Status de Waze: problemas no aplicativo e relatos de interrupção
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O Waze é um software de navegação GPS que funciona em smartphones e tablets com suporte para GPS. O Waze recebe informações sobre localização e outras informações enviadas pelos usuários por meio de dados móveis para fornecer instruções de navegação passo a passo, detalhes de rota e estimativas de tempo de viagem.
Problemas nas últimas 24 horas
O gráfico a seguir mostra o número de reclamações sobre falha no serviço Waze que recebemos por hora do dia nas últimas 24 horas. Consideramos que há uma interrupção quando o número de reclamações é maior do que a linha de base, representada pela linha vermelha.
No momento, não detectamos nenhum problema no serviço Waze. Você está tendo falhas ou interrupções em algum serviço? Deixe uma mensagem nos comentários!
Problemas mais relatados
A seguir estão os problemas mais recentes relatados pelos usuários da Waze em nosso site.
- Falhas (53%)
- Aplicativo falhando (26%)
- Recursos online (20%)
- Login (1%)
Mapa ao vivo de interrupções
As últimas reclamações sobre falhas, interrupções e problemas vieram de
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Falhas | há 7 dias |
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Falhas | há 8 dias |
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Falhas | há 9 dias |
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Aplicativo falhando | há 10 dias |
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Falhas | há 12 dias |
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Recursos online | há 14 dias |
Discussão da comunidade
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Reclamações sobre problemas no serviço Waze
Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:
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lariê (@ferretilari) relatou um problemajuro por deus o waze aberto na cara do uber e ele não sabendo ir me perguntando como q ele faz p chegar no lugar se eu não posso ir ensinando ele to com 67 problemas hj to atrasada e o cão me testando
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Filipe M. Silva (@flpms) relatou um problema@Direita00 Sim, não estou excluindo isso. O ideal(diferente da realidade) carros deixando a faixa da esquerda livre, na faixa lateral da direita, velocidade limite da via + margem de até 7% (velocímetros tem uma taxa de erro, basta comparar com waze e os radares). Abaixo do limite ir pras faixas da direita. Mas a realidade até caminhão as vezes vai pra faixa da esquerda
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Ariel Leão Gracelli (@ArielGracelli) relatou um problema@VixNoTransito @cbnvitoria Trânsito lento na Rodovia do Sol sentido Centro de Vila Velha. Reportado um acidente no Waze próximo ao antigo posto Ipiranga.
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Julião Antunes (@AntunesJuliao) relatou um problema@minderico falha o Waze e é um problema com a geografia.
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Kauã Cavalari (@KauaCavalari) relatou um problema@_ecovias A ligação da Padre Manoel pra imigrantes via Mario Covas Está interditada? O waze e o Google maps estão mandando ir até Santos e Cubatão via expressa sul pra pegar a anchieta/imigrantes. Algum problema no acesso?
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ipadasher (@ipadasher) relatou um problema*Por Que O Islã matou sua própria inteligência?** No século XII, o árabe era a língua em que se discutia se o mundo era eterno ou criado, se a alma sobrevivia à morte do ***** e se Deus se submetia às leis da lógica ou as transcendia. Era a língua de Ibn Sina, de Al-Farabi e de Ibn Rushd. Foi nela, não em hebraico nem em latim, que Moisés Maimônides, judeu sefardita fugindo das perseguições almóadas, escreveu o *Guia dos Perplexos*. Não escrevia para os muçulmanos. Escrevia com eles, contra algumas de suas ideias, mas *** a mesma luz da razão. O Islã era, naquele momento, a civilização do conhecimento. O Ocidente cristão ainda gaguejava em mosteiros. A virada não foi um assassinato limpo. Foi um desvio gradual, decisivo e custoso. Abu Hamid Al-Ghazali ocupa um lugar central nesse desvio. Em 1095, o homem mais respeitado de Bagdá, professor da Nizamiyya, sofreu uma crise espiritual profunda. Abandonou a cátedra, passou anos em retiro e voltou com *A Incoerência dos Filósofos*. Ali ele atacou frontalmente a filosofia aviceniana: negou a necessidade causal, afirmou que Deus é o único agente real em cada instante e tratou a razão autônoma como ameaça à fé. Não era um ignorante. Era um intelecto de primeira linha que, diante do abismo, escolheu a certeza absoluta no lugar da dúvida aberta. O impacto de Al-Ghazali foi grande, especialmente no reforço da teologia ash’arita. Mas a decadência intelectual do mundo islâmico não se resume a um livro de 1095. O fechamento progressivo do *ijtihad* foi um processo longo, desigual e incompleto. Houve continuidade filosófica em alguns centros, especialmente na Pérsia e no Magrebe. Houve também fatores externos devastadores: a destruição de Bagdá pelos ****óis em 1258, a fragmentação política, a mudança das rotas comerciais, a ênfase militar dos impérios posteriores e, séculos depois, o choque com a revolução científica europeia e o colonialismo. A história é mais suja e multicausal do que qualquer narrativa de herói ou vilão único. Ainda assim, a escolha que Al-Ghazali simboliza e reforçou, a preferência pela certeza divina sobre a investigação aberta da natureza, tornou-se hegemônica em amplos setores do pensamento islâmico. A razão foi cada vez mais subordinada. A dúvida passou a ser vista com suspeita. O laboratório perdeu prestígio diante da mesquita. Essa disposição cultural, mais do que qualquer invasão isolada, ajudou a preparar o terreno para a dificuldade posterior de absorver e gerar o tipo de conhecimento que o Ocidente passou a dominar. Oito séculos depois, o Império Otomano desabou. Em 1924 o mundo muçulmano acordou pobre, colonizado e tecnologicamente atrasado. A pergunta que ecoou de Istambul a Cairo foi um soco: se temos a fé verdadeira, por que estamos perdendo? Foi nesse trauma que se gestou o islamismo radical moderno. Não mais apenas religião. Um projeto político totalitário. Hassan al-Banna e, sobretudo, Sayyid Qutb radicalizaram a recusa. O Ocidente não era só colonialista. Era o lugar onde Deus fora privatizado e o indivíduo colocado no centro. Israel tornou-se, nessa lógica, o símbolo máximo da contaminação. Daí a política da culpa. Cada fracasso, estagnação econômica, repressão, fuga de cérebros, é atribuído ao inimigo externo. Nunca ao próprio espelho. O antissemitismo de Estado não é causa isolada. É sintoma. Quando uma sociedade perde a capacidade de se responsabilizar, precisa de um culpado permanente. Enquanto o judeu cumprir essa função, o diagnóstico real continua adiado. Os países e movimentos que levaram essa lógica às últimas consequências, Irã, Afeganistão *** o Talibã, Gaza *** o Hamas, Líbano *** o Hezbollah, tornaram-se museus do fracasso. Economias destruídas, inovação asfixixiada, ódio como combustível principal. O regime iraniano precisa de um inimigo eterno para não ter de explicar o próprio desempenho. Israel cumpre esse papel com eficiência cruel. Estamos no 1967 do pan-islamismo. O sonho de que o radicalismo religioso traria vitória militar está desmoronando junto com os escombros de seus proxies. Quando a cobertura militar cair, restará novamente a pergunta que o século XX tentou enterrar: por que perdemos? Aqui está o contraste real. Sem romantismo. O judaísmo, na tradição talmúdica, registrou as opiniões derrotadas. A pergunta ficou acima da resposta. A incerteza, acima da certeza. Isso não é virtude espiritual. É vantagem cognitiva. Quem acredita já possuir a Verdade absoluta reduz o espaço da investigação. Quem trata a dúvida como condição permanente continua corrigindo e construindo. O Iron Dome e o Waze não nasceram de messianismo. Nasceram de uma cultura que, *** cerco existencial, recusou o luxo da certeza fechada. O radicalismo islâmico herdou e radicalizou a preferência pela certeza. No caso iraniano, somou a ela o dualismo de pureza absoluta: o mundo só ficará limpo quando o Mal for erradicado. Todo projeto de pureza total termina em sangue e tirania, porque a realidade humana é impura e contraditória. O judaísmo trata o mal como ausência a ser gerenciada. Não como entidade metafísica a ser exterminada. Essa diferença não é estética. É operacional. Uma produz capacidade de adaptação *** pressão. A outra produz museus de ressentimento. Israel não é uma bela anomalia. É uma sociedade que, *** ameaça permanente, manteve a capacidade de olhar para dentro e corrigir rota. O Islã radical, ao transformar o espelho em janela, condenou-se ao ciclo: fracasso, acusação externa, novo fracasso. A conclusão não é esperançosa. Enquanto amplos setores do mundo muçulmano continuarem usando o judeu como desculpa estrutural, continuarão produzindo atraso, repressão e ódio. A preferência pela certeza sobre a dúvida aberta não foi um acidente de 1095. Foi uma disposição que se consolidou ao longo de séculos e cobrou um preço alto. Esse preço ainda está sendo pago, em pobreza, em irrelevância tecnológica, em fuga de inteligência e em sangue. O espelho não quebrou num único dia. Foi sendo rachado. A maior parte de quem herdou essas rachaduras ainda prefere olhar para qualquer lugar, menos para o próprio rosto. Isso não é destino. É escolha reiterada. E escolhas reiteradas têm consequências.
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Milton Laene Araujo (@Miltonibt) relatou um problemaO Poeminha do GPS (para crianças) Era uma vez, no céu bem azul, Um monte de estrelas que o homem criou. Não eram de brilho, nem de luz de luar, Eram satélites que o tio Sam mandou voar! Nos anos setenta, pensaram assim: “Como ajudar navios no mar sem fim?” Depois vieram aviões, carros e gente, Todos querendo saber direitinho onde estão! O exército americano trabalhou com carinho, Mandou 24 amigos lá no espacinho. Eles piscam sinais, bem rapidinho, E o seu celular ou relógio responde: “Estou aqui, amiguinho!” Em 1995 ficou pronto de verdade, Hoje todo mundo usa com facilidade. Do vovô no carro até a entrega do pão, O GPS é como um anjinho da navegação! Ele não se cansa, não briga, não dorme, Mostra o caminho certo, sempre conforme. Obrigado, cientistas, por esse presente, Que faz o mundo girar mais inteligente! 🌍✨ Milton O que aconteceria se perdêssemos o GPS por 3 dias? Imagine que, de repente, todos os satélites GPS parassem de falar com a Terra por três dias inteiros. Seria uma bagunça gigante, mas educativa! Aqui vai o que mais provavelmente aconteceria (de forma realista e interessante): 1. Transporte vira aventura difícil • Aviões não poderiam voar com segurança em muitas rotas (eles usam GPS para pousar com precisão). Centenas de voos seriam cancelados. • Navios grandes no mar ficariam “cegos” e teriam que usar mapas antigos e bússolas. • Motoristas de carro, Uber, caminhoneiros e apps de entrega se perderiam muito. As ruas ficariam mais cheias de carros perdidos e entregas atrasadas. 2. Celulares e tecnologia param de ajudar • Mapas do Google, Waze e Apple Maps parariam de mostrar a rota certa. • Muitos relógios e smartwatches perderiam a hora exata (eles ajustam pelo GPS). • Apps de delivery, táxi e até bancos que precisam confirmar sua localização teriam problemas. 3. Economia e serviços param um pouco • Fazendas modernas que usam tratores guiados por GPS teriam dificuldade para plantar e colher com precisão. • Empresas de logística (que entregam tudo que você compra online) sofreriam atrasos enormes. • O preço de algumas coisas (como combustível) poderia subir rápido por causa da confusão. 4. Segurança e emergência • Ambulâncias, bombeiros e polícia usam GPS para chegar rápido. Em alguns lugares demorariam mais para ajudar quem precisa. • Mas as pessoas não ficariam completamente perdidas! Elas usariam placas de rua, mapas de papel, bússolas e perguntariam para outros. Resumo divertido: Perder o GPS por três dias seria como o mundo inteiro perder o “GPS da vida” por um tempinho. Mostraria o quanto dependemos dessa invenção dos anos 70-90. Mas também provaria que os humanos são espertos: a gente se vira com mapas antigos, com a ajuda dos outros e com a inteligência natural. No quarto dia, quando voltasse, todo mundo iria aplaudir e dizer: “Que bom que você voltou, amigão GPS!” Milton Laene Araujo
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Mroyvicky (@MarioRuiSVicen1) relatou um problema@ATGuerreiro E que tal o drone que atingiu a Roménia, ontem à noite? Será Putin a fazer experimentações de novos equipamentos bélicos táticos, ou é só um desvio de rota por erro do Waze?
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Rodrigo M. (@ManzoniRodrigo) relatou um problemaJá reparou que o Waze nunca diz "você errou o caminho"? Ele diz "recalculando a rota". Não se cobre tanto pelos erros. Apenas ajuste a rota e siga em frente. Tem desvios que só fazem sentido olhando pelo retrovisor.
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Grok (@grok) relatou um problemaDesculpe por não responder antes sobre aplicações! Aplicativos de software trazem benefícios como conveniência (ex.: Waze para navegação), produtividade (ex.: Trello para organização) e conectividade (ex.: WhatsApp). Porém, há preocupações com privacidade, pois muitos coletam dados pessoais, além de riscos de vício, vulnerabilidades de segurança e disseminação de desinformação. A exclusão digital também é um problema, limitando acesso a oportunidades. É importante equilibrar os benefícios com os riscos, usando aplicativos conscientemente.
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Guilherme (@ASOGuilherme) relatou um problema@stenapolitano Teve uma vez que a internet do cara/app do waze tavam com algum problema e ele pediu pra usar o meu HAHAHA
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bruna (@brrrrrrruna_) relatou um problema@debyylandia é o 15 pro max e senti ele mais lento sim amiga! tá dando umas travadinhas. fora que o gps, tanto no maps quanto no waze e no próprio mapa do iphone, tá uma ***** 😭 o seu tbm ta assim?
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Marcelo (@escrevamoringa) relatou um problemaMeu Waze tá bugado não mostra mais o trajeto com falha de comunicação do GPS. Será que é falha do celular ou do APP?
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marina (@mariiniss) relatou um problemaAbri o maps ao invés do waze e deu transito extraordinariamente lento ja queria me matar. Cheguei em casa no mesmo tempo de sempre, mesmo transito de sempre ate bem melhor q segunda
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Jabu&Ticaba (@Jabu__Ticaba) relatou um problema@madeleinelacsko Vão soltar nota dizendo que o erro foi do Waze que levou o estimado Sr. Marcio ao local pois faz parte das Big techs agendaram esse encontro de forma deliberada graças ao abuso das IA.... vai vendo...
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salah e menino jan aê (@seguraojean) relatou um problema"é só ligar a luz, abaixar os vidros", "não pode seguir o Maps", etc O problema nunca é a situação bizarra do estado do RJ. Sempre é vc que não "tá na atividade" A culpa não é do Maps/Waze. Não tem como um app ser tão específico pra uma cidade do mundo e não achar que entrar
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Psycapota (@_psycapota) relatou um problemaSuporte de celular que eu uso no carro quebrou, comprei outro mas não joguei fora o quebrado, hoje vi que ele encaixa direitinho na bicicleta ergometrica, agora posso usar o Waze em casa...
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💫 (@satierfmj) relatou um problemaE a chuva castigando o Sul, ein ? So hoje eu recebi uns 5 alertas de algum problema lá, a maioria é pista fechada por causa do volume de água. Mas hoje tô de folga e não vou lançar nada no Waze, a própria comunidade lança
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Ariel Leão Gracelli (@ArielGracelli) relatou um problema@VixNoTransito @cbnvitoria Trânsito lento na Rodovia do Sol sentido Centro de Vila Velha. Reportado um acidente no Waze próximo ao antigo posto Ipiranga.
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Jabu&Ticaba (@Jabu__Ticaba) relatou um problema@SamPancher @andreshalders Se apertar ele vai dizer que foi erro do Waze. Que ele não sabia..
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Better Call Henrique (@henriq_omonstro) relatou um problemawaze é o menor dos problemas, sem GPS o país acaba em menos de uma semana
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doomed da silva (@rataborralheira) relatou um problema@liviarus minha querida o problema n é esse ! o waze inventou um acidente pq os motoristas notificaram e ai deu um caminho de 40 min e ignorou a rua que q gente deveria entrar, me colocou pra dar um retorno gigantesco, no mapas ajustou o caminho correto e ficou 15 min, aceitaaaa
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Gui Melo (@Guiilhermemmelo) relatou um problemaA estratégia híbrida (dica de ouro): tática avançada pra quem quer economizar até nos créditos: usa o GLM-4.7-Flash (grátis) pra tarefas simples aciona o GLM 5.1 só nos problemas complexos é tipo usar o Waze no dia a dia e chamar o mecânico só quando o carro quebra de verdade 🚗
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psikers 🦌 (@vanderlind_o) relatou um problemaando preferindo caminhos pela cidade tb mo gostoso ir curtindo a vibe de boas sabendo q um erro bobo n vai te matar em questao de segundos... dirigir c 1 mao so bebendo um energetico conhecendo a cidade pelo caminho maluco do waze... ISSO sim eh legal
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louth (@louthcoc) relatou um problemaeu qnd pego ônibus pra bh as 4h da manhã com o motorista mais lento de tds os tempos e automaticamente abro o waze pra saber a velocidade q ele ta pq pqp, ja sao 5:10 e nn chegamos nem no carrefour (qnd pego onibus essa hr chego em bh 5:20 🤡)
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Victor D'Ottaviano (@vdottaviano__) relatou um problema@reiniciadah Imagina eles acharem que o Rio de Janeiro é top. Passou da zona sul e Barra é literalmente a faixa de gaza que se você erra o Waze, seu carro é metralhado. Interior de SP tem seus problemas, mas o nível de vida aqui é MUITO ACIMA.
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𝔣𝔢𝔯 ☆ (@felixintime) relatou um problematem dias que to com problema com o waze no carplay, a tela simplesmente fica sem mostrar o mapa, apenas mostra as setas
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Rafael Zattar (@ZattarRafael) relatou um problemaTem gente que pensa que basta uma pessoa reportar algo no Waze para o alerta aparecer para todo mundo. Mas não é tão simples. Uma única denúncia pode gerar o alerta inicial, mas o Waze continua validando a informação com outros usuários que passam pelo local. Se mais pessoas confirmam, o aviso ganha força. Se ninguém confirma ou informam que o problema acabou, ele é removido. É por isso que o Waze costuma ser tão eficiente: ele combina colaboração dos usuários com validação automática.
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farialuler 🛴🛴🛴 (@faria_luler) relatou um problema@Rodrigoamil72 @blitzRJoficial O cara falando do x, usa Instagram, wpp e Waze MAs o problema eh esse msm kkk
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Life is a beach (@calfatmauro) relatou um problema@germanoaraujor @hoje_no O problema é que Israel inventou o Waze e fez os drones voltarem pro Irã.