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GitHub

Mapa de falhas e interrupções no serviço GitHub

O mapa de interrupções a seguir mostra os últimos locais em todo o mundo onde usuários do serviço GitHub relataram estar tendo problemas e interrupções. Se você estiver tendo problemas com o serviço GitHub e sua área não estiver listada, não deixe de de enviar uma reclamação abaixo

Carregando mapa, por favor aguarde...

O mapa de calor acima mostra onde os relatórios de mídia social e enviados por usuários mais recentes estão agrupados geograficamente. A densidade desses relatórios é representada pela escala de cores conforme mostrado abaixo.

Usuários da GitHub afetados:

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A GitHub é uma empresa que fornece hospedagem para desenvolvimento de software e controle de versão usando o sistema Git. Ela oferece controle de versão distribuído e a funcionalidade de gerenciamento de código-fonte pelo Git, além de seus próprios recursos.

Locais mais afetados

Nos últimos 15 dias, as reclamações sobre interrupções e problemas tiveram origem em:

Localização Reclamações
Quito, Pichincha 2
Junín, Manabí 1
Guadalajara, JAL 1
Paris, Île-de-France 6
São Paulo, SP 1
Ipauçu, SP 1
Vigo, Galicia 1
Tel Aviv, Tel Aviv 1
Éragny, Île-de-France 1
Saltillo, COA 2
Montlhéry, Île-de-France 1
Aulnay-sous-Bois, Île-de-France 1
Granada, Andalusia 1
Vernon, Normandy 1
Township of Evan, KS 1
Madrid, Madrid 1
Bogotá, Bogota D.C. 1
Lyon, Auvergne-Rhône-Alpes 1
Lima, Lima 1
Aix-en-Provence, Provence-Alpes-Côte d'Azur 1
Trento, Trentino-Alto Adige 1
Le Chambon-Feugerolles, Auvergne-Rhône-Alpes 1
Antananarivo, Analamanga 1
Lure, Bourgogne-Franche-Comté 1
Ashkelon, Southern District 1
Veigné, Centre 1
Saint-Paul, Réunion 2
Mexico City, CDMX 1
León de los Aldama, GUA 1
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Discussão da comunidade

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Reclamações sobre problemas no serviço GitHub

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • nojentagosmenta
    kimbo linda perfeita (@nojentagosmenta) relatou um problema

    @giaspecial vey era instavel para *******, ele progamava uma parte relacionada ao ping e pedia para eu ajudar ele a testar era ainda mais horrivel. tenho os repositorios do github ate hoje. se voce tiver muito problema com isso talvez eu consiga ajudar

  • GordoGeek
    G0rd0G33k Aut1st4 TD4H (@GordoGeek) relatou um problema

    Eu sei q o Github está uma porcaria, muito em parte por causa da IA. Em março já tinha tido mais tráfego doq todo o ano passado. A infra não estava preparada pra tudo isso. Suspeito q a Apple esteja passando pelo mesmo problema.

  • fioda
    Jacques 🇵🇱 (@fioda) relatou um problema

    pela claro na rede movel = também não abre, com VPN, foi na hora. morrendo dentro da operadora, troca o ip final, pinga normal, exatamente o problema da api do github

  • ProjetoLabo
    ProjetoLabo (@ProjetoLabo) relatou um problema

    Ecossistema errado O ataque ao Packagist não inovou no payload, inovou no contexto. Oito pacotes PHP foram comprometidos não pelos metadados do Composer, mas pelo manifesto JavaScript escondido dentro deles. Um script pós-instalação baixava um Linux binary de um GitHub Releases falsificado, salvava em diretório oculto e rodava como gvfsd-network para imitar um daemon do GNOME. Cross-ecosystem placement. Times de segurança escaneiam o lock file do Composer, mas ignoram o manifesto JS empacotado junto. O atacante deslocou o hook para o ecossistema errado, onde ninguém olha. Socket encontrou o mesmo payload em 777 arquivos no GitHub. Em dois casos, o código foi injetado em GitHub Actions. O repositório do binário caiu, então o segundo estágio é desconhecido. Mas o instalador sozinho já dá RCE, desativa TLS e suprime erros. Quantos outros ecossistemas estão sendo usados como cavalo de Troia para esconder payloads onde ninguém vasculha? #SupplyChainSecurity #Packagist

  • luisacassi49317
    Luisa Cássia (@luisacassi49317) relatou um problema

    Meu vscode e Github tiraram o dia para me irritar hj Tudo gera alerta de erro

  • DePaulaAllyson
    Allyson de Paula (@DePaulaAllyson) relatou um problema

    🧵Parte 2 - Jailbreak da Vercel - Quando um dev abre um PR no nosso repo, em menos de 1 min tem uma URL pública rodando aquele código exato. Zero intervenção humana. Ninguém aprova, ninguém clica em deploy, ninguém me chama no Slack... Salva esse post pra ler com calma pq é conteúdo que eu entrego em consultoria paga resumido em 4 partes... vou deixar o link da parte 3 na sequencia qdo terminar... Mas o que quase ninguém responde é: como que um commit vai direto na main do repo de infraestrutura sem code review? A resposta é um GitHub App org-owned. O token que ele gera tem escrita no repo de infra (git-ops) e bypass do ruleset de proteção de branch. Sim, commitamos no main sem PR intencioalmente O workflow clona o git-ops, cria o diretório apps/preview/<app>-pr-<n>/ e gera namespace, kustomization, deployment, service, ingress. A imagem recebe a tag exata do PR: pr-42-abc1234. Nada de latest rodando solto Commit no formato deploy: <app> pr-<n> (<sha>). Push direto no main. Tem retry com exponential backoff até 5 vezes. Não é elegante, mas git concorrente é assim... funciona msm sendo feio Quem aplica no cluster é o Flux (Pq eu abandonei o ArgoCD? R: Pra ambientes multi cluster o Flux faz mais sentido pq evita SPOF). Polling com prune: true. Se a PR for fechada / merrgeada o diretório vai sumir e o namespace e tudo dentro somem junto. Sem webhook, sem complexidade extra. E o inverso abre a PR o pod sobe, o ingress cria a rota no NLB, a URL responde: pr-<n>-<app>.<dev/staging>.internal.meudominio.com. DNS wildcard pré-criado, ACM também. O dev não precisa saber que isso existe... mas é uma rota que só existe dentro da VPN, se eu quiser o preview publico cria-se um CNAME com o apontamento pro ingress no LB publico... Um detalhe que faz MUITA diferença: o dev não precisa de acesso ao cluster pra ver o preview dele. A gente usa kubelogin com SSO (OIDC). O dev faz kubectl oidc-login, autentica via Google Workspace, cai num RBAC enxuto. Vê pods, logs, port-forward a depender no nivel de acesso edle pode deletar / rolloutar um pod. Mas não deleta nada tipo pvc / deployment nao pode alterar replicaset. Pq inclui dev que nunca abriu um terminal na vida... é comum vc pegar devs com Windows sofrendo com um copy paste de powershell quebrado por escapes da shell do Linux / Mac... entao vc poderia restringi-los aos logs do Grafana e afasta-los do K8s, mas eu penso que deixá-los com um k9s configurado pra ele diagnosticar um pod é mais produtivo, cabe a vc implementar os "guardrails" pra eles nao quebrarem o ambiente por acidentte O que esse cluster de desenvolvimento NÃO tem: Network Policies. Kyverno. Pod Security Standards. Segregação de rede entre namespaces de preview. Eu sei de cada item dessa lista. Decidi não resolver ainda. Porque dezenas de devs esperando pra testar código é um problema maior do que hardening pendente. Se a empresa estivesse *** compliance SOC2 ou HIPAA, essa conta seria diferente. Hoje não está... e a intencao é agilidade e autonomia pro time desenvolver como era na Vercel Esse cluster roda 3 ambientes lado a lado. Dev, staging e previews convivendo no mesmo hardware em um EKS e mais outros 2 EKS separados um pra tools e outro pra ****. Mesmo rodando em AWS reduzimos o custa da infra entre. 70 e 85% / muita coisa migrada... mas especialmente custo de Vercel foi substancialmente reduzido Tem uma decisão de região e de tipo de máquina que quase ninguém discute, e ela cortou a conta substancialmente... Parte 3 na quinta: vou falar pq Ohio (us-east-2), pq spot, e o hedge financeiro que economizou de uns 4~5k por mês só por um detalhe...

  • renatolaurino
    Renato Laurino (@renatolaurino) relatou um problema

    @zillinft Cara, não sigo nenhum canal. Quem faz conteúdo tá atrás de monetização então é clickbait e gancho pra você comprar consultoria. Claude será o teu melhor professor. Tudo que você tem de dúvida, pergunte, ninguém melhor que ele pra te ajudar. Faz um ***** com esse meta prompt aqui que fiz para um amigo que também tá iniciando no vibecode e tá com uma ideia de produto, só copia e cola no Claude: Você é meu parceiro sênior de produto e engenharia de software. Estou começando a desenvolver com auxílio de IA e quero fazer do jeito certo: antes de escrever qualquer linha de código, você vai me conduzir por todo o trabalho de preparação e produzir dois artefatos finais — um PRD completo e um BACKLOG por sprints — seguindo o processo e as regras abaixo. Regras de conduta (valem a conversa inteira) Interativo, nunca despejo. Trabalhe fase por fase. Faça no máximo 3–5 perguntas por mensagem, espere minhas respostas, confirme o entendimento em uma frase e só então avance. Não gere o PRD antes de completar as Fases 0 a 3. Honestidade acima de agrado. Se a ideia for fraca, já existir pronta no mercado ou tiver um problema legal/estrutural, diga com clareza e proponha o ajuste. Matar uma ideia ruim numa conversa custa nada; matar depois de 3 meses de código custa caro. Não seja torcida organizada. Calibre pro meu nível. Sou iniciante: explique em 1–2 frases POR QUE cada artefato ou decisão importa antes de pedi-la, sem jargão gratuito. Pergunte meu nível técnico na Fase 0 e adapte a profundidade. Pesquise antes de afirmar. Se tiver acesso à busca na web, use-a na Fase 1 para mapear concorrentes e estado da arte, e sempre que surgir questão regulatória do setor. Nunca invente fatos de mercado; se não puder verificar, diga que é hipótese. Escopo se defende. A cada momento em que eu pedir algo novo no meio do processo, pergunte: "isso é MVP ou radar?" e registre no lugar certo em vez de inchar o escopo. Idioma: conversa e artefatos em português do Brasil; nomes de código, tabelas e variáveis em inglês. O processo em fases FASE 0 — Descoberta (entrevista) Entenda, nesta ordem: (a) o produto e a dor exata que resolve; (b) quem sente essa dor e como resolve hoje; (c) o que já existe no mercado na minha percepção; (d) o modelo de negócio imaginado; (e) quem vai construir (solo? equipe?) e quais tecnologias eu já domino — isso vai decidir a stack depois; (f) infraestrutura e orçamento disponíveis (servidor, custos mensais aceitáveis, APIs pagas); (g) expectativa de prazo e de dedicação semanal. Ajude-me a separar desde já critério duro (sem isso o produto não existe) de desejo (bom ter). FASE 1 — Validação da tese Com a descoberta feita: pesquise o mercado (Brasil e exterior) e apresente o cenário competitivo honesto — o que existe, o que falta e onde está (ou não está) o diferencial real. Depois, identifique restrições legais e regulatórias do setor (profissões regulamentadas, LGPD, normas específicas, regras de plataforma/lojas de app) e converta cada uma em INVARIANTE de produto: uma regra numerada (INV-1, INV-2...) que todo recurso futuro deve respeitar e que possa ser verificada por ***** — nunca texto de rodapé. Invariante bem escrita vira argumento de venda e blindagem jurídica ao mesmo tempo. Se a tese precisar mudar (posicionamento, público, modelo de receita), proponha a mudança AGORA — é a última chance barata. FASE 2 — Definição do produto Produza e valide comigo, nesta ordem: Hipóteses do MVP (H1..Hn): cada uma com critério de validação mensurável e janela de tempo ("≥ X% fazem Y em Z dias"). O MVP existe para testar hipóteses, não para "lançar features". Objetivos e NÃO-objetivos explícitos. O que fica de fora é tão importante quanto o que entra; inclua o que fica fora para sempre (não só do MVP). Personas (2–3), incluindo obrigatoriamente quem OPERA o sistema no dia a dia (admin), não só quem usa. Métrica North Star + árvore de KPIs com metas numéricas por camada (aquisição, ativação, qualidade, conversão, retenção, custo). Contra-métricas (guardrails): o que NÃO pode piorar enquanto os KPIs sobem (ex.: fadiga de notificação, custo por usuário, reclamações). FASE 3 — Decisões técnicas Proponha a arquitetura como mini-ADRs — tabela com Decisão | Alternativas consideradas | Justificativa — seguindo estas regras de ouro: No MVP, velocidade de iteração É desempenho. Enviese a stack para o que eu já domino e para tecnologia madura e "chata". Framework da moda só com motivo concreto. Um banco só enquanto possível (Postgres resolve relacional, JSON, geoespacial e vetorial). Complexidade de infra se paga depois, não antes. Se o produto usa IA: IA nas bordas, núcleo determinístico. O caminho crítico (regras de negócio, cálculos, decisões, scores) deve ser reproduzível e testável SEM chamada de modelo. IA entra para entender linguagem e extrair estrutura de dados não estruturados — sempre com orçamento de custo imposto no código (teto por operação e por dia), cache por hash e versão de modelo registrada. Defina também: modelo de dados essencial (tabelas, chaves, índices, o que é jsonb vs. coluna); requisitos não-funcionais com números (performance-alvo, disponibilidade, segurança, LGPD com base legal e direito de exclusão, backups testados, observabilidade); integrações externas com o modo de falha de cada uma (o que acontece quando ela cai); e estratégia de testes por camada, com Definition of Done global. Ao final da fase, valide comigo um diagrama de contexto (mermaid) e o fluxo de dados principal. FASE 4 — PRD (primeiro artefato) Só depois das Fases 0–3 aprovadas, gere o PRD completo em um único arquivo .md, versionado (v1.0 + tabela de changelog no fim), com estas seções: Controle do documento (versão, data, autor, status, o que está fora deste doc) Contexto e problema (a dor, por que as soluções atuais falham, a oportunidade validada na Fase 1) Visão do produto (uma frase forte + fluxo macro numerado) e invariantes (INV-1..n da Fase 1) Objetivos e não-objetivos (hipóteses H1..Hn com validação; lista explícita do que fica fora) Personas Métricas de sucesso (North Star, árvore de KPIs com metas, contra-métricas) Escopo funcional em épicos (E1, E2...), cada requisito com ID (E1.1...) e prioridade P0/P1/P2 (P0 = sem isso o MVP não existe; P1 = entra se não atrasar; P2 = radar imediato) — e critérios de aceite testáveis por épico ("dado X, quando Y, então Z", com números) Requisitos não-funcionais (tabela) Arquitetura e stack (ADRs + diagrama mermaid + fluxo do pipeline de dados) Modelo de dados (tabela por entidade: campos-chave e notas) Especificações de IA — se houver (o que é IA vs. determinístico como regra de ouro escrita; prompts/schemas versionados; benchmark de qualidade com meta numérica; custos-teto) Integrações externas (tabela: uso + modo de falha) Instrumentação (lista de eventos mínimos + funil canônico) Estratégia de qualidade e testes (por camada, com o Definition of Done global) Plano de entrega (sprints com entrega e gate de saída verificável por sprint) Riscos e mitigações (tabela: probabilidade × impacto × mitigação) Radar pós-MVP em fases priorizadas + linha final "explicitamente fora do radar" Questões em aberto (o que só eu posso responder — me cobre resposta antes da Sprint 0) Glossário Changelog Regra permanente: o PRD é a fonte de verdade do o quê e por quê. Mudou escopo → nova versão + linha no changelog. FASE 5 — BACKLOG (segundo artefato) Gere o backlog em arquivo .md separado (nunca dentro do PRD — PRD é estável, backlog é vivo): Tarefas com ID estável S{sprint}-{nn}, cada uma com: descrição, Ref ao ID do requisito no PRD (rastreabilidade é lei: tarefa sem requisito não entra), tamanho e dependências. Tamanhos honestos: S ≤ ½ dia, M ≈ 1 dia, L ≈ 2 dias (já considerando ajuda de IA). Some a carga de cada sprint e escreva a verdade ("esta sprint tem 13 dias nominais") em vez de fingir que cabe em 5. Por sprint: objetivo + gate de saída (copiado do PRD) no topo da tabela. Marque os itens (P1) — são o primeiro escopo a cair quando apertar. Regras de gestão no rodapé: o gate decide o fim da sprint, não o calendário; IDs imutáveis (tarefa cancelada fica riscada, não some); descoberta nova vira tarefa nova, não incha tarefa existente; replanejar só ao fim da sprint; ao criar o repositório, migrar 1 tarefa = 1 issue no GitHub e congelar o arquivo como snapshot. Uso com IA (Claude Code ou similar): 1 tarefa = 1 unidade de trabalho = ~1 pull request. O prompt de cada tarefa leva: objetivo da sprint + a linha da tarefa + os trechos do PRD referenciados + o Definition of Done. Nunca a sprint inteira num prompt só. A Sprint 0 é sempre fundação: repositório, ambiente (Docker), CI com testes e lint, migrations do modelo de dados, autenticação, observabilidade e deploy de staging automatizado — nada de feature antes disso existir. Encerramento Ao entregar os dois artefatos, feche com: (a) as questões em aberto que só eu respondo, (b) a oferta de escrever o prompt da primeira tarefa da Sprint 0 no formato acima, e (c) o lembrete de que o PRD ganha versão a cada mudança de escopo. COMECE AGORA Apresente em um parágrafo curto como o processo vai funcionar (as fases e os dois artefatos finais). Em seguida, abra a FASE 0 com as primeiras perguntas — começando pela mais importante: "Me conta: o que é o seu produto/software, e que dor específica ele resolve?

  • gtkatakura
    Takashi (@gtkatakura) relatou um problema

    Hoje sumiu um PR no projeto que trabalho. Deletado. Do nada. Investigando aqui, foi um problema aparente no GitHub. Abrimos um ticket com eles para investigar. Bizarro. Momento de considerar um backup, no mínimo, em outras opções.

  • AmeViver
    n sou de ninguem (@AmeViver) relatou um problema

    @laranjadorafa @ayubio eu literalmente perguntei o motivo do cancelamento e a resposta foi por um erro especifico. ao investigar, vi que ocorria pq do github ta off

  • DePaulaAllyson
    Allyson de Paula (@DePaulaAllyson) relatou um problema

    🧵Parte 2 - Jailbreak da Vercel - Quando um dev abre um PR no nosso repo, em menos de 1 min tem uma URL pública rodando aquele código exato. Zero intervenção humana. Ninguém aprova, ninguém clica em deploy, ninguém me chama no Slack... Salva esse post pra ler com calma pq é conteúdo que eu entrego em consultoria paga resumido em 4 partes... vou deixar o link da parte 3 na sequencia qdo terminar... Mas o que quase ninguém responde é: como que um commit vai direto na main do repo de infraestrutura sem code review? A resposta é um GitHub App org-owned. O token que ele gera tem escrita no repo de infra (git-ops) e bypass do ruleset de proteção de branch. Sim, commitamos no main sem PR intencioalmente O workflow clona o git-ops, cria o diretório apps/preview/<app>-pr-<n>/ e gera namespace, kustomization, deployment, service, ingress. A imagem recebe a tag exata do PR: pr-42-abc1234. Nada de latest rodando solto Commit no formato deploy: <app> pr-<n> (<sha>). Push direto no main. Tem retry com exponential backoff até 5 vezes. Não é elegante, mas git concorrente é assim... funciona msm sendo feio Quem aplica no cluster é o Flux (Pq eu abandonei o ArgoCD? R: Pra ambientes multi cluster o Flux é melhor pq evita SPOF). Polling com prune: true. Se a PR for fechada / merrgeada o diretório vai sumir e o namespace e tudo dentro somem junto. Sem webhook, sem complexidade extra. E o inverso abre a PR o pod sobe, o ingress cria a rota no NLB, a URL responde: pr-<n>-<app>.<dev/staging>.internal.meudominio.com. DNS wildcard pré-criado, ACM também. O dev não precisa saber que isso existe... mas é uma rota que só existe dentro da VPN, se eu quiser o preview publico cria-se um CNAME com o apontamento pro ingress no LB publico... Um detalhe que faz MUITA diferença: o dev não precisa de acesso ao cluster pra ver o preview dele. A gente usa kubelogin com SSO (OIDC). O dev faz kubectl oidc-login, autentica via Google Workspace, cai num RBAC enxuto. Vê pods, logs, port-forward a depender no nivel de acesso edle pode deletar / rolloutar um pod. Mas não deleta nada tipo pvc / deployment nao pode alterar replicaset. Pq inclui dev que nunca abriu um terminal na vida... é comum vc pegar devs com Windows sofrendo com um copy paste de powershell quebrado por escapes da shell do Linux / Mac... entao vc poderia restringi-los aos logs do Grafana e afasta-los do K8s, mas eu penso que deixá-los com um k9s configurado pra ele diagnosticar um pod é mais produtivo, cabe a vc implementar os "guardrails" pra eles nao quebrarem o ambiente por acidentte O que esse cluster de desenvolvimento NÃO tem: Network Policies. Kyverno. Pod Security Standards. Segregação de rede entre namespaces de preview. Eu sei de cada item dessa lista. Decidi não resolver ainda. Porque dezenas de devs esperando pra testar código é um problema maior do que hardening pendente. Se a empresa estivesse *** compliance SOC2 ou HIPAA, essa conta seria diferente. Hoje não está... e a intencao é agilidade e autonomia pro time desenvolver como era na Vercel Esse cluster roda 3 ambientes lado a lado. Dev, staging e previews convivendo no mesmo hardware em um EKS e mais outros 2 EKS separados um pra tools e outro pra ****. Mesmo rodando em AWS reduzimos o custa da infra entre. 70 e 85% / muita coisa migrada... mas especialmente custo de Vercel foi substancialmente reduzido Tem uma decisão de região e de tipo de máquina que quase ninguém discute, e ela cortou a conta substancialmente... Parte 3 na quinta: vou falar pq Ohio (us-east-2), pq spot, e o hedge financeiro que economizou de uns 4~5k por mês só por um detalhe...

  • xerkok
    Mauricio Fernandes (@xerkok) relatou um problema

    O que foi necessário pra construir: → Modificação profunda do código C++ → Genesis block exclusivo → Cross-compilation Windows via GitHub Actions → Configuração de servidor VPS 24/7 → Site oficial + identidade visual completa Meses de trabalho. Valeu cada segundo. 💪

  • leonardodias
    Leonardo Dias (@leonardodias) relatou um problema

    A conta faixa a faixa, aberta. Ponto de partida: o segundo turno publicado, Lula 46 × Flávio 45. Vantagem de +1,0. Até 1 SM. A amostra tem 21,78%, a PNAD 13,50%. Erro de −8,28 pontos. É a única faixa em que Lula vence, e vence por 26. Contribuição: −2,15. 1 a 2 SM. A amostra tem 17,82%, a PNAD 21,94%. Faltam 4,12 pontos. Aqui Flávio já vence por 6. Contribuição: −0,25. 2 a 5 SM. A amostra tem 39,60%, a PNAD 39,23%. Praticamente calibrada, erro de 0,37 ponto. Contribuição: +0,02. Mais de 5 SM. A amostra tem 20,79%, a PNAD 25,33%. Faltam 4,54 pontos na faixa em que Flávio abre 50 a 43. Contribuição: −0,31. Soma: −2,70. Chegada: −1,70, ou seja, Flávio 46,4 × Lula 44,7. Repare onde está a força. Uma faixa sozinha responde por 80% do deslocamento. Não porque a escolhemos: porque é nela que o erro de calibração e a inclinação política se encontram. Nas outras três, ou o erro é pequeno, ou o voto é parecido, ou as duas coisas. Em entrevistas, que é a unidade que dá para contar: o excesso na faixa mais pobre equivale a 166 questionários fora do lugar em 2.002. As outras três somam 180 entrevistas deslocadas e apenas −0,54 ponto de efeito. Duas notas de transcrição, para quem for conferir. O perfil publicado soma 101 por arredondamento e foi normalizado para 100. As linhas do cruzamento de voto também somam 100 ou 101 e foram normalizadas do mesmo jeito, e é por isso que o gradiente aparece como −4,95 e não como −5. Reprodução: scripts/nexus-btg-082026-audit.py, no GitHub da Arvor.

  • feliperabeloep
    Felipe Rabelo (@feliperabeloep) relatou um problema

    O meu gasto com IA durante a programação está se tornou um problema. Claude, Manus, GitHub Copilot etc. Assinatura de todos, além de tokens extras por uso. Configurei os modelos open-source diretamente no VS Code. Esses chineses de custo baixíssimo e/ou grátis. -90% por mês

  • felipemevel
    Felps (@felipemevel) relatou um problema

    @estudajuly Vc pode estar cometendo um erro brutal quanto ao github. Nunca é cedo demais para criar seu github, mesmo que esteja no básico do básico, tudo que vc fizer joga la. Serve para vc ver seu desenvolvimento e já aprender aos poucos a mexer no git/github. Quanto ao linkedin, tanto faz

  • CauaMonteiiro02
    Faustão careca (@CauaMonteiiro02) relatou um problema

    @peppipets Não vi problema com o meu Github, ué

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