital, além de seus próprios dispositivos eletrônicos.

Problemas nas últimas 24 horas

O gráfico a seguir mostra o número de reclamações sobre falha no serviço Amazon que recebemos por hora do dia nas últimas 24 horas. Consideramos que há uma interrupção quando o número de reclamações é maior do que a linha de base, representada pela linha vermelha.

18 de junho: problemas no serviço Amazon

O serviço Amazon está com problemas desde 08:00 AM BRT. Você também está sendo afetado? Deixe uma mensagem nos comentários!

Problemas mais relatados

A seguir estão os problemas mais recentes relatados pelos usuários da Amazon em nosso site.

  • 46% Site desativado (46%)
  • 28% Erros (28%)
  • 25% Login (25%)

Mapa ao vivo de interrupções

As últimas reclamações sobre falhas, interrupções e problemas vieram de

CityProblem TypeReport Time
Martigues Erros há 2 horas
City of London Site desativado há 5 horas
Donostia / San Sebastián Site desativado há 6 horas
City of London Site desativado há 6 horas
Paris Login há 2 dias
Troyes Erros há 2 dias
Mapa de Falhas e Interrupções Completo

Discussão da comunidade

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Reclamações sobre problemas no serviço Amazon

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • sindelbella
    sindel (@sindelbella) relatou um problema

    Amazon é péssima no atendimento, horrível em tudo. Não sei pq continuo comprando

  • NamNam_G
    𝒩𝒶𝓂𝒩𝒶𝓂ⁿᵃᵗⁱ⁷⊙⊝⊜🪭 (@NamNam_G) relatou um problema

    @becoHQs @amazonbrasil @AmazonHelp por favor, deem uma atenção a esse caso. Não parece normal zerar todas as comissões sem qualquer explicação clara. O suporte por email não está esclarecendo o problema e a pessoa precisa de uma resposta sobre o que aconteceu.

  • woniegfd
    tici (@woniegfd) relatou um problema

    fml, tá valendo mto a pena comprar álbum no ml e na amazon tb !! agr eles estão em parceria oficiais c as empresas e os preços são MTO parecidos com o da shoppe, além de chegar muito mais rapido e sem problema de importação !!

  • desistidissoaki
    canseidissoaki (@desistidissoaki) relatou um problema

    @BrooklynGuyNBA concordo ctg, MAS NGM ESTÁ FALANDO DO MAIOR PROBLEMA, a amazon cagou para os brasileiros, um dos maiores públicos de nba fora dos eua e não fizeram a cobertura completa dos eua. Sobre a treta entre os 3, ngm sabe oq ocorreu de fato.

  • sidneyl94828768
    sidney lucas (@sidneyl94828768) relatou um problema

    @Murilo_Valim Já comprei pre venda na shopee varias vezes e nunca cancelam e nem da problema assim como ML, agora amazon os dois primeiros jogos que comprei na pre venda saros levou 30 dias apos o lançamento para entrega e 007 esta indo pro mesmo caminho

  • sickdolly__
    jess (@sickdolly__) relatou um problema

    @Luua_san Comprei na amazon pra n ter problema com a editora na entrega

  • miler_jess
    jess🌙 (@miler_jess) relatou um problema

    @AmazonHelp Nunca tive problema na Amazon é a primeira vez. Tenso fica difícil assim

  • 1miyh
    Mik (@1miyh) relatou um problema

    Qnt homofobia, a Amazon n me deixa ver Carol q fala q está dando erro

  • GiovannaZanett8
    Zanetti (@GiovannaZanett8) relatou um problema

    Esse box que está 10 dias atrasado eu nem responsabilizo totalmente a Amazon pois é um vendedor que usa Amazon é um vendedor terceiro e ele usa a transportadora Loggi que é uma péssima transportadora sempre dá problema e extravia os pedidos

  • peixinh_o
    Caroline™ 💕✨ (@peixinh_o) relatou um problema

    Quem mora em Manaus estácom problemas com as entregas da Amazon? *****, já é a segunda vez essa palhaçada

  • Tiagogreis
    Tiago Guitián Reis (@Tiagogreis) relatou um problema

    Mas existe uma armadilha nessa narrativa que precisa estar na análise. FAANG não morreu. Apple vale US$ 3 trilhões. Google vale US$ 4,6 trilhões. Amazon segue dominando nuvem e e-commerce. A transição não é de substituição, é de acréscimo. O novo grupo está capturando valor adicional que antes não existia. O erro seria sair completamente do FAANG para entrar no MANGOS. O acerto é entender que o portfólio precisa dos dois.

  • lucassoare56975
    lucas soares (@lucassoare56975) relatou um problema

    @cejotacomenta Amazon estava cobrando no meu cartão virtual, mas eu não tinha conta, liguei neles eles falaram que tem essa conta no meu CPF, mas só podia me passar o login ou cancelar se eu informasse o número do cartão, mas era virtual, só aparece 4 dígitos.

  • pINKheerin
    Bia (Malakai's) (@pINKheerin) relatou um problema

    @AmazonHelp Então basicamente ninguém vai ajudar e eu que lide com a crise ansiosa que o erro de vocês ta me causando 👎

  • oiiwlton
    wellington (@oiiwlton) relatou um problema

    @ser20011 @vilanovamarlon só tive problemas com entrega da amazon uma única vez em todos os anos que uso, e foi porque a loja não tinha mais o produto na época, agora já cheguei a comprar produto de madrugada e ele chegar no início da noite

  • ipadasher
    ipadasher (@ipadasher) relatou um problema

    *A Caixa de Sapatos que Vai Enterrar o Transistor (e Deixar a China Para Trás)* A Lei de Moore está morrendo. O transistor está morrendo. E a batalha pelo poder computacional do século vinte e um não será travada em Taipei, nem em Xangai, nem em Seul. Será travada numa câmara de metal na Bélgica, a uma temperatura que não existe em nenhum lugar natural do universo. Isso já está acontecendo. E quase ninguém percebeu ainda. Por cinquenta anos, a indústria de semicondutores teve uma única resposta para qualquer problema: encolha o transistor. Essa resposta funcionou tão bem que o mundo inteiro construiu sua civilização em cima dela. Cidades, economias, exércitos e sistemas financeiros, tudo dependendo de uma lei empírica e da promessa renovada a cada dois anos de que haveria mais poder computacional por menos dinheiro. Essa promessa chegou ao fim. A física não negocia. Os transistores modernos têm apenas alguns átomos de espessura. Não há mais muito espaço para onde mais encolher. E enquanto isso acontecia de forma silenciosa nos laboratórios, o mundo da inteligência artificial passou a exigir poder computacional numa escala que tornaria qualquer engenheiro das gerações anteriores literalmente incrédulo. O que vem agora não é uma melhoria incremental. É uma ruptura de paradigma. E ela vai redesenhar o mapa do poder global com uma precisão que nenhuma sanção comercial ou guerra tarifária conseguiria alcançar. *1. O Verdadeiro Custo da Inteligência Artificial* As pessoas imaginam que o custo da IA é pago em algoritmos e dados. Estão erradas. O custo real é pago em energia. Em calor. Em física elementar. Os maiores data centers de IA do mundo hoje precisam de usinas nucleares dedicadas exclusivamente para mantê-los funcionando. Não estou usando metáfora. Empresas como Microsoft, Google e Amazon estão literalmente negociando contratos com operadoras de usinas nucleares para garantir eletricidade suficiente para seus servidores. Por quê? Porque quando bilhões de sinais elétricos percorrem fios microscópicos de metal, os elétrons colidem contra átomos. Essa resistência gera calor. Em escala de data center, esse calor é monstruoso. A maior parte da energia consumida por um servidor moderno não serve para "pensar". Serve para resfriar o que foi aquecido pelo processo de pensar. A computação moderna é uma batalha é**** e permanente contra o calor. E estamos perdendo. Isso era tolerável quando a IA servia para responder perguntas em chatbots. Não é mais tolerável agora que a IA agêntica, aquela que age de forma autônoma, que busca dados, raciocina, toma decisões e aciona ferramentas em loops contínuos, passou a exigir que a informação se mova incessantemente, a velocidades cada vez maiores. O modelo atual de computação vai quebrar. A questão não é se. É quando. *2. A Morte do Transistor* A solução não é resfriar melhor o inferno. É eliminar o calor na origem. Certos materiais, quando resfriados abaixo de uma temperatura crítica, entram num estado onde a eletricidade flui com resistência zero (Niobio 🇧🇷). Nenhuma colisão. Nenhum atrito. Nenhum calor gerado. Esse fenômeno chama-se supercondutividade, e é conhecido pela física há mais de um século. O que mudou agora é que engenheiros descobriram como usá-lo para substituir o transistor. O transistor foi assassinado. Seu substituto tem um nome elegante: Junção Josephson. A estrutura é de uma simplicidade desconcertante. Dois materiais supercondutores separados por uma camada finíssima de material isolante, fina como alguns átomos. Em vez de sinais elétricos volumosos e energeticamente custosos, essa junção emite pulsos magnéticos minúsculos e precisos chamados Single Flux Quantum. Os números dessa substituição são difíceis de processar intuitivamente. Um transistor moderno opera com cerca de 500 milivolts. A Junção Josephson opera com 1 milivolt. Os processadores modernos lutam para sustentar 5 GHz. Os circuitos supercondutores já ultrapassaram 100 GHz. Mais rápido. Usando uma fração ínfima da energia. Gerando calor próximo de zero. *3. O Golpe de Mestre: Não é Computação Quântica* Aqui está o detalhe que separa essa tecnologia de tudo que você já ouviu sobre o futuro da computação. Ela usa efeitos da mecânica quântica. Ela exige temperaturas extremas. Mas não é computação quântica. Ela opera com bits clássicos. Zeros e uns. Sem superposição, sem emaranhamento, sem os problemas monumentais de correção de erros que tornam os computadores quânticos praticamente inúteis para aplicações gerais ainda por muitos anos. Isso significa uma coisa de importância civilizacional: cinquenta anos de software continuam funcionando. Nenhuma reescrita. Nenhuma reconversão de algoritmos. Nenhum período de transição traumático para a indústria global de software. Você pega o hardware existente de um data center, troca pelo hardware supercondutor e o mesmo software roda, apenas num chip que é ordens de grandeza mais rápido e eficiente. Esse é o golpe de mestre. É uma revolução que o mundo pode adotar sem precisar esquecer o que sabe. *4. O Paradoxo do Gelo* Há um custo. Seria ingênuo imaginar que não há. Para funcionar, o sistema precisa ser mantido a 4 Kelvin. Menos 269 graus Celsius. Alguns graus acima do zero absoluto, o ponto mais frio fisicamente possível no universo. Isso exige um equipamento chamado criostato, uma câmara de resfriamento ultra-precisa que, para o senso comum, torna toda a proposta aparentemente absurda. Você precisa de uma geladeira científica gigante para fazer seu computador funcionar? Mas aqui a matemática desfaz a intuição. Na escala dos data centers de IA atuais, a energia consumida pelo resfriamento de um sistema supercondutor é uma fração minúscula da energia que esse sistema economiza ao processar sem calor. A conta fecha com sobra. Fecha com sobra tão absurda que abre uma possibilidade hoje simplesmente impossível com transistores convencionais. Empilhamento tridimensional. Hoje, se você empilhar processadores convencionais um sobre o outro, eles fritam. O calor gerado por cada camada destrói as camadas adjacentes. Isso impõe uma limitação física brutal ao design de chips. Com supercondutores, o calor gerado é próximo de zero. Você pode empilhar placa sobre placa indefinidamente. A IMEC, o principal laboratório de pesquisa de semicondutores da Europa, sediado na Bélgica, modelou esse futuro com precisão. Um sistema de cem placas empilhadas. Dimensão total: uma caixa de sapatos. Esse objeto entregaria 20 Exaflops de poder computacional. Vinte vezes mais do que o maior supercomputador existente no mundo hoje. Consumindo 500 kilowatts, contra as centenas de megawatts que as fazendas de servidores atuais devoram. Uma melhoria de cem vezes na eficiência energética. Numa caixa de sapatos. Ainda estamos na fase de construção dos componentes fundamentais e da validação desses modelos. Mas o caminho técnico já está aberto. *5. A Bandeira Belga e as Patentes Americanas* Seria tentador ler o protagonismo da IMEC como uma vitória europeia numa batalha até agora travada exclusivamente entre americanos e chineses. Seria um erro. A IMEC opera em Leuven, na Bélgica. Mas suas descobertas fundamentais sobre a Junção Josephson, os processos que tornaram essa tecnologia industrialmente viável, repousam sobre uma estrutura densa de patentes americanas. A bandeira é belga. A soberania intelectual é americana. Isso não é um detalhe técnico. É a arquitetura do poder. O que os Estados Unidos construíram ao longo das últimas décadas não foi apenas superioridade manufatureira. Foi uma teia de propriedade intelectual tão abrangente que mesmo quando o trabalho científico acontece em outro continente, o controle permanece em Washington e em Silicon Valley. A IMEC pode estar em Bruxelas. Mas qualquer empresa que queira licenciar esses processos, qualquer fábrica que queira adotar essa tecnologia em escala industrial, terá de negociar com o aparato de patentes americano. Para a China, isso fecha a última porta que parecia estar entreaberta. A estratégia chinesa de décadas foi clara: copiar, engenharia reversa, absorver. Funcionou razoavelmente bem com transistores convencionais, onde os processos tinham décadas de existência e as brechas eram exploráveis. Não funcionará aqui. A supercondutividade clássica está sendo patenteada no momento em que é inventada, com uma velocidade que a China não consegue acompanhar e dentro de uma jurisdição que ela não controla. Pior: a China construiu sua ambição em semicondutores sobre um modelo de escala manufatureira. Tem centenas de milhares de engenheiros treinados para fabricar transistores em volume. Tem muito menos cientistas capazes de trabalhar na fronteira da física de materiais supercondutores. A escala industrial que Pequim levou décadas para construir torna-se um ativo irrelevante num jogo onde o que importa não é quantidade de fábricas, mas domínio de física fundamental. O bloqueio americano de semicondutores sempre foi apresentado como uma medida defensiva e temporária. Pode ser que seja, na verdade, uma cortina de fumaça atrás da qual o verdadeiro movimento estratégico estava acontecendo silenciosamente: garantir que o próximo paradigma completo da computação nascesse dentro do perímetro da propriedade intelectual americana, antes que a China percebesse que o jogo havia mudado. *6. O Fracasso Mais Valioso da História* Há uma ironia que merece atenção. A computação quântica foi anunciada há décadas como a revolução definitiva. Bilhões foram investidos. Empresas foram fundadas. Governos financiaram programas inteiros. E o resultado prático, até hoje, é modesto. Computadores quânticos existem, funcionam em condições extremamente controladas, e resolvem alguns problemas específicos com elegância. Mas a revolução comercial prometida ainda não chegou. Esse aparente fracasso pode ser o investimento mais importante que a civilização humana já fez. Porque computadores quânticos exigem os mesmos supercondutores. Os mesmos materiais. O mesmo ambiente de temperatura extrema. As mesmas técnicas de fabricação em escala. Ao construir a infraestrutura industrial para a computação quântica, empresas como a IBM, que está investindo bilhões em fábricas específicas em Nova York, estão construindo sem perceber exatamente a capacidade manufatureira que a lógica supercondutora clássica precisará para existir em escala global. A computação quântica pode não entregar o futuro que prometeu. Mas ela está construindo a fábrica onde o futuro real será produzido. É o maior acidente construtivo da história da tecnologia. *7. O Que Está em Jogo de Verdade* A inteligência artificial não é um produto. É infraestrutura. É o que a eletricidade foi no século vinte: quem controlar a geração controla a economia, a indústria e o poder militar. Um supercomputador de 20 Exaflops numa caixa de sapatos não é um gadget. É uma arma. É capacidade logística. É ruptura estratégica. Mas a dimensão mais perturbadora dessa tecnologia não é o poder bruto. É a mobilidade. Os data centers atuais são alvos. São estruturas gigantescas, visíveis em imagens de satélite, que exigem infraestrutura elétrica pesada e comunicações fixas. Num conflito de alta intensidade, são vulnerabilidades antes de serem ativos. Uma potência adversária sabe exatamente onde bombardear para cegar a IA militar inimiga. Uma caixa de sapatos com 20 Exaflops pode estar num navio. Pode estar num bunker subterrâneo. Pode estar num veículo em movimento. Pode ser replicada, distribuída, ocultada. A descentralização do poder computacional é simultaneamente a descentralização da resiliência estratégica. Os impérios do século vinte foram construídos sobre petróleo, aço e controle de rotas marítimas. Os impérios do século vinte e um serão construídos sobre quem consegue processar mais informação, com mais velocidade, consumindo menos energia, onde for necessário, quando for necessário, sem que ninguém saiba onde isso está acontecendo. Estamos na aurora desse novo mapa. Ele está sendo desenhado numa câmara de metal na Bélgica, com patentes americanas, a quatro graus acima do zero absoluto. O limite já não é o tamanho do transistor. O limite é o quão fundo os Estados Unidos estão dispostos a ir. E quão tarde a China percebeu que estava jogando o jogo errado.

  • rnydan2030
    Rafael Nydan (@rnydan2030) relatou um problema

    @bielvaquer @sitef5 @folha Eu não vi o vídeo da Alana, mas acho que há um erro de interpretação ai: ele não debochou da jornalista. Ele deu uma porrada na Amazon. A Alana cobre os jogos de dentro do estádio?

  • alanafolchart
    ✧ 𝕹𝖆𝖓𝖆 𝖇𝖆𝖓𝖆𝖓𝖆 ✧ (@alanafolchart) relatou um problema

    Lógico q o erro é da Amazon mas pq vcs compram itens facilmente encontrados em mercado online? A diferença de preço nem é tanta assim pra valer a pena a espera e o estresse

  • nenocasales
    1000ena 🧂's (@nenocasales) relatou um problema

    tentei comprar um livro na amazon realizei o pagamento não descontou disse que tava feito o pagamento fiquei sem entender e acabaram cancelando o pedido duas vezes agr nn sei se é problema do banco ou da amazon

  • CSMGS
    Certeza ao divulgar! Lesões: sintético NÃO!🇯🇵 (@CSMGS) relatou um problema

    @tetecombiscoito O APP deles é muito ruim, trava demais, carrega lento, etc... é bem melhor ver eles na Amazon... MAS RESOLVI NAO ASSINAR... não vale o q cobram... assinaria p ficar com raiva das travadas e das desconectadas...

  • Jessyk_Duarte
    Jessyca Duarte ツ 🎗🐼 (@Jessyk_Duarte) relatou um problema

    Gente vcs estão tendo problemas com entregas feita pelo Amazon, sempre comprei livros por lá mas esses últimos tempos a eles tão vindo com avariados tipo não tão te não cuidando para embalar.

  • BronnyJamesB
    Bronny James Brasil 🇧🇷 💜💛 (@BronnyJamesB) relatou um problema

    @Ricktere_beatle Concordo com vc, analisando pra além do erro da fala deles que é obvio, da pra enxergar responsabilidade na Amazon também, que não teve o mínimo de senso político da coisa. Diz q mudou a direção da divisão de esportes recentemente, acho q pode ter impactado...

  • vampimark
    𓂃 ࣪˖ ִֶָ analu ʲᵘʳⁱ́ᵈⁱᶜᵒ ᶜᵇˣ (@vampimark) relatou um problema

    o problema é q essas tonhas q até ontem eram ficwriter esquecem q msm quem nao tem dinheiro, tem direito a lazer, mas enfim ne, ai vai ver o livro custa 15 reais na amazon e a dondoca ta causando antipatia de potenciais consumidores por isso

  • tominerando
    Jenny Minerando 💎⛏️ (@tominerando) relatou um problema

    @amazonbrasil Pros defensores de empresa bilionaria e fiscais de interpretação: O erro da amazon continua sendo mais bizarro que isso, Impressionante como tem gente que prefere focar na interpretação do que no fato de uma empresa bilionária entregar comida contaminada por produto de limpeza O erro logístico foi deles. A foto do produto COM ODOR foi enviada. Exigir RG e criar uma barreira de burocracia infinita por causa de uma granola estragada é tática clara para vencer o consumidor pelo cansaço e pra faze-lo desistir

  • pedropscals
    bruna (@pedropscals) relatou um problema

    Saudades de quando a amazon tinha zelo com as entregas. Comprei um copo de liquidificador pra mãe e ele veio solto na caixa sem proteção nenhuma. Resultado: Chegou quebrado.

  • sopasatx
    soph⁴⁴ ★彡 (@sopasatx) relatou um problema

    O que me irrita é ver gente na tl colocando a decisão da Amazon como o problema. A decisão correta seria mandar os dois patetas pra eles ficarem quietos? A Alana teria que sofrer pela imaturidade deles? A empresa deve recompensar falta de caráter pra sair bem na fita? me poupe

  • thivalente
    Thiago Valente (@thivalente) relatou um problema

    @bielvaquer @sitef5 @folha Não me pareceu que o problema foi pelo deboche com a repórter, ele seguiu comentando e deixando críticas à empresa no ar. E depois qd fala sobre o podcast da NBa e Amazon.. clima não devia tá nada legal.

  • igordisco
    Igor Fediczko (@igordisco) relatou um problema

    @zicoroen Parece que é muito mais atraso. O servidor da Amazon Prime não é otimizado como o do YouTube para vídeos.

  • PanuttoMurilo
    Murilo Panutto (@PanuttoMurilo) relatou um problema

    @robertovni @PerolasdaNBA Pra mim a Alana e o menor do problema, Amazon afastou mesmo por dar a entender na fala dele, que mulheres tem que fazer certo favores na emissora, e isso pega mal demais, e a gente sabe que acontece sim, e com homens tbm, só ver relatos de artistas ...

  • IsaacCelsoa
    Isaac - RUMO AO HEXA ***** (@IsaacCelsoa) relatou um problema

    @gttofps1 Tem 1 mês que tô com um gerente da Amazon tentando resolver o meu problema. Eu não consigo cadastrar ***** nenhuma naquele lixo

  • RicardoLima18
    Ricardinho (@RicardoLima18) relatou um problema

    Galvão estaria fora de qualquer forma pela idade. É só ver como está em declínio na Amazon e no SBT. Dito isso, acho que cometeram um erro ao demitirem o Cleber Machado. Pra mim ele e o Luis Roberto deveriam continuar sendo revezados como figura principal da emissora. Vilani, Everaldo Marques, Paulo Andrade são bons narradores, mas ainda não tem o estofo desses dois. E olha que eu nem sou muito fã do Luis Roberto.