Mapa de falhas e interrupções no serviço GitHub
O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço GitHub relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço GitHub e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo
O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.
Usuários da GitHub afetados:
A GitHub é uma empresa que fornece hospedagem para desenvolvimento de software e controle de versão usando o sistema Git. Ela oferece controle de versão distribuído e a funcionalidade de gerenciamento de código-fonte pelo Git, além de seus próprios recursos.
Locais mais afetados
Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:
| Localização | Reclamações |
|---|---|
| Tel Aviv, Tel Aviv | 1 |
| Rive-de-Gier, Auvergne-Rhône-Alpes | 1 |
| Itapema, SC | 1 |
| Cleveland, TN | 1 |
| Tlalpan, CDMX | 1 |
| Quilmes, BA | 1 |
| Bengaluru, KA | 1 |
| Yokohama, Kanagawa | 1 |
| Gustavo Adolfo Madero, CDMX | 1 |
| Nice, Provence-Alpes-Côte d'Azur | 1 |
| Brasília, DF | 1 |
| Montataire, Hauts-de-France | 3 |
| Colima, COL | 1 |
| Poblete, Castille-La Mancha | 1 |
| Ronda, Andalusia | 1 |
| Hernani, Basque Country | 1 |
| Tortosa, Catalonia | 1 |
| Culiacán, SIN | 1 |
| Haarlem, nh | 1 |
| Villemomble, Île-de-France | 1 |
| Bordeaux, Nouvelle-Aquitaine | 1 |
| Ingolstadt, Bavaria | 1 |
| Paris, Île-de-France | 1 |
| Berlin, Berlin | 1 |
| Dortmund, NRW | 1 |
| Davenport, IA | 1 |
Discussão da comunidade
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Reclamações sobre problemas no serviço GitHub
Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:
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CryptoGeek (@CryptoGeekPT) relatou um problema3/ Isto não é anedota. Em Maio, outro paper analisou agentic workflows reais em GitHub Actions. 13.392 workflows. 10.792 repositórios. 519 potenciais vulnerabilidades. 496 confirmadas como exploráveis. 343 zero-days. O problema não é “o modelo alucina”. É o output virar acção.
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Ekson Nunes (@_Ekshow) relatou um problema@ "Claude, não upe as chaves api para o github e não deixe o edpoint exposto sem autentificacao nenhuma, não cometa erros" De nada 👍🏾
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André Fernandes (@andrenit) relatou um problema@giovannibassi Isso não faz muito sentido. Você está assumindo que cada setup do Forgejo será seguro e desprovido de maiores emoções. Realidade: todos os problemas de indisponibilidade e vulnerabilidades do GitHub existirão em escala muito maior.
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tachi :P (@Tachiminhoca) relatou um problemaTo com um problema q eu n consigo nem formular uma frase pra explicar, eu qria poder mandar um audio chorando no github e só mostrando um print
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Helder Vendramini (@hlvprado) relatou um problema@th3uz_19 @srprogrammer Exato. Pelo menos o básico tem que ser revisado. E divulgar código em Github público é muito preocupante. Projeto precisa estar muito bem ******** para evitar problemas.
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bebeto 🤖 (@bbtoBR) relatou um problema🧠 RAG redescobre o conhecimento do zero em cada pergunta. LLM Wiki compila uma vez e fica mais inteligente pra sempre. Andrej Karpathy publicou isso há 2 dias. 5.000 stars no GitHub em 48 horas. A diferença na prática: RAG: você pergunta, a IA vasculha documentos, monta fragmentos, responde e esquece tudo. LLM Wiki: você adiciona uma fonte, a IA lê, atualiza páginas de entidade, sinaliza contradições, fortalece a síntese. O conhecimento acumula. Cada fonte torna o sistema mais preciso. Permanentemente. Pensa assim: Obsidian é a IDE. O LLM é o programador. A wiki é o codebase. Você nunca escreve a wiki. Você fornece as fontes. O agente faz o resto. Já estou pensando em como aplicar isso na gestão de conhecimento dos contratos. Documentação que acumula e se mantém atualizada automaticamente é exatamente o problema que ainda resolvo na mão. Você ainda usa RAG ou já testou alguma abordagem de knowledge base persistente?
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Antonio Carlos Filho - trapiche.cloud (@acfilho_dev) relatou um problema@SpringerFabio Fala meu amigo, a plataforma é deploy de apps tbm, por isso pedimos acesso ao seu GitHub. Vou iniciar o processo de login com Google tbm pra facilitar
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Gabriel Santos | IA (@DehumanoaDeus) relatou um problema10- Deploy em 60 segundos Normalmente você precisa de : • servidor • pipeline • monitoramento • autenticação • gestão de custos Com GitHub Actions → nada disso Comando : claude /install github action 👉 tudo é gerado automaticamente E ainda é grátis (muitas vezes melhor que ferramentas de 200$/mês)
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Grok (@grok) relatou um problema@AlmirMachado @Fried_rice Sim, é real. O código fonte completo do Claude Code (CLI da Anthropic) vazou hoje via um arquivo sourcemap (.map) incluído por erro no pacote npm oficial (anthropic-ai/claude-code v2.1.88). O diretório com ~2300 arquivos TS foi exposto e mirrors públicos já surgiram no GitHub. Acidental, mas confirmado.
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Preta (@monteinlobato) relatou um problemaSe tem um erro que nunca mais vou esquecer na minha vida é de integrar um projeto com o github e dar commit
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Alex Barros (@barros_d_alex) relatou um problema@renatadoro1 Agora usar CI CD com GitHub actions agora a evitar erros quando vc sobe uma versão nova do sistema
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kim (@FuraPauta) relatou um problemaHá duas semanas eu estava estudando o MiroFish. Não por curiosidade diletante. Eu queria entender por que um estudante de 20 anos, em dez dias, usando iA como ferramenta de construção, conseguiu criar algo que chegou ao primeiro lugar do GitHub global e recebeu investimento de 30 milhões de yuan em menos de 24 horas. A resposta curta é: porque ele entendeu que prever o futuro não é calcular uma equação. É simular um mundo e observar o que emerge. O MiroFish cria milhares de agentes digitais com personalidade, memória e lógica comportamental própria, joga todos dentro de um ambiente social simulado, e assiste. As coalizões se formam sozinhas. As opiniões se deslocam. Os padrões aparecem sem que ninguém os tenha programado. Eu olhei para isso e pensei: conheço essa arquitetura. Não o código. Não o stack tecnológico. A lógica. A premissa de que componentes isolados não preveem nada, mas componentes bem orquestrados produzem capacidade que nenhum deles teria sozinho. A ideia de que um grafo estruturado de conhecimento funciona como âncora de realidade. A convicção de que agentes com personalidade e memória se comportam de forma diferente de funções sem estado. A prática de compor frameworks existentes em vez de inventar do zero. A VIA opera *** os mesmos princípios. Em escala diferente, com propósito diferente, para um público diferente. Onde o MiroFish simula multidões, a VIA avalia uma pessoa. Onde o MiroFish modela opinião pública, a VIA modela como um executivo vai se comportar quando a pressão chegar no board. Onde o MiroFish gera cenários narrativos sobre sistemas sociais, a VIA gera cenários calibrados sobre um indivíduo em um contexto organizacional específico. Escrevi um tratado comparando as duas arquiteturas. Não para dizer que uma é melhor que a outra. Essa seria a resposta fácil, e a resposta fácil quase nunca é a resposta certa. Escrevi porque a convergência estrutural entre os dois sistemas revela algo sobre a direção da iA que me parece mais importante que qualquer comparação competitiva: estamos entrando em uma era em que modelar comportamento humano *** pressão deixou de ser exercício teórico e virou ferramenta operacional. O tratado é honesto sobre as limitações dos dois lados. O MiroFish não publicou benchmarks de acurácia. A VIA também não, embora esteja construindo o protocolo de acompanhamento longitudinal que vai permitir isso. O MiroFish tem um problema documentado de viés de manada nos agentes LLM. A VIA usa instrumentos (MBTI, Eneagrama) cuja confiabilidade psicométrica é contestada na literatura acadêmica, e mitiga isso com calibração Rasch e validação cruzada, mas os disclaimers existem por uma razão. A parte que mais me interessa no texto, se sou franco, é a que poucos vão ler com a atenção que merece: a seção sobre complementaridade. A possibilidade de alimentar um MiroFish com perfis comportamentais construídos pela VIA e rodar simulações de dinâmica de board com agentes configurados a partir de avaliações reais. Nash formal mais simulação emergente mais validação epistêmica. Três vértices de um triângulo onde cada um compensa as fraquezas dos outros. Isso ainda não existe. Mas a convergência arquitetônica sugere que vai existir. Publico o texto com uma declaração de interesse no topo: sou sócio da VIA, e o leitor tem direito de saber disso antes de avaliar qualquer conclusão. A análise reflete a visão da empresa. O rigor reflete a convicção de que transparência sobre limites é mais persuasiva do que fingir que eles não existem. O ensaio se chama "Mundos simulados, pessoas reais". Se você trabalha com governança, avaliação executiva, iA aplicada a decisão, ou simplesmente quer entender o que acontece quando simulação de multidões e avaliação individual de líderes operam *** a mesma lógica arquitetônica, vale a leitura. ousadia criativa. precisão estratégica. – por kim
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gamer clt (@Drigow17) relatou um problema@hakimbeybr @lucao_gb @barraes Mano, o env tá no github, o github não é um servidor e sim um repositório para versionamento de código. Se o repositório tá público, qualquer pessoa consegue acessar, não é uma invasão.
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reneto ⭐️ (@rrocha_dev) relatou um problemaMais alguém com problema com o GitHub?
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Njord (@Njord01) relatou um problema@Byanu @ArthurODS_ O problema é esse aí, ao invés de contratar profissional, preferiu criar um post tirando os devs pra *****. Ele não foi "hackeado", simplesmente deixou tudo público, nego apertou F12 e estava tudo lá, depois viram que ele commitou até o .env no github Soberba nunca acaba bem.