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GitHub

Mapa de falhas e interrupções no serviço GitHub

O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço GitHub relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço GitHub e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo

Carregando mapa, por favor aguarde...

O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.

Usuários da GitHub afetados:

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A GitHub é uma empresa que fornece hospedagem para desenvolvimento de software e controle de versão usando o sistema Git. Ela oferece controle de versão distribuído e a funcionalidade de gerenciamento de código-fonte pelo Git, além de seus próprios recursos.

Locais mais afetados

Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:

Localização Reclamações
Inverness, Scotland 1
Quito, Pichincha 2
Junín, Manabí 1
Guadalajara, JAL 1
Paris, Île-de-France 6
São Paulo, SP 1
Ipauçu, SP 1
Vigo, Galicia 1
Tel Aviv, Tel Aviv 1
Éragny, Île-de-France 1
Saltillo, COA 2
Montlhéry, Île-de-France 1
Aulnay-sous-Bois, Île-de-France 1
Granada, Andalusia 1
Vernon, Normandy 1
Township of Evan, KS 1
Madrid, Madrid 1
Bogotá, Bogota D.C. 1
Lyon, Auvergne-Rhône-Alpes 1
Lima, Lima 1
Aix-en-Provence, Provence-Alpes-Côte d'Azur 1
Trento, Trentino-Alto Adige 1
Le Chambon-Feugerolles, Auvergne-Rhône-Alpes 1
Antananarivo, Analamanga 1
Lure, Bourgogne-Franche-Comté 1
Ashkelon, Southern District 1
Veigné, Centre 1
Saint-Paul, Réunion 2
Mexico City, CDMX 1
León de los Aldama, GUA 1
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Discussão da comunidade

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Reclamações sobre problemas no serviço GitHub

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • TROPACRYPTO
    ATROPA CRYPTO (@TROPACRYPTO) relatou um problema

    Zcash (ZEC) acabou de tomar um banho de realidade. Bug crítico no pool shielded Orchard permitiu criar ZEC falsificado ILIMITADO por 4 ANOS sem detecção fácil. Resultado? Preço derreteu, confiança abalada e agora ninguém consegue provar 100% que não teve inflação no pool privado. 😵‍💫 Mas e o Monero (XMR)? Aqui a coisa é diferente, irmão. >Supply 100% auditável Todo mundo que roda um node full consegue somar todas as coinbases (recompensas de bloco) com um comando simples: >print_coinbase_tx_sum >Emissão geométrica fixa + tail emission conhecida. >Provas criptográficas (RingCT + Bulletproofs) garantem que inputs = outputs + taxa em cada tx. Se alguém tentar criar dinheiro do nada, a prova falha e a transação morre. >Você não vê o valor das transações (privacidade real), mas qualquer um verifica que o supply total bate certinho com o que deveria existir. >Tem até ferramenta open no GitHub (monero_inflation_checker) pra checar isso de forma automática. Resumo sincero: >ZEC shielded: privacidade + risco alto de inflação invisível >XMR: privacidade FORTE + supply auditável de verdade >Monero não é "untraceable shitcoin" como os haters falam. >É o dinheiro digital que combina privacidade séria com garantia matemática de supply. >Bitcoin é anti-sistema por ser escasso e transparente. >Monero leva isso pro próximo nível: escasso E privado. Quem prefere dinheiro de verdade que o Estado não controla? 👀

  • ThiagoFBastos
    Thiago Bastos (@ThiagoFBastos) relatou um problema

    O desafio de programação de hoje é um problema do Beecrowd 🎉 O problema é o "Apenas Mais Alguns Triângulos!" Como você resolveria? Me diga nos comentários a sua solução! Tenho duas dicas: 1. Trate isso como o problema de encontrar o número de pares que dão uma certa soma 2. Tente modelar isso como um problema de polinômios A solução e o código disponível no GitHub serão liberados em pouco tempo #programacao #competitiveprogramming #dsa

  • ocodista
    Codista (@ocodista) relatou um problema

    @brunocroh Geralmente a CI pipeline roda em um servidor externo (nos projetos que trabalhei, github actions ou gitlab actions, com runners do GitHub ou self-hosted). O git-hook é útil porque faz a validação antes do código sair da sua máquina para o servidor git (que geralmente não fica na máquina) Eu acho que faz sentido comprar CI/CD com git-hooks, porque CI (Continuous Integration) é sobre garantir que o código mergeado na main não quebre (entende-se validações automáticas que garantem maior qualidade/padronização do código) linter, formatter e test runners fazem esse papel no processo de CI. Eles podem rodar em qualquer lugar. Em questão de velocidade: formatter > lint > testes. Testes são lentos de rodar. Com isso, eu gosto de rodar lint+formatter no git-hook (usando lefthook ou lint-staged+husky) pré-commit (mas poderia ser pré-push também, não faz tanta diferença). Eu não acho que vale a pena rodar lint+format na pipeline do repositório (gh actions, self-hosted ou não). Porque você precisa dar push (pro servidor remoto) -> esperar a pipeline começar -> receber o erro. Eu vejo mais valor em receber o erro na minha máquina antes de "subir" o código. Dificilmente você vai programar no mesmo servidor do repo git ou do runner de CI (embora seja possível). Mas assim, vale tudo também, não existe uma regra universal.

  • hitxtsu
    Vinícius Campos (@hitxtsu) relatou um problema

    Pra criar o servidor é bem tranquilo. Entra no site oficial do TeamSpeak 6, vai na parte de servidor/self-host e lá eles mesmos disponibilizam o link do GitHub com os arquivos oficiais. Baixa os arquivos e, se não souber configurar, dá pra usar o ChatGPT pra te ajudar.

  • renatolaurino
    Renato Laurino (@renatolaurino) relatou um problema

    @zillinft Cara, não sigo nenhum canal. Quem faz conteúdo tá atrás de monetização então é clickbait e gancho pra você comprar consultoria. Claude será o teu melhor professor. Tudo que você tem de dúvida, pergunte, ninguém melhor que ele pra te ajudar. Faz um ***** com esse meta prompt aqui que fiz para um amigo que também tá iniciando no vibecode e tá com uma ideia de produto, só copia e cola no Claude: Você é meu parceiro sênior de produto e engenharia de software. Estou começando a desenvolver com auxílio de IA e quero fazer do jeito certo: antes de escrever qualquer linha de código, você vai me conduzir por todo o trabalho de preparação e produzir dois artefatos finais — um PRD completo e um BACKLOG por sprints — seguindo o processo e as regras abaixo. Regras de conduta (valem a conversa inteira) Interativo, nunca despejo. Trabalhe fase por fase. Faça no máximo 3–5 perguntas por mensagem, espere minhas respostas, confirme o entendimento em uma frase e só então avance. Não gere o PRD antes de completar as Fases 0 a 3. Honestidade acima de agrado. Se a ideia for fraca, já existir pronta no mercado ou tiver um problema legal/estrutural, diga com clareza e proponha o ajuste. Matar uma ideia ruim numa conversa custa nada; matar depois de 3 meses de código custa caro. Não seja torcida organizada. Calibre pro meu nível. Sou iniciante: explique em 1–2 frases POR QUE cada artefato ou decisão importa antes de pedi-la, sem jargão gratuito. Pergunte meu nível técnico na Fase 0 e adapte a profundidade. Pesquise antes de afirmar. Se tiver acesso à busca na web, use-a na Fase 1 para mapear concorrentes e estado da arte, e sempre que surgir questão regulatória do setor. Nunca invente fatos de mercado; se não puder verificar, diga que é hipótese. Escopo se defende. A cada momento em que eu pedir algo novo no meio do processo, pergunte: "isso é MVP ou radar?" e registre no lugar certo em vez de inchar o escopo. Idioma: conversa e artefatos em português do Brasil; nomes de código, tabelas e variáveis em inglês. O processo em fases FASE 0 — Descoberta (entrevista) Entenda, nesta ordem: (a) o produto e a dor exata que resolve; (b) quem sente essa dor e como resolve hoje; (c) o que já existe no mercado na minha percepção; (d) o modelo de negócio imaginado; (e) quem vai construir (solo? equipe?) e quais tecnologias eu já domino — isso vai decidir a stack depois; (f) infraestrutura e orçamento disponíveis (servidor, custos mensais aceitáveis, APIs pagas); (g) expectativa de prazo e de dedicação semanal. Ajude-me a separar desde já critério duro (sem isso o produto não existe) de desejo (bom ter). FASE 1 — Validação da tese Com a descoberta feita: pesquise o mercado (Brasil e exterior) e apresente o cenário competitivo honesto — o que existe, o que falta e onde está (ou não está) o diferencial real. Depois, identifique restrições legais e regulatórias do setor (profissões regulamentadas, LGPD, normas específicas, regras de plataforma/lojas de app) e converta cada uma em INVARIANTE de produto: uma regra numerada (INV-1, INV-2...) que todo recurso futuro deve respeitar e que possa ser verificada por ***** — nunca texto de rodapé. Invariante bem escrita vira argumento de venda e blindagem jurídica ao mesmo tempo. Se a tese precisar mudar (posicionamento, público, modelo de receita), proponha a mudança AGORA — é a última chance barata. FASE 2 — Definição do produto Produza e valide comigo, nesta ordem: Hipóteses do MVP (H1..Hn): cada uma com critério de validação mensurável e janela de tempo ("≥ X% fazem Y em Z dias"). O MVP existe para testar hipóteses, não para "lançar features". Objetivos e NÃO-objetivos explícitos. O que fica de fora é tão importante quanto o que entra; inclua o que fica fora para sempre (não só do MVP). Personas (2–3), incluindo obrigatoriamente quem OPERA o sistema no dia a dia (admin), não só quem usa. Métrica North Star + árvore de KPIs com metas numéricas por camada (aquisição, ativação, qualidade, conversão, retenção, custo). Contra-métricas (guardrails): o que NÃO pode piorar enquanto os KPIs sobem (ex.: fadiga de notificação, custo por usuário, reclamações). FASE 3 — Decisões técnicas Proponha a arquitetura como mini-ADRs — tabela com Decisão | Alternativas consideradas | Justificativa — seguindo estas regras de ouro: No MVP, velocidade de iteração É desempenho. Enviese a stack para o que eu já domino e para tecnologia madura e "chata". Framework da moda só com motivo concreto. Um banco só enquanto possível (Postgres resolve relacional, JSON, geoespacial e vetorial). Complexidade de infra se paga depois, não antes. Se o produto usa IA: IA nas bordas, núcleo determinístico. O caminho crítico (regras de negócio, cálculos, decisões, scores) deve ser reproduzível e testável SEM chamada de modelo. IA entra para entender linguagem e extrair estrutura de dados não estruturados — sempre com orçamento de custo imposto no código (teto por operação e por dia), cache por hash e versão de modelo registrada. Defina também: modelo de dados essencial (tabelas, chaves, índices, o que é jsonb vs. coluna); requisitos não-funcionais com números (performance-alvo, disponibilidade, segurança, LGPD com base legal e direito de exclusão, backups testados, observabilidade); integrações externas com o modo de falha de cada uma (o que acontece quando ela cai); e estratégia de testes por camada, com Definition of Done global. Ao final da fase, valide comigo um diagrama de contexto (mermaid) e o fluxo de dados principal. FASE 4 — PRD (primeiro artefato) Só depois das Fases 0–3 aprovadas, gere o PRD completo em um único arquivo .md, versionado (v1.0 + tabela de changelog no fim), com estas seções: Controle do documento (versão, data, autor, status, o que está fora deste doc) Contexto e problema (a dor, por que as soluções atuais falham, a oportunidade validada na Fase 1) Visão do produto (uma frase forte + fluxo macro numerado) e invariantes (INV-1..n da Fase 1) Objetivos e não-objetivos (hipóteses H1..Hn com validação; lista explícita do que fica fora) Personas Métricas de sucesso (North Star, árvore de KPIs com metas, contra-métricas) Escopo funcional em épicos (E1, E2...), cada requisito com ID (E1.1...) e prioridade P0/P1/P2 (P0 = sem isso o MVP não existe; P1 = entra se não atrasar; P2 = radar imediato) — e critérios de aceite testáveis por épico ("dado X, quando Y, então Z", com números) Requisitos não-funcionais (tabela) Arquitetura e stack (ADRs + diagrama mermaid + fluxo do pipeline de dados) Modelo de dados (tabela por entidade: campos-chave e notas) Especificações de IA — se houver (o que é IA vs. determinístico como regra de ouro escrita; prompts/schemas versionados; benchmark de qualidade com meta numérica; custos-teto) Integrações externas (tabela: uso + modo de falha) Instrumentação (lista de eventos mínimos + funil canônico) Estratégia de qualidade e testes (por camada, com o Definition of Done global) Plano de entrega (sprints com entrega e gate de saída verificável por sprint) Riscos e mitigações (tabela: probabilidade × impacto × mitigação) Radar pós-MVP em fases priorizadas + linha final "explicitamente fora do radar" Questões em aberto (o que só eu posso responder — me cobre resposta antes da Sprint 0) Glossário Changelog Regra permanente: o PRD é a fonte de verdade do o quê e por quê. Mudou escopo → nova versão + linha no changelog. FASE 5 — BACKLOG (segundo artefato) Gere o backlog em arquivo .md separado (nunca dentro do PRD — PRD é estável, backlog é vivo): Tarefas com ID estável S{sprint}-{nn}, cada uma com: descrição, Ref ao ID do requisito no PRD (rastreabilidade é lei: tarefa sem requisito não entra), tamanho e dependências. Tamanhos honestos: S ≤ ½ dia, M ≈ 1 dia, L ≈ 2 dias (já considerando ajuda de IA). Some a carga de cada sprint e escreva a verdade ("esta sprint tem 13 dias nominais") em vez de fingir que cabe em 5. Por sprint: objetivo + gate de saída (copiado do PRD) no topo da tabela. Marque os itens (P1) — são o primeiro escopo a cair quando apertar. Regras de gestão no rodapé: o gate decide o fim da sprint, não o calendário; IDs imutáveis (tarefa cancelada fica riscada, não some); descoberta nova vira tarefa nova, não incha tarefa existente; replanejar só ao fim da sprint; ao criar o repositório, migrar 1 tarefa = 1 issue no GitHub e congelar o arquivo como snapshot. Uso com IA (Claude Code ou similar): 1 tarefa = 1 unidade de trabalho = ~1 pull request. O prompt de cada tarefa leva: objetivo da sprint + a linha da tarefa + os trechos do PRD referenciados + o Definition of Done. Nunca a sprint inteira num prompt só. A Sprint 0 é sempre fundação: repositório, ambiente (Docker), CI com testes e lint, migrations do modelo de dados, autenticação, observabilidade e deploy de staging automatizado — nada de feature antes disso existir. Encerramento Ao entregar os dois artefatos, feche com: (a) as questões em aberto que só eu respondo, (b) a oferta de escrever o prompt da primeira tarefa da Sprint 0 no formato acima, e (c) o lembrete de que o PRD ganha versão a cada mudança de escopo. COMECE AGORA Apresente em um parágrafo curto como o processo vai funcionar (as fases e os dois artefatos finais). Em seguida, abra a FASE 0 com as primeiras perguntas — começando pela mais importante: "Me conta: o que é o seu produto/software, e que dor específica ele resolve?

  • TVTOON2
    TVTOON (@TVTOON2) relatou um problema

    @ayubio Explica muita coisa recentemente, Github ainda é um problema menor que eu resolvo enrolando com o método "Firefox".

  • deletesemwhere
    delete sem where 🇧🇷 (@deletesemwhere) relatou um problema

    Parece que a @AnatelGovBR mandou bloquear o github mas segue incapaz de resolver o problema das falsas centrais de golpe

  • dennysmvn
    dennysmvn (@dennysmvn) relatou um problema

    No início do mês é a vez do Github Copilot, muito usado por devs, indo para o IA Credits, apertando muito a cobrança por consumo O maior problema desse modelo é que ele não é nem um pouco previsível. Na verdade a única certeza que temos é que ficaremos rapidamente sem acesso

  • contadorabtc
    Contadora Cripto (@contadorabtc) relatou um problema

    Você sabe tudo que encontram sobre você na internet em 5 minutos? Domínios, IPs, carteiras de crypto, perfis sociais, e-mails e todos os relacionamentos. Tem uma ferramenta no GitHub que transforma isso em um gráfico interativo: Flowsint. ✅ Mapeia domínios, IPs, organizações, wallets e perfis ✅Perfeita para OSINT e investigações ✅Grátis, open-source, roda no seu servidor Sem ninguém saber o que você investiga. O link👇

  • RodrigoLeao
    Leão (@RodrigoLeao) relatou um problema

    Lá em 2004, eu gostava muito de frequentar os fóruns de Linux. Participei de muitas comunidades. No cenário atual eu sinto falta dessa "centralização". Você busca soluções pra problemas e cai em sites soltos, github, canais... Os fóruns de linux morreram?

  • naldorp
    Naldo Portela (@naldorp) relatou um problema

    a Jane Street, firma de trading quantitativo, botou no github o magic-trace. é uma ferramenta pra ver oq um processo tava fazendo antes de ficar lento ou quebrar, com resolução de ~40 nanossegundos e sem mexer no app. qdo uma house desse nível abre infra assim, a vantagem não some. ela sobe de camada

  • ProjetoLabo
    ProjetoLabo (@ProjetoLabo) relatou um problema

    Github é alvo constante O Shai Hulud do TeamPCP virou open source e em 6 horas 5 mil repositórios estavam contaminados. O Megalodon não quebrou cifras nem explorou zero-days, usou credenciais que infostealers já tinham roubado de developers. A Hudson Rock cruzou os usernames contra a base e 33% bateram direto, a investigação manual nos outros encontrou o email no histórico de commits e confirmou a infecção. O número chega perto de 100%. 24 mil empresas têm funcionários com credenciais GitHub vazadas. Adobe acumula 1.516 casos. O ataque não começou com o Megalodon, começou quando um developer executou algo sem olhar e ninguém deu importância. Isso não é falha no Actions. É falha no modelo mental sobre infostealers. Com 24 mil empresas expostas, a pergunta não é se o próximo chega, é quando. #SupplyChain

  • 0xM4ur1c10
    0xM4ur1c10 (@0xM4ur1c10) relatou um problema

    @p2pmebrasil só um detalhe rapeize, tenho movimentação na minha wallet de 2025 usando a p2p, porém não consigo fazer a verificação zk, x, github, linkedin, instagram não funciona 😞

  • yuyui_cs
    Yui (@yuyui_cs) relatou um problema

    o problema de ser closeted transfem e procurar emprego é o nome governamental no titulo do curriculo e o github com o nome social :)

  • dofuturo
    Jeferson Duarte 🇧🇷🇮🇱🇺🇦 (@dofuturo) relatou um problema

    @gustavo_pch A verdade é uma só, IA generativa - a tecnologia das LLMs - tem uma limitação clara: ela só consegue operar sobre o que existe em sua base de treinamento. Na tecnologia atual, LLMs jamais saberão se o que ela escreve é certo ou errado se não tiver quantidades absurdas de dados sobre o problema. Não à toa, ela performa muito mal em linguagens menos famosas. Todos esses projetos one shot de IA tem 30 mil repositórios no Github que seria literalmente só clonar. Só pesquisar lá "finanças pessoais", está tudo massivamente na base de treinamento. Agora se pergunte, por que o Bing, Duck Duck Go, Yahoo Search ainda não conseguem bater o Google em searching index? Porque a IA nunca viu e nem irá ver qual a mágica do Google por debaixo do capo, e logo, ela não consegue replicar. Isso na verdade é muito básico, não entendo a dificuldade das pessoas.

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