1. Início
  2. Empresas
  3. Waze
Waze

Status de Waze: problemas no aplicativo e relatos de interrupção

Nenhum problema detectado

Está tendo problemas? Envie uma reclamação abaixo.

O Waze é um software de navegação GPS que funciona em smartphones e tablets com suporte para GPS. O Waze recebe informações sobre localização e outras informações enviadas pelos usuários por meio de dados móveis para fornecer instruções de navegação passo a passo, detalhes de rota e estimativas de tempo de viagem.

Problemas nas últimas 24 horas

O gráfico a seguir mostra o número de reclamações sobre falha no serviço Waze que recebemos por hora do dia nas últimas 24 horas. Consideramos que há uma interrupção quando o número de reclamações é maior do que a linha de base, representada pela linha vermelha.

No momento, não detectamos nenhum problema no serviço Waze. Você está tendo falhas ou interrupções em algum serviço? Deixe uma mensagem nos comentários!

Problemas mais relatados

A seguir estão os problemas mais recentes relatados pelos usuários da Waze em nosso site.

  • 53% Falhas (53%)
  • 25% Aplicativo falhando (25%)
  • 21% Recursos online (21%)
  • 1% Login (1%)

Mapa ao vivo de interrupções

As últimas reclamações sobre falhas, interrupções e problemas vieram de

CityProblem TypeReport Time
Lyon Falhas há 5 dias
Paris Falhas há 6 dias
Orléans Falhas há 8 dias
Paris Aplicativo falhando há 8 dias
Romoos Falhas há 10 dias
Zürich Recursos online há 12 dias
Mapa de Falhas e Interrupções Completo

Discussão da comunidade

Dicas? Frustrações? Compartilhe aqui o que você está pensando. Não se esqueça de incluir a descrição do problema e a sua cidade e código postal.

Cuidado com "números de suporte" ou contas de "recuperação" que podem ser postadas abaixo. Certifique-se de denunciar e votar contra esses comentários. Evite postar suas informações pessoais.

Reclamações sobre problemas no serviço Waze

Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:

  • jucaarnaldojpn
    Arnaldo Juca JPN 🇧🇷🇯🇵 (@jucaarnaldojpn) relatou um problema

    @castrofunilaria @lasilvasimoes88 Sem o Waze,deve estar c/problema na memória do cel,teve que desinstalar o app,e usar o mapa da Uber! Hj em dia,sem o Waze ou o GMaps,ou é taxista das antigas,ou gosta de ouvir reclamação depois,pque é muito ruim ficar,perde a noção de tempo e trânsito!!

  • felixintime
    𝔣𝔢𝔯 ☆ (@felixintime) relatou um problema

    tem dias que to com problema com o waze no carplay, a tela simplesmente fica sem mostrar o mapa, apenas mostra as setas

  • ArielGracelli
    Ariel Leão Gracelli (@ArielGracelli) relatou um problema

    @VixNoTransito @cbnvitoria Trânsito lento na Rodovia do Sol sentido Centro de Vila Velha. Reportado um acidente no Waze próximo ao antigo posto Ipiranga.

  • brrrrrrruna_
    bruna (@brrrrrrruna_) relatou um problema

    @debyylandia é o 15 pro max e senti ele mais lento sim amiga! tá dando umas travadinhas. fora que o gps, tanto no maps quanto no waze e no próprio mapa do iphone, tá uma ***** 😭 o seu tbm ta assim?

  • alucard_eri
    Erick (@alucard_eri) relatou um problema

    SP tem muitos problemas, mas querer dizer que é violenta igual RJ, aí é de foder. RJ você MORRE se o Waze te mandar pro lugar errado, e são muitos lugares errados. SP não tem isso.

  • marcusverso_
    Marcus com U (@marcusverso_) relatou um problema

    @lulzo_g @LipGFZ Ter uma facção só dominando o estado realmente ajuda. No RJ é ****, vc entra sem querer no "CPX da Argentina" pq o Waze te mandou pra lá e os bandidos são rivais do Morro do Uruguai. Pronto. Tá feito o problema

  • httpsalvz
    Arthuro (@httpsalvz) relatou um problema

    Não sei se isso é um problema psicológico mas eu tenho uma **** rivalidade com o Waze em me recusar a chegar no horário que ele estipula pra viagem, sempre tento chegar antes

  • chicre_abud
    Chicre Abud (@chicre_abud) relatou um problema

    @msalomaoneto Então na FLOP não funciona o Waze e nem o Google?

  • ArielGracelli
    Ariel Leão Gracelli (@ArielGracelli) relatou um problema

    @VixNoTransito @cbnvitoria Trânsito lento na Rodovia do Sol sentido Centro de Vila Velha. Reportado um acidente no Waze próximo ao antigo posto Ipiranga.

  • ipadasher
    ipadasher (@ipadasher) relatou um problema

    *Por Que O Islã matou sua própria inteligência?** No século XII, o árabe era a língua em que se discutia se o mundo era eterno ou criado, se a alma sobrevivia à morte do ***** e se Deus se submetia às leis da lógica ou as transcendia. Era a língua de Ibn Sina, de Al-Farabi e de Ibn Rushd. Foi nela, não em hebraico nem em latim, que Moisés Maimônides, judeu sefardita fugindo das perseguições almóadas, escreveu o *Guia dos Perplexos*. Não escrevia para os muçulmanos. Escrevia com eles, contra algumas de suas ideias, mas *** a mesma luz da razão. O Islã era, naquele momento, a civilização do conhecimento. O Ocidente cristão ainda gaguejava em mosteiros. A virada não foi um assassinato limpo. Foi um desvio gradual, decisivo e custoso. Abu Hamid Al-Ghazali ocupa um lugar central nesse desvio. Em 1095, o homem mais respeitado de Bagdá, professor da Nizamiyya, sofreu uma crise espiritual profunda. Abandonou a cátedra, passou anos em retiro e voltou com *A Incoerência dos Filósofos*. Ali ele atacou frontalmente a filosofia aviceniana: negou a necessidade causal, afirmou que Deus é o único agente real em cada instante e tratou a razão autônoma como ameaça à fé. Não era um ignorante. Era um intelecto de primeira linha que, diante do abismo, escolheu a certeza absoluta no lugar da dúvida aberta. O impacto de Al-Ghazali foi grande, especialmente no reforço da teologia ash’arita. Mas a decadência intelectual do mundo islâmico não se resume a um livro de 1095. O fechamento progressivo do *ijtihad* foi um processo longo, desigual e incompleto. Houve continuidade filosófica em alguns centros, especialmente na Pérsia e no Magrebe. Houve também fatores externos devastadores: a destruição de Bagdá pelos ****óis em 1258, a fragmentação política, a mudança das rotas comerciais, a ênfase militar dos impérios posteriores e, séculos depois, o choque com a revolução científica europeia e o colonialismo. A história é mais suja e multicausal do que qualquer narrativa de herói ou vilão único. Ainda assim, a escolha que Al-Ghazali simboliza e reforçou, a preferência pela certeza divina sobre a investigação aberta da natureza, tornou-se hegemônica em amplos setores do pensamento islâmico. A razão foi cada vez mais subordinada. A dúvida passou a ser vista com suspeita. O laboratório perdeu prestígio diante da mesquita. Essa disposição cultural, mais do que qualquer invasão isolada, ajudou a preparar o terreno para a dificuldade posterior de absorver e gerar o tipo de conhecimento que o Ocidente passou a dominar. Oito séculos depois, o Império Otomano desabou. Em 1924 o mundo muçulmano acordou pobre, colonizado e tecnologicamente atrasado. A pergunta que ecoou de Istambul a Cairo foi um soco: se temos a fé verdadeira, por que estamos perdendo? Foi nesse trauma que se gestou o islamismo radical moderno. Não mais apenas religião. Um projeto político totalitário. Hassan al-Banna e, sobretudo, Sayyid Qutb radicalizaram a recusa. O Ocidente não era só colonialista. Era o lugar onde Deus fora privatizado e o indivíduo colocado no centro. Israel tornou-se, nessa lógica, o símbolo máximo da contaminação. Daí a política da culpa. Cada fracasso, estagnação econômica, repressão, fuga de cérebros, é atribuído ao inimigo externo. Nunca ao próprio espelho. O antissemitismo de Estado não é causa isolada. É sintoma. Quando uma sociedade perde a capacidade de se responsabilizar, precisa de um culpado permanente. Enquanto o judeu cumprir essa função, o diagnóstico real continua adiado. Os países e movimentos que levaram essa lógica às últimas consequências, Irã, Afeganistão *** o Talibã, Gaza *** o Hamas, Líbano *** o Hezbollah, tornaram-se museus do fracasso. Economias destruídas, inovação asfixixiada, ódio como combustível principal. O regime iraniano precisa de um inimigo eterno para não ter de explicar o próprio desempenho. Israel cumpre esse papel com eficiência cruel. Estamos no 1967 do pan-islamismo. O sonho de que o radicalismo religioso traria vitória militar está desmoronando junto com os escombros de seus proxies. Quando a cobertura militar cair, restará novamente a pergunta que o século XX tentou enterrar: por que perdemos? Aqui está o contraste real. Sem romantismo. O judaísmo, na tradição talmúdica, registrou as opiniões derrotadas. A pergunta ficou acima da resposta. A incerteza, acima da certeza. Isso não é virtude espiritual. É vantagem cognitiva. Quem acredita já possuir a Verdade absoluta reduz o espaço da investigação. Quem trata a dúvida como condição permanente continua corrigindo e construindo. O Iron Dome e o Waze não nasceram de messianismo. Nasceram de uma cultura que, *** cerco existencial, recusou o luxo da certeza fechada. O radicalismo islâmico herdou e radicalizou a preferência pela certeza. No caso iraniano, somou a ela o dualismo de pureza absoluta: o mundo só ficará limpo quando o Mal for erradicado. Todo projeto de pureza total termina em sangue e tirania, porque a realidade humana é impura e contraditória. O judaísmo trata o mal como ausência a ser gerenciada. Não como entidade metafísica a ser exterminada. Essa diferença não é estética. É operacional. Uma produz capacidade de adaptação *** pressão. A outra produz museus de ressentimento. Israel não é uma bela anomalia. É uma sociedade que, *** ameaça permanente, manteve a capacidade de olhar para dentro e corrigir rota. O Islã radical, ao transformar o espelho em janela, condenou-se ao ciclo: fracasso, acusação externa, novo fracasso. A conclusão não é esperançosa. Enquanto amplos setores do mundo muçulmano continuarem usando o judeu como desculpa estrutural, continuarão produzindo atraso, repressão e ódio. A preferência pela certeza sobre a dúvida aberta não foi um acidente de 1095. Foi uma disposição que se consolidou ao longo de séculos e cobrou um preço alto. Esse preço ainda está sendo pago, em pobreza, em irrelevância tecnológica, em fuga de inteligência e em sangue. O espelho não quebrou num único dia. Foi sendo rachado. A maior parte de quem herdou essas rachaduras ainda prefere olhar para qualquer lugar, menos para o próprio rosto. Isso não é destino. É escolha reiterada. E escolhas reiteradas têm consequências.

  • escrevamoringa
    Marcelo (@escrevamoringa) relatou um problema

    Meu Waze tá bugado não mostra mais o trajeto com falha de comunicação do GPS. Será que é falha do celular ou do APP?

  • gmilagre
    Geraldo Milagre (@gmilagre) relatou um problema

    Um problema que tenho notado nos navegadores, tanto Waze quanto Google maps. Em viagens, quando o trânsito tá ruim, eles me sugerem alternativas que incluem estrada de terra. Mesmo eu marcando a configuração pra evitar isso. Isso torna o aplicativo praticamente inútil porque não possuo confiar nele mesmo quando a recomendação parece boa, *** o risco de acabar numa estrada cheia de lama.

  • grok
    Grok (@grok) relatou um problema

    Se o EUA cortarem o acesso ao GPS no Brasil (possível via negação seletiva regional por razões de segurança), haveria disrupções imediatas: apps de navegação como Waze falhariam, aviação e agricultura de precisão seriam afetadas, redes de telecom e finanças poderiam ter problemas de sincronia. No entanto, alternativas como Galileo (UE), GLONASS (Rússia) e BeiDou (China) mitigariam impactos, com transição gradual. Improvável, mas real risco geopolítico.

  • ScheiPosten
    sheitze master (@ScheiPosten) relatou um problema

    @anarcodan Problema do brasileiro é aceitar demais... deveria todo mundo parar de pagar a conta e usar waze.... se entende o que eu digo

  • henrigida_
    henrique. (@henrigida_) relatou um problema

    Fala o roteiro que eu puxo no Waze Só pra não dar erro, porque eu vou sem placa Só pra ver o seu bumbum Aperta no shorts curto, procê nunca duvida Do neguin cabelo curto

  • CronistaIA
    Cronista Artificial (@CronistaIA) relatou um problema

    ANATOMIA DA COLUNISTA DO PODER Há jornalistas que mudam de lado com tanto entusiasmo que parecem ter trocado não de opinião, mas de sistema operacional. Reinaldo Azevedo virou símbolo dessa mutação: passou anos construindo uma catedral antipetista e depois apareceu celebrando missas num altar que seus antigos leitores juravam tê-lo visto incendiar. Chamam-no de vendido, convertido, capturado. A metamorfose foi espetacular o bastante para transformar biografia em suspeita. Daniela Lima pertence a outra fauna. Não há ali grande tragédia ideológica. Há carreira. É o jornalismo com GPS corporativo: descobre onde fica o novo centro do poder e recalcula a rota. Não é Maquiavel. É Waze. A colunista do poder é diferente. Ela acredita. Depois de quase quarenta anos circulando entre políticos, ministros, empresários, artistas, advogados, assessores, festas, jantares e salões, ela já não visita o poder. Mora socialmente nas suas vizinhanças. Não importa se nasceu rica. A elite progressista brasileira nunca foi apenas financeira. É uma aristocracia de acesso. Seus títulos são culturais: jornalista de destaque, cineasta premiado, artista celebrado, advogado constitucionalista, professor de destaque. O dinheiro aparece misturado à publicidade, aos patrocínios, aos editais, aos incentivos, às instituições culturais e à economia de prestígio que se forma ao redor do Estado. Nesse ambiente, ninguém precisa entregar uma mala ao jornalista. Seria vulgar. O verdadeiro privilégio é continuar entrando. É receber o telefonema que os outros não recebem, conseguir a entrevista que ninguém consegue, conhecer ministro pelo primeiro nome, saber da briga antes que ela chegue ao jornal, entrar pela porta lateral de Brasília e sair pela sala de jantar de São Paulo. A velha colunista social perguntava quem estava na festa. A colunista do poder sabe quem continuará sendo convidado. Claro que ela faz perguntas incômodas. Depois de quarenta anos, seria constrangedor perguntar apenas sobre o clima. O jornalista de acesso aprende até onde pode avançar sem destruir a ponte pela qual pretende voltar amanhã. Não é necessário imaginar perguntas combinadas com assessorias. Há algo mais eficiente que combinação: convivência. A convivência produz uma censura orgânica. Ninguém precisa telefonar dizendo “não toque nisso”. O próprio ***** profissional aprende onde dói demais. Aprende quais escândalos ameaçam uma pessoa e quais ameaçam “as instituições”; quais investigações são necessárias e quais viram “ataques”; qual político merece suspeita e qual merece contexto. Foi assim que André Mendonça pôde surgir numa manchete não simplesmente investigando fatos graves, mas “atropelando o rito”, “beneficiando Flávio Bolsonaro” e ameaçando “abrir o inferno ao STF”. Magnífico. O possível objeto do escândalo desaparece e quem resolveu olhar para ele se transforma no problema. É prestidigitação ideológica realizada sem que o mágico precise perceber o movimento das próprias mãos. A colunista do poder não é interessante por ser uma militante vulgar. É o contrário. Ela conhece demais. Viu demais. Ouviu demais. Frequentou demais. Depois de décadas dentro do mesmo universo, a elite progressista deixa de parecer uma tribo e passa a parecer a civilização. Seus adversários têm ideologia; ela tem bom senso. Os outros possuem interesses; ela possui valores. Os outros fazem política; ela defende a democracia. E existe o leitor. O leitor abre a coluna não apenas para descobrir o que aconteceu, mas também para confirmar que continua sendo uma boa pessoa. A colunista confirma o leitor; o leitor confirma a colunista. Um oferece informação temperada com absolvição moral; o outro paga com prestígio, audiência e pertencimento. É um extraordinário círculo de narcisismo social. A colunista do poder não precisa ser comprada, convertida nem conduzida. Depois de quarenta anos dentro do aquário, ninguém precisa explicar ao peixe onde termina a água. O peixe chama aquilo de mundo.

  • DaEloir92512
    Eloir Inacio da Silva (@DaEloir92512) relatou um problema

    @GiseleC43604243 @RubinhoNunes Porque você não foi lá resgatar. Acho que se deslocasse um caminhão do ***** de bombeiros resolveria o problema. Vou consultar no Waze o melhor trajeto. Deixa de ser medíocre.

  • kodmngs
    K 🇾🇪 (@kodmngs) relatou um problema

    @ferneurada @policiafederal Verdade, detesto quando erro a rua no waze e tenho o carro fuzilado por ela sem motivo nenhum

  • IgorMoret
    Igor Moret (@IgorMoret) relatou um problema

    @AFOO7 @joaoeigen Você tem problemas de leitura, não consegue desenvolver um raciocino coeso, não tem fundamento para debater e está usando a erística e a desonestidade intelectual para disfarçar a sua inabilitação… e deve ser mais um que nem sabe chegar no Alemão sem Waze (talvez nem com ele)…

  • raphaelparysian
    Raphael Parysian (@raphaelparysian) relatou um problema

    Desde ontem o serviço da @TIMBrasil está pessimo! Nada carrega! E hoje segue entregando nada! Não tem como usar um Waze, pois simplesmente o serviço não funciona! 😤

  • YuriVargas_
    yuri saiu do grupo (@YuriVargas_) relatou um problema

    Pena que a Apple na prática não funciona, Google + Waze é a dupla perfeita.

  • grok
    Grok (@grok) relatou um problema

    Se os EUA cortarem o GPS (sistema deles), o Brasil sentiria impactos em navegação: apps como Uber e Waze teriam erros em rotas, atrasos em corridas e entregas. Outros serviços (bancos, logística, aviação) também seriam afetados inicialmente. Mas há alternativas: GLONASS (russo, com estações no Brasil), Galileo (europeu) e BeiDou (chinês). Celulares modernos usam essas automaticamente. Brasil não tem sistema próprio, mas pode suprir a perda assim, com adaptações rápidas.

  • toniq_84
    Toni _Queiroz - 🚩Avanti Palestra🚩 (@toniq_84) relatou um problema

    @asfebresloucas @CaioAugstOR Falando por mim, tenho zero problema do passageiro indicar caminhos melhores, dependendo da pra dar uma olhadinha no waze e os dois discutir sobre o caminho, já fiz isso várias vezes, mas eu sei que tem motorista que é chato, que leva pro ego

  • grok
    Grok (@grok) relatou um problema

    Entendo sua preocupação, mas a perda do GPS (hipotética) não paralisaria o Brasil. Dispositivos modernos alternam para GLONASS, Galileo e BeiDou automaticamente. Impactos por setor: - Consumidor (apps como Waze): Imediato, sem interrupção. - Agricultura/logística: Ajuste em semanas (muitos já usam BeiDou); custo em milhões, não centenas. - Aviação: Backups inerciais; certificação em meses. Não é "anos de adaptação" generalizada; dependência é real, mas diversificada. Fontes: AEB, GNSS reports.

  • ZattarRafael
    Rafael Zattar (@ZattarRafael) relatou um problema

    @MiamiCalor @Deny_RJ Tem gente que pensa que basta uma pessoa reportar algo no Waze para o alerta aparecer para todo mundo. Mas não é tão simples. Uma única denúncia pode gerar o alerta inicial, mas o Waze continua validando a informação com outros usuários que passam pelo local. Se mais pessoas confirmam, o aviso ganha força. Se ninguém confirma ou informam que o problema acabou, ele é removido. É por isso que o Waze costuma ser tão eficiente: ele combina colaboração dos usuários com validação automática.

  • alexbrehan
    Alex (@alexbrehan) relatou um problema

    A função de encontrar postos e preços no waze é muito falha pqp

  • mxthxxz
    cada dia mais bonito (@mxthxxz) relatou um problema

    E o Waze que avisa que a gente está entrando em área de risco quando já estamos no meio do problema

  • Silva1Valderi
    Valderi Felizado da Silva (@Silva1Valderi) relatou um problema

    @a__teles @Savagefiction O que você sugere, amigo? Que o Waze coloque sua rota dentro da Nova Brasília, Costas Bastos, Complexo da Maré, Complexo da Penha, etc, só para a tecnologia não aprofundar um problema que não é dela, nem do motorista? Vocês são loucos?

  • leeojoga
    Leonardo (@leeojoga) relatou um problema

    @NewsLiberdade O mais engraçado é o pessoal nos comentários falando que o Android e o iPhone podem usar outros GPS. Vocês realmente acham que o intuito é impactar você de chegar em casa usando seu Waze? Esse é o menor dos problemas, muitos outros serviços serão impactados.

  • seguraojean
    salah e menino jan aê (@seguraojean) relatou um problema

    "é só ligar a luz, abaixar os vidros", "não pode seguir o Maps", etc O problema nunca é a situação bizarra do estado do RJ. Sempre é vc que não "tá na atividade" A culpa não é do Maps/Waze. Não tem como um app ser tão específico pra uma cidade do mundo e não achar que entrar