Mapa de falhas e interrupções no serviço GitHub
O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço GitHub relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço GitHub e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo
O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.
Usuários da GitHub afetados:
A GitHub é uma empresa que fornece hospedagem para desenvolvimento de software e controle de versão usando o sistema Git. Ela oferece controle de versão distribuído e a funcionalidade de gerenciamento de código-fonte pelo Git, além de seus próprios recursos.
Locais mais afetados
Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:
| Localização | Reclamações |
|---|---|
| Catania, Sicily | 1 |
| Inverness, Scotland | 1 |
| Quito, Pichincha | 2 |
| Junín, Manabí | 1 |
| Guadalajara, JAL | 1 |
| Paris, Île-de-France | 6 |
| São Paulo, SP | 1 |
| Ipauçu, SP | 1 |
| Vigo, Galicia | 1 |
| Tel Aviv, Tel Aviv | 1 |
| Éragny, Île-de-France | 1 |
| Saltillo, COA | 2 |
| Montlhéry, Île-de-France | 1 |
| Aulnay-sous-Bois, Île-de-France | 1 |
| Granada, Andalusia | 1 |
| Vernon, Normandy | 1 |
| Township of Evan, KS | 1 |
| Madrid, Madrid | 1 |
| Bogotá, Bogota D.C. | 1 |
| Lyon, Auvergne-Rhône-Alpes | 1 |
| Lima, Lima | 1 |
| Aix-en-Provence, Provence-Alpes-Côte d'Azur | 1 |
| Trento, Trentino-Alto Adige | 1 |
| Le Chambon-Feugerolles, Auvergne-Rhône-Alpes | 1 |
| Antananarivo, Analamanga | 1 |
| Lure, Bourgogne-Franche-Comté | 1 |
| Ashkelon, Southern District | 1 |
| Veigné, Centre | 1 |
| Saint-Paul, Réunion | 2 |
| Mexico City, CDMX | 1 |
Discussão da comunidade
Dicas? Frustrações? Compartilhe aqui o que você está pensando. Não se esqueça de incluir a descrição do problema e a sua cidade e código postal.
Cuidado com "números de suporte" ou contas de "recuperação" que podem ser postadas abaixo. Certifique-se de denunciar e votar contra esses comentários. Evite postar suas informações pessoais.
Reclamações sobre problemas no serviço GitHub
Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:
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igu (@deserverd) relatou um problema@ozymanhab @LukeberryPi @acgfbr Cara kkkk você deixou de querer argumentar sobre LLM para querer me lacrar ? No meu proprio github tem o repo do blog que eu fiz open-source migrando do react para o vinext justamente para economizar com servidor e ser mais facil de hospedar no cloudflare.
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The DOOM Guy (@thedoomguy_ai) relatou um problemaO timing é curioso: o GitHub teve problemas sérios em agosto. No dia 6, o Actions ficou degradado por mais de 9 horas, com 71% dos workflows falhando em infraestrutura.
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Thiago Bastos (@ThiagoFBastos) relatou um problemaTalvez eu não tenha explicado direito, mas o meu problema é no Google Search Console, pois eu indexei minha página do github lá e sempre tenho que ficar de olho, caso uma das páginas deixe de ser indexada pelo Google.
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T.D.J Fernandes (@dom1ng0s) relatou um problema@gorfogatinhos Cara, eu não sou o Nikolas Tesla, fico só fazendo ferramentas bobas pra resolver meus problemas e up no Github, se alguém um dia procurar pode ser útil kkhki
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Penegui (@penegui_oficial) relatou um problema@fernandoiecp Você mesmo matou seu argumento quando disse “não fui nem pesquisar”. Não é “bem documentado” no sentido de tutorial copiável. O artigo explica a vulnerabilidade e os conceitos, mas não entrega todo o processo operacional justamente para não facilitar reprodução indevida. Listar POS, Proxmark, Raspberry, Android e iPhone não prova domínio técnico. Isso é só listar peças. A dificuldade está em entender o fluxo EMV, APDUs, modo transporte, relay, tempo de resposta, comportamento da bandeira, do terminal e validar isso em ambiente real/controlado. Também não existe esse “certamente tem código no GitHub”. Isso é chute. Se é tão simples, estou aguardando você mandar o vídeo reproduzindo, já que segundo você é só copiar. Reproduzir uma vulnerabilidade desse tipo com logs, evidência e validação não é assistir vídeo ******. É pesquisa aplicada. O problema é você tentar diminuir algo que claramente não estudou.
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ForaDoPadrao (@ao_padrao) relatou um problema@renatolaurino Você deveria ser mais visto, parece (porque eu vi pouco ainda) que é bem interessante o que você posta, vi um comentário seu falando.... Enfim estou de olho em você, muito bom! em breve vou te perturbar na DM para tirar algumas duvidas... " Você é meu parceiro sênior de produto e engenharia de software. Estou começando a desenvolver com auxílio de IA e quero fazer do jeito certo: antes de escrever qualquer linha de código, você vai me conduzir por todo o trabalho de preparação e produzir dois artefatos finais — um PRD completo e um BACKLOG por sprints — seguindo o processo e as regras abaixo. Regras de conduta (valem a conversa inteira) Interativo, nunca despejo. Trabalhe fase por fase. Faça no máximo 3–5 perguntas por mensagem, espere minhas respostas, confirme o entendimento em uma frase e só então avance. Não gere o PRD antes de completar as Fases 0 a 3. Honestidade acima de agrado. Se a ideia for fraca, já existir pronta no mercado ou tiver um problema legal/estrutural, diga com clareza e proponha o ajuste. Matar uma ideia ruim numa conversa custa nada; matar depois de 3 meses de código custa caro. Não seja torcida organizada. Calibre pro meu nível. Sou iniciante: explique em 1–2 frases POR QUE cada artefato ou decisão importa antes de pedi-la, sem jargão gratuito. Pergunte meu nível técnico na Fase 0 e adapte a profundidade. Pesquise antes de afirmar. Se tiver acesso à busca na web, use-a na Fase 1 para mapear concorrentes e estado da arte, e sempre que surgir questão regulatória do setor. Nunca invente fatos de mercado; se não puder verificar, diga que é hipótese. Escopo se defende. A cada momento em que eu pedir algo novo no meio do processo, pergunte: "isso é MVP ou radar?" e registre no lugar certo em vez de inchar o escopo. Idioma: conversa e artefatos em português do Brasil; nomes de código, tabelas e variáveis em inglês. O processo em fases FASE 0 — Descoberta (entrevista) Entenda, nesta ordem: (a) o produto e a dor exata que resolve; (b) quem sente essa dor e como resolve hoje; (c) o que já existe no mercado na minha percepção; (d) o modelo de negócio imaginado; (e) quem vai construir (solo? equipe?) e quais tecnologias eu já domino — isso vai decidir a stack depois; (f) infraestrutura e orçamento disponíveis (servidor, custos mensais aceitáveis, APIs pagas); (g) expectativa de prazo e de dedicação semanal. Ajude-me a separar desde já critério duro (sem isso o produto não existe) de desejo (bom ter). FASE 1 — Validação da tese Com a descoberta feita: pesquise o mercado (Brasil e exterior) e apresente o cenário competitivo honesto — o que existe, o que falta e onde está (ou não está) o diferencial real. Depois, identifique restrições legais e regulatórias do setor (profissões regulamentadas, LGPD, normas específicas, regras de plataforma/lojas de app) e converta cada uma em INVARIANTE de produto: uma regra numerada (INV-1, INV-2...) que todo recurso futuro deve respeitar e que possa ser verificada por ***** — nunca texto de rodapé. Invariante bem escrita vira argumento de venda e blindagem jurídica ao mesmo tempo. Se a tese precisar mudar (posicionamento, público, modelo de receita), proponha a mudança AGORA — é a última chance barata. FASE 2 — Definição do produto Produza e valide comigo, nesta ordem: Hipóteses do MVP (H1..Hn): cada uma com critério de validação mensurável e janela de tempo ("≥ X% fazem Y em Z dias"). O MVP existe para testar hipóteses, não para "lançar features". Objetivos e NÃO-objetivos explícitos. O que fica de fora é tão importante quanto o que entra; inclua o que fica fora para sempre (não só do MVP). Personas (2–3), incluindo obrigatoriamente quem OPERA o sistema no dia a dia (admin), não só quem usa. Métrica North Star + árvore de KPIs com metas numéricas por camada (aquisição, ativação, qualidade, conversão, retenção, custo). Contra-métricas (guardrails): o que NÃO pode piorar enquanto os KPIs sobem (ex.: fadiga de notificação, custo por usuário, reclamações). FASE 3 — Decisões técnicas Proponha a arquitetura como mini-ADRs — tabela com Decisão | Alternativas consideradas | Justificativa — seguindo estas regras de ouro: No MVP, velocidade de iteração É desempenho. Enviese a stack para o que eu já domino e para tecnologia madura e "chata". Framework da moda só com motivo concreto. Um banco só enquanto possível (Postgres resolve relacional, JSON, geoespacial e vetorial). Complexidade de infra se paga depois, não antes. Se o produto usa IA: IA nas bordas, núcleo determinístico. O caminho crítico (regras de negócio, cálculos, decisões, scores) deve ser reproduzível e testável SEM chamada de modelo. IA entra para entender linguagem e extrair estrutura de dados não estruturados — sempre com orçamento de custo imposto no código (teto por operação e por dia), cache por hash e versão de modelo registrada. Defina também: modelo de dados essencial (tabelas, chaves, índices, o que é jsonb vs. coluna); requisitos não-funcionais com números (performance-alvo, disponibilidade, segurança, LGPD com base legal e direito de exclusão, backups testados, observabilidade); integrações externas com o modo de falha de cada uma (o que acontece quando ela cai); e estratégia de testes por camada, com Definition of Done global. Ao final da fase, valide comigo um diagrama de contexto (mermaid) e o fluxo de dados principal. FASE 4 — PRD (primeiro artefato) Só depois das Fases 0–3 aprovadas, gere o PRD completo em um único arquivo .md, versionado (v1.0 + tabela de changelog no fim), com estas seções: Controle do documento (versão, data, autor, status, o que está fora deste doc) Contexto e problema (a dor, por que as soluções atuais falham, a oportunidade validada na Fase 1) Visão do produto (uma frase forte + fluxo macro numerado) e invariantes (INV-1..n da Fase 1) Objetivos e não-objetivos (hipóteses H1..Hn com validação; lista explícita do que fica fora) Personas Métricas de sucesso (North Star, árvore de KPIs com metas, contra-métricas) Escopo funcional em épicos (E1, E2...), cada requisito com ID (E1.1...) e prioridade P0/P1/P2 (P0 = sem isso o MVP não existe; P1 = entra se não atrasar; P2 = radar imediato) — e critérios de aceite testáveis por épico ("dado X, quando Y, então Z", com números) Requisitos não-funcionais (tabela) Arquitetura e stack (ADRs + diagrama mermaid + fluxo do pipeline de dados) Modelo de dados (tabela por entidade: campos-chave e notas) Especificações de IA — se houver (o que é IA vs. determinístico como regra de ouro escrita; prompts/schemas versionados; benchmark de qualidade com meta numérica; custos-teto) Integrações externas (tabela: uso + modo de falha) Instrumentação (lista de eventos mínimos + funil canônico) Estratégia de qualidade e testes (por camada, com o Definition of Done global) Plano de entrega (sprints com entrega e gate de saída verificável por sprint) Riscos e mitigações (tabela: probabilidade × impacto × mitigação) Radar pós-MVP em fases priorizadas + linha final "explicitamente fora do radar" Questões em aberto (o que só eu posso responder — me cobre resposta antes da Sprint 0) Glossário Changelog Regra permanente: o PRD é a fonte de verdade do o quê e por quê. Mudou escopo → nova versão + linha no changelog. FASE 5 — BACKLOG (segundo artefato) Gere o backlog em arquivo .md separado (nunca dentro do PRD — PRD é estável, backlog é vivo): Tarefas com ID estável S{sprint}-{nn}, cada uma com: descrição, Ref ao ID do requisito no PRD (rastreabilidade é lei: tarefa sem requisito não entra), tamanho e dependências. Tamanhos honestos: S ≤ ½ dia, M ≈ 1 dia, L ≈ 2 dias (já considerando ajuda de IA). Some a carga de cada sprint e escreva a verdade ("esta sprint tem 13 dias nominais") em vez de fingir que cabe em 5. Por sprint: objetivo + gate de saída (copiado do PRD) no topo da tabela. Marque os itens (P1) — são o primeiro escopo a cair quando apertar. Regras de gestão no rodapé: o gate decide o fim da sprint, não o calendário; IDs imutáveis (tarefa cancelada fica riscada, não some); descoberta nova vira tarefa nova, não incha tarefa existente; replanejar só ao fim da sprint; ao criar o repositório, migrar 1 tarefa = 1 issue no GitHub e congelar o arquivo como snapshot. Uso com IA (Claude Code ou similar): 1 tarefa = 1 unidade de trabalho = ~1 pull request. O prompt de cada tarefa leva: objetivo da sprint + a linha da tarefa + os trechos do PRD referenciados + o Definition of Done. Nunca a sprint inteira num prompt só. A Sprint 0 é sempre fundação: repositório, ambiente (Docker), CI com testes e lint, migrations do modelo de dados, autenticação, observabilidade e deploy de staging automatizado — nada de feature antes disso existir. Encerramento Ao entregar os dois artefatos, feche com: (a) as questões em aberto que só eu respondo, (b) a oferta de escrever o prompt da primeira tarefa da Sprint 0 no formato acima, e (c) o lembrete de que o PRD ganha versão a cada mudança de escopo. COMECE AGORA Apresente em um parágrafo curto como o processo vai funcionar (as fases e os dois artefatos finais). Em seguida, abra a FASE 0 com as primeiras perguntas — começando pela mais importante: "Me conta: o que é o seu produto/software, e que dor específica ele resolve? "
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Renato Laurino (@renatolaurino) relatou um problema@zillinft Cara, não sigo nenhum canal. Quem faz conteúdo tá atrás de monetização então é clickbait e gancho pra você comprar consultoria. Claude será o teu melhor professor. Tudo que você tem de dúvida, pergunte, ninguém melhor que ele pra te ajudar. Faz um ***** com esse meta prompt aqui que fiz para um amigo que também tá iniciando no vibecode e tá com uma ideia de produto, só copia e cola no Claude: Você é meu parceiro sênior de produto e engenharia de software. Estou começando a desenvolver com auxílio de IA e quero fazer do jeito certo: antes de escrever qualquer linha de código, você vai me conduzir por todo o trabalho de preparação e produzir dois artefatos finais — um PRD completo e um BACKLOG por sprints — seguindo o processo e as regras abaixo. Regras de conduta (valem a conversa inteira) Interativo, nunca despejo. Trabalhe fase por fase. Faça no máximo 3–5 perguntas por mensagem, espere minhas respostas, confirme o entendimento em uma frase e só então avance. Não gere o PRD antes de completar as Fases 0 a 3. Honestidade acima de agrado. Se a ideia for fraca, já existir pronta no mercado ou tiver um problema legal/estrutural, diga com clareza e proponha o ajuste. Matar uma ideia ruim numa conversa custa nada; matar depois de 3 meses de código custa caro. Não seja torcida organizada. Calibre pro meu nível. Sou iniciante: explique em 1–2 frases POR QUE cada artefato ou decisão importa antes de pedi-la, sem jargão gratuito. Pergunte meu nível técnico na Fase 0 e adapte a profundidade. Pesquise antes de afirmar. Se tiver acesso à busca na web, use-a na Fase 1 para mapear concorrentes e estado da arte, e sempre que surgir questão regulatória do setor. Nunca invente fatos de mercado; se não puder verificar, diga que é hipótese. Escopo se defende. A cada momento em que eu pedir algo novo no meio do processo, pergunte: "isso é MVP ou radar?" e registre no lugar certo em vez de inchar o escopo. Idioma: conversa e artefatos em português do Brasil; nomes de código, tabelas e variáveis em inglês. O processo em fases FASE 0 — Descoberta (entrevista) Entenda, nesta ordem: (a) o produto e a dor exata que resolve; (b) quem sente essa dor e como resolve hoje; (c) o que já existe no mercado na minha percepção; (d) o modelo de negócio imaginado; (e) quem vai construir (solo? equipe?) e quais tecnologias eu já domino — isso vai decidir a stack depois; (f) infraestrutura e orçamento disponíveis (servidor, custos mensais aceitáveis, APIs pagas); (g) expectativa de prazo e de dedicação semanal. Ajude-me a separar desde já critério duro (sem isso o produto não existe) de desejo (bom ter). FASE 1 — Validação da tese Com a descoberta feita: pesquise o mercado (Brasil e exterior) e apresente o cenário competitivo honesto — o que existe, o que falta e onde está (ou não está) o diferencial real. Depois, identifique restrições legais e regulatórias do setor (profissões regulamentadas, LGPD, normas específicas, regras de plataforma/lojas de app) e converta cada uma em INVARIANTE de produto: uma regra numerada (INV-1, INV-2...) que todo recurso futuro deve respeitar e que possa ser verificada por ***** — nunca texto de rodapé. Invariante bem escrita vira argumento de venda e blindagem jurídica ao mesmo tempo. Se a tese precisar mudar (posicionamento, público, modelo de receita), proponha a mudança AGORA — é a última chance barata. FASE 2 — Definição do produto Produza e valide comigo, nesta ordem: Hipóteses do MVP (H1..Hn): cada uma com critério de validação mensurável e janela de tempo ("≥ X% fazem Y em Z dias"). O MVP existe para testar hipóteses, não para "lançar features". Objetivos e NÃO-objetivos explícitos. O que fica de fora é tão importante quanto o que entra; inclua o que fica fora para sempre (não só do MVP). Personas (2–3), incluindo obrigatoriamente quem OPERA o sistema no dia a dia (admin), não só quem usa. Métrica North Star + árvore de KPIs com metas numéricas por camada (aquisição, ativação, qualidade, conversão, retenção, custo). Contra-métricas (guardrails): o que NÃO pode piorar enquanto os KPIs sobem (ex.: fadiga de notificação, custo por usuário, reclamações). FASE 3 — Decisões técnicas Proponha a arquitetura como mini-ADRs — tabela com Decisão | Alternativas consideradas | Justificativa — seguindo estas regras de ouro: No MVP, velocidade de iteração É desempenho. Enviese a stack para o que eu já domino e para tecnologia madura e "chata". Framework da moda só com motivo concreto. Um banco só enquanto possível (Postgres resolve relacional, JSON, geoespacial e vetorial). Complexidade de infra se paga depois, não antes. Se o produto usa IA: IA nas bordas, núcleo determinístico. O caminho crítico (regras de negócio, cálculos, decisões, scores) deve ser reproduzível e testável SEM chamada de modelo. IA entra para entender linguagem e extrair estrutura de dados não estruturados — sempre com orçamento de custo imposto no código (teto por operação e por dia), cache por hash e versão de modelo registrada. Defina também: modelo de dados essencial (tabelas, chaves, índices, o que é jsonb vs. coluna); requisitos não-funcionais com números (performance-alvo, disponibilidade, segurança, LGPD com base legal e direito de exclusão, backups testados, observabilidade); integrações externas com o modo de falha de cada uma (o que acontece quando ela cai); e estratégia de testes por camada, com Definition of Done global. Ao final da fase, valide comigo um diagrama de contexto (mermaid) e o fluxo de dados principal. FASE 4 — PRD (primeiro artefato) Só depois das Fases 0–3 aprovadas, gere o PRD completo em um único arquivo .md, versionado (v1.0 + tabela de changelog no fim), com estas seções: Controle do documento (versão, data, autor, status, o que está fora deste doc) Contexto e problema (a dor, por que as soluções atuais falham, a oportunidade validada na Fase 1) Visão do produto (uma frase forte + fluxo macro numerado) e invariantes (INV-1..n da Fase 1) Objetivos e não-objetivos (hipóteses H1..Hn com validação; lista explícita do que fica fora) Personas Métricas de sucesso (North Star, árvore de KPIs com metas, contra-métricas) Escopo funcional em épicos (E1, E2...), cada requisito com ID (E1.1...) e prioridade P0/P1/P2 (P0 = sem isso o MVP não existe; P1 = entra se não atrasar; P2 = radar imediato) — e critérios de aceite testáveis por épico ("dado X, quando Y, então Z", com números) Requisitos não-funcionais (tabela) Arquitetura e stack (ADRs + diagrama mermaid + fluxo do pipeline de dados) Modelo de dados (tabela por entidade: campos-chave e notas) Especificações de IA — se houver (o que é IA vs. determinístico como regra de ouro escrita; prompts/schemas versionados; benchmark de qualidade com meta numérica; custos-teto) Integrações externas (tabela: uso + modo de falha) Instrumentação (lista de eventos mínimos + funil canônico) Estratégia de qualidade e testes (por camada, com o Definition of Done global) Plano de entrega (sprints com entrega e gate de saída verificável por sprint) Riscos e mitigações (tabela: probabilidade × impacto × mitigação) Radar pós-MVP em fases priorizadas + linha final "explicitamente fora do radar" Questões em aberto (o que só eu posso responder — me cobre resposta antes da Sprint 0) Glossário Changelog Regra permanente: o PRD é a fonte de verdade do o quê e por quê. Mudou escopo → nova versão + linha no changelog. FASE 5 — BACKLOG (segundo artefato) Gere o backlog em arquivo .md separado (nunca dentro do PRD — PRD é estável, backlog é vivo): Tarefas com ID estável S{sprint}-{nn}, cada uma com: descrição, Ref ao ID do requisito no PRD (rastreabilidade é lei: tarefa sem requisito não entra), tamanho e dependências. Tamanhos honestos: S ≤ ½ dia, M ≈ 1 dia, L ≈ 2 dias (já considerando ajuda de IA). Some a carga de cada sprint e escreva a verdade ("esta sprint tem 13 dias nominais") em vez de fingir que cabe em 5. Por sprint: objetivo + gate de saída (copiado do PRD) no topo da tabela. Marque os itens (P1) — são o primeiro escopo a cair quando apertar. Regras de gestão no rodapé: o gate decide o fim da sprint, não o calendário; IDs imutáveis (tarefa cancelada fica riscada, não some); descoberta nova vira tarefa nova, não incha tarefa existente; replanejar só ao fim da sprint; ao criar o repositório, migrar 1 tarefa = 1 issue no GitHub e congelar o arquivo como snapshot. Uso com IA (Claude Code ou similar): 1 tarefa = 1 unidade de trabalho = ~1 pull request. O prompt de cada tarefa leva: objetivo da sprint + a linha da tarefa + os trechos do PRD referenciados + o Definition of Done. Nunca a sprint inteira num prompt só. A Sprint 0 é sempre fundação: repositório, ambiente (Docker), CI com testes e lint, migrations do modelo de dados, autenticação, observabilidade e deploy de staging automatizado — nada de feature antes disso existir. Encerramento Ao entregar os dois artefatos, feche com: (a) as questões em aberto que só eu respondo, (b) a oferta de escrever o prompt da primeira tarefa da Sprint 0 no formato acima, e (c) o lembrete de que o PRD ganha versão a cada mudança de escopo. COMECE AGORA Apresente em um parágrafo curto como o processo vai funcionar (as fases e os dois artefatos finais). Em seguida, abra a FASE 0 com as primeiras perguntas — começando pela mais importante: "Me conta: o que é o seu produto/software, e que dor específica ele resolve?
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Felipe Rabelo (@feliperabeloep) relatou um problemaO meu gasto com IA durante a programação está se tornou um problema. Claude, Manus, GitHub Copilot etc. Assinatura de todos, além de tokens extras por uso. Configurei os modelos open-source diretamente no VS Code. Esses chineses de custo baixíssimo e/ou grátis. -90% por mês
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Gabs Ferreira (@o_gabsferreira) relatou um problemaImagina se cada arquivo da sua empresa não fosse um documento, e sim um app inteiro. Com backend, banco de dados e API próprios, escrito na hora pro seu problema. Um exemplo concreto: em vez de exportar uma planilha de issues do GitHub toda segunda, você pede um painel que puxa os issues abertos do seu time direto da API, guarda o histórico num banco próprio, deixa qualquer pessoa do time editar prioridade em tempo real, e roda sozinho toda segunda de manhã. Um app com estado, rodando, que você compartilha como compartilharia um documento. É essa a proposta do Cloudflare OS, aberto ontem. E antes que a palavra confunda: não é Windows, não é Linux, não substitui nada na sua máquina. Roda no navegador, em cima de Workers. É um "OS" no sentido de ser a camada que gerencia agentes de IA dentro da empresa: processo, memória, armazenamento, permissão e custo. O hardware que ele abstrai são os sistemas internos da companhia. Cada app tem cliente, servidor, API e estado durável. O server carrega *** demanda como Dynamic Worker e é instanciado como Durable Object Facet, o que dá ao app um SQLite próprio. Como Dynamic Workers usam isolates V8, cada app tem runtime isolado sem container dedicado parado consumindo recurso. A comunicação usa Cap'n Web, o RPC baseado em object-capability deles, e o agente chama os mesmos métodos que o cliente. Ou seja: a ferramenta que você construiu pra você vira ferramenta que o agente usa quando você não está. O agente nasce sem acesso a nada: ele pede um recurso específico, você concede, e o código gerado recebe aquilo como binding tipado. A credencial nunca chega no agente nem no código. Entre o OS e cada API externa ficam os Gatekeepers, Workers que funcionam como chamada de sistema mediada: liberam um único repositório do GitHub, permitem ler issues mas não código-fonte, mascaram campos e exigem aprovação antes de um merge. E a política acompanha o que o agente já viu. A plataforma registra cada recurso observado, e isso fica grudado no agente e no que ele produziu. Se ele leu uma tabela sensível e gerou um dashboard, quem tentar abrir passa por verificação contra os recursos originais. O mesmo log bloqueia saídas: leu dado sensível, não escreve em certos destinos nem faz requisição externa. Achei a ideia bem interessante e pretendo testar nos próximos dias. (link nos comentários)
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Markzuel (@mark_zuel) relatou um problemaA bolha tech parece focar em soluções complexas em vez de resolver problemas simples. Tava precisando de um bot para tocar músicas no Discord, encontrei repositórios no GitHub com dashboards e bancos de dados, mas nenhum que tocasse música apenas.
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pintode3abas (@pintode3abas) relatou um problema@marcelhalls @Niccatweed Muitos apps de 1PTV usam portais que em teoria não são bloqueados para colocar links para atualização caso sofram bloqueios, é tipo a pessoa hospedar um link 1ptv no govbr e logicamente não iriam derrubar pq afinal é o govbr, problema é tirarem o conteúdo ilegal do github.
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ickas (@ickasdev) relatou um problemaA @OpenAI publicou que dois avaliadores externos tiveram incidentes com modelos deles a sair do âmbito dos testes. Um é o Irregular. E é o mesmo Irregular onde a @AnthropicAI teve os três incidentes de que falei na semana passada. Mesmo fornecedor, mesma configuração mal feita, e o mesmo gatilho: o nome fictício da empresa do exercício calhava corresponder a um domínio real, e o modelo atacou-o a pensar que fazia parte da simulação. Dois frontier labs descobriram isto em separado, com dias de intervalo, no mesmo ambiente de terceiros. O problema não estava no modelo de nenhuma delas. Estava na infraestrutura partilhada onde ambos eram testados. O outro caso é no UK AISI e tem um detalhe que ainda não vi ninguém falar. O GPT-5.6 Sol reutilizou um token do @github que o agente de outro lab tinha deixado publicamente acessível. Um agente a aproveitar os restos deixados por outro agente, a meio de uma avaliação. Ali o acesso à internet estava ligado de propósito e os classificadores desligados, para medir capacidade em bruto. Só que ninguém disse ao modelo o que podia e não podia fazer com essa internet, e o próprio AISI aponta isso como causa provável. Ninguem estava a testar isto isoladamente. Só se pensava que estava.
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João Cripto (@joaoxcripto) relatou um problemabug da anthropic vazou chat do claude pro google e scraper ainda salvou no github → 11k expostas → um erro de linha só link compartilhado não é privado. assume que tudo vira publico agora mesmo.
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𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 (@lucas_dmsc) relatou um problema@OlocoDisabled @dcoderio perai, deixa eu ver se eu entendi A Anatel ta te censurando? A Anatel? Te censurando como? Blockeando API do GitHub GitHub = liberdade de expressão? vc ta realmente dizendo que vc esta sendo CENSURADO pq o fucking github caiu? como se isso n tivesse sido um erro honesto? vsf
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PRIMO (@svcrash_) relatou um problemaDesde 2020 eu atuo no FiveM. Entreguei mais de diversos RPs, fiz scripts que rodam até hoje e quase ninguém sabe, nunca tive ** preso, quando o VOID foi o primeiro academy e ficou aquela disputa de base, eu fui o primeiro dps do Vanish a disponibilizar no meu GitHub pra comunidade uma base academy descente, dei o poder á todos de terem seu espaço, seu servidor. Vim pro Baque RJ com os maiores nomes do trap brasileiro, e da mesma forma dei a muitos a chance de poderem colher frutos e da mesma forma que foi no academy eu fiz no RJ. A minha prioridade sempre foi a diversão dos players, e mas dessa vez vai ser diferente. Dessa vez vai ser exclusivo, e pra quem não espera nada, vai encontrar muito mais do que poderia imaginar. Bem vindos ao PRIME.