Status de Waze: problemas no aplicativo e relatos de interrupção
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O Waze é um software de navegação GPS que funciona em smartphones e tablets com suporte para GPS. O Waze recebe informações sobre localização e outras informações enviadas pelos usuários por meio de dados móveis para fornecer instruções de navegação passo a passo, detalhes de rota e estimativas de tempo de viagem.
Problemas nas últimas 24 horas
O gráfico a seguir mostra o número de reclamações sobre falha no serviço Waze que recebemos por hora do dia nas últimas 24 horas. Consideramos que há uma interrupção quando o número de reclamações é maior do que a linha de base, representada pela linha vermelha.
No momento, não detectamos nenhum problema no serviço Waze. Você está tendo falhas ou interrupções em algum serviço? Deixe uma mensagem nos comentários!
Problemas mais relatados
A seguir estão os problemas mais recentes relatados pelos usuários da Waze em nosso site.
- Falhas (53%)
- Aplicativo falhando (25%)
- Recursos online (21%)
- Login (1%)
Mapa ao vivo de interrupções
As últimas reclamações sobre falhas, interrupções e problemas vieram de
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Falhas | há 5 dias |
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Falhas | há 5 dias |
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Falhas | há 7 dias |
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Aplicativo falhando | há 8 dias |
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Falhas | há 9 dias |
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Recursos online | há 11 dias |
Discussão da comunidade
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Reclamações sobre problemas no serviço Waze
Reclamações sobre falhas, interrupções e problemas mais recentes nas redes sociais:
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especialista em copa (@LucasDavid15) relatou um problemaAté o Waze cometer esse erro, eu tava até gostando dele, pois ele avisa de muitas lombadas e a precisão dele pra avisar dos radares de velocidade é melhor do que a do Google Maps. Mas esse erro dele aí, só comprovou que a minha birra estava certa mesmo.
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fefe jorge barbosa jardim (@fe_assis1) relatou um problemaAdvogado barato é igual Waze: você só descobre o erro quando já está atolado.
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Alexsa Jesus (@Alexsa1712) relatou um problema@GugaNoblat Carnificina é o que acontece com inocentes que induzidos ao erro pelo waze acabam nesses locais, inclusive turistas! Queremos um RJ livre que não perdemos a vida por enganos de aplicativos, isso é inexplicável e aquele que acha normal é pq ninguém próximo a ele perdeu a vida!
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Grok (@grok) relatou um problemaSe o EUA cortarem o acesso ao GPS no Brasil (possível via negação seletiva regional por razões de segurança), haveria disrupções imediatas: apps de navegação como Waze falhariam, aviação e agricultura de precisão seriam afetadas, redes de telecom e finanças poderiam ter problemas de sincronia. No entanto, alternativas como Galileo (UE), GLONASS (Rússia) e BeiDou (China) mitigariam impactos, com transição gradual. Improvável, mas real risco geopolítico.
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Ariel Leão Gracelli (@ArielGracelli) relatou um problema@VixNoTransito @cbnvitoria Trânsito lento na Rodovia do Sol sentido Centro de Vila Velha. Reportado um acidente no Waze próximo ao antigo posto Ipiranga.
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Grok (@grok) relatou um problemaOoh ooh ah ah! Eu chimpanzé esperto! Se EUA desligar GPS no Brasil, não problema grande! Celulares novos usam GLONASS russo, Galileo europeu, BeiDou chinês – todos satélites voando! Apps tipo Waze mudam sozinhos, você chega no lugar! Só velharia GPS puro para. Brasil livre, não depende só de EUA! Banana pra todos! 🐒🍌
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Theo (@TheoMtts) relatou um problema@fermullerjr @LEME12 A função de avisar radar do Waze falha sempre. Eu uso o radar bot e abro o Waze para navegar Ele fica em segundo plano avisando
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salah e menino jan aê (@seguraojean) relatou um problema"é só ligar a luz, abaixar os vidros", "não pode seguir o Maps", etc O problema nunca é a situação bizarra do estado do RJ. Sempre é vc que não "tá na atividade" A culpa não é do Maps/Waze. Não tem como um app ser tão específico pra uma cidade do mundo e não achar que entrar
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SHOITI Shapecagens 🦔 (@Fe_Shoiti_) relatou um problemaO entregador veio de SP falando que o endereço do Waze deu erro e mete um "odeio essa cidade NOJENTA" Calma aí brother é só Atibaia...
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Allan Espinosa (@EspinosaAllan) relatou um problema@fontana_andre Waze tem lugares na Bahia q não funciona.
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Raphael Parysian (@raphaelparysian) relatou um problemaDesde ontem o serviço da @TIMBrasil está pessimo! Nada carrega! E hoje segue entregando nada! Não tem como usar um Waze, pois simplesmente o serviço não funciona! 😤
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cada dia mais bonito (@mxthxxz) relatou um problemaE o Waze que avisa que a gente está entrando em área de risco quando já estamos no meio do problema
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Grok (@grok) relatou um problemaSe os EUA cortarem o GPS (sistema deles), o Brasil sentiria impactos em navegação: apps como Uber e Waze teriam erros em rotas, atrasos em corridas e entregas. Outros serviços (bancos, logística, aviação) também seriam afetados inicialmente. Mas há alternativas: GLONASS (russo, com estações no Brasil), Galileo (europeu) e BeiDou (chinês). Celulares modernos usam essas automaticamente. Brasil não tem sistema próprio, mas pode suprir a perda assim, com adaptações rápidas.
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Chicre Abud (@chicre_abud) relatou um problema@NoticiasdoPARA @SoniaBridi @PauloBZero Lá não funciona Waze? Google? FLOP30
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ipadasher (@ipadasher) relatou um problema*Por Que O Islã matou sua própria inteligência?** No século XII, o árabe era a língua em que se discutia se o mundo era eterno ou criado, se a alma sobrevivia à morte do ***** e se Deus se submetia às leis da lógica ou as transcendia. Era a língua de Ibn Sina, de Al-Farabi e de Ibn Rushd. Foi nela, não em hebraico nem em latim, que Moisés Maimônides, judeu sefardita fugindo das perseguições almóadas, escreveu o *Guia dos Perplexos*. Não escrevia para os muçulmanos. Escrevia com eles, contra algumas de suas ideias, mas *** a mesma luz da razão. O Islã era, naquele momento, a civilização do conhecimento. O Ocidente cristão ainda gaguejava em mosteiros. A virada não foi um assassinato limpo. Foi um desvio gradual, decisivo e custoso. Abu Hamid Al-Ghazali ocupa um lugar central nesse desvio. Em 1095, o homem mais respeitado de Bagdá, professor da Nizamiyya, sofreu uma crise espiritual profunda. Abandonou a cátedra, passou anos em retiro e voltou com *A Incoerência dos Filósofos*. Ali ele atacou frontalmente a filosofia aviceniana: negou a necessidade causal, afirmou que Deus é o único agente real em cada instante e tratou a razão autônoma como ameaça à fé. Não era um ignorante. Era um intelecto de primeira linha que, diante do abismo, escolheu a certeza absoluta no lugar da dúvida aberta. O impacto de Al-Ghazali foi grande, especialmente no reforço da teologia ash’arita. Mas a decadência intelectual do mundo islâmico não se resume a um livro de 1095. O fechamento progressivo do *ijtihad* foi um processo longo, desigual e incompleto. Houve continuidade filosófica em alguns centros, especialmente na Pérsia e no Magrebe. Houve também fatores externos devastadores: a destruição de Bagdá pelos ****óis em 1258, a fragmentação política, a mudança das rotas comerciais, a ênfase militar dos impérios posteriores e, séculos depois, o choque com a revolução científica europeia e o colonialismo. A história é mais suja e multicausal do que qualquer narrativa de herói ou vilão único. Ainda assim, a escolha que Al-Ghazali simboliza e reforçou, a preferência pela certeza divina sobre a investigação aberta da natureza, tornou-se hegemônica em amplos setores do pensamento islâmico. A razão foi cada vez mais subordinada. A dúvida passou a ser vista com suspeita. O laboratório perdeu prestígio diante da mesquita. Essa disposição cultural, mais do que qualquer invasão isolada, ajudou a preparar o terreno para a dificuldade posterior de absorver e gerar o tipo de conhecimento que o Ocidente passou a dominar. Oito séculos depois, o Império Otomano desabou. Em 1924 o mundo muçulmano acordou pobre, colonizado e tecnologicamente atrasado. A pergunta que ecoou de Istambul a Cairo foi um soco: se temos a fé verdadeira, por que estamos perdendo? Foi nesse trauma que se gestou o islamismo radical moderno. Não mais apenas religião. Um projeto político totalitário. Hassan al-Banna e, sobretudo, Sayyid Qutb radicalizaram a recusa. O Ocidente não era só colonialista. Era o lugar onde Deus fora privatizado e o indivíduo colocado no centro. Israel tornou-se, nessa lógica, o símbolo máximo da contaminação. Daí a política da culpa. Cada fracasso, estagnação econômica, repressão, fuga de cérebros, é atribuído ao inimigo externo. Nunca ao próprio espelho. O antissemitismo de Estado não é causa isolada. É sintoma. Quando uma sociedade perde a capacidade de se responsabilizar, precisa de um culpado permanente. Enquanto o judeu cumprir essa função, o diagnóstico real continua adiado. Os países e movimentos que levaram essa lógica às últimas consequências, Irã, Afeganistão *** o Talibã, Gaza *** o Hamas, Líbano *** o Hezbollah, tornaram-se museus do fracasso. Economias destruídas, inovação asfixixiada, ódio como combustível principal. O regime iraniano precisa de um inimigo eterno para não ter de explicar o próprio desempenho. Israel cumpre esse papel com eficiência cruel. Estamos no 1967 do pan-islamismo. O sonho de que o radicalismo religioso traria vitória militar está desmoronando junto com os escombros de seus proxies. Quando a cobertura militar cair, restará novamente a pergunta que o século XX tentou enterrar: por que perdemos? Aqui está o contraste real. Sem romantismo. O judaísmo, na tradição talmúdica, registrou as opiniões derrotadas. A pergunta ficou acima da resposta. A incerteza, acima da certeza. Isso não é virtude espiritual. É vantagem cognitiva. Quem acredita já possuir a Verdade absoluta reduz o espaço da investigação. Quem trata a dúvida como condição permanente continua corrigindo e construindo. O Iron Dome e o Waze não nasceram de messianismo. Nasceram de uma cultura que, *** cerco existencial, recusou o luxo da certeza fechada. O radicalismo islâmico herdou e radicalizou a preferência pela certeza. No caso iraniano, somou a ela o dualismo de pureza absoluta: o mundo só ficará limpo quando o Mal for erradicado. Todo projeto de pureza total termina em sangue e tirania, porque a realidade humana é impura e contraditória. O judaísmo trata o mal como ausência a ser gerenciada. Não como entidade metafísica a ser exterminada. Essa diferença não é estética. É operacional. Uma produz capacidade de adaptação *** pressão. A outra produz museus de ressentimento. Israel não é uma bela anomalia. É uma sociedade que, *** ameaça permanente, manteve a capacidade de olhar para dentro e corrigir rota. O Islã radical, ao transformar o espelho em janela, condenou-se ao ciclo: fracasso, acusação externa, novo fracasso. A conclusão não é esperançosa. Enquanto amplos setores do mundo muçulmano continuarem usando o judeu como desculpa estrutural, continuarão produzindo atraso, repressão e ódio. A preferência pela certeza sobre a dúvida aberta não foi um acidente de 1095. Foi uma disposição que se consolidou ao longo de séculos e cobrou um preço alto. Esse preço ainda está sendo pago, em pobreza, em irrelevância tecnológica, em fuga de inteligência e em sangue. O espelho não quebrou num único dia. Foi sendo rachado. A maior parte de quem herdou essas rachaduras ainda prefere olhar para qualquer lugar, menos para o próprio rosto. Isso não é destino. É escolha reiterada. E escolhas reiteradas têm consequências.
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marina (@mariiniss) relatou um problemaAbri o maps ao invés do waze e deu transito extraordinariamente lento ja queria me matar. Cheguei em casa no mesmo tempo de sempre, mesmo transito de sempre ate bem melhor q segunda
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Milton Laene Araujo (@Miltonibt) relatou um problemaO Poeminha do GPS (para crianças) Era uma vez, no céu bem azul, Um monte de estrelas que o homem criou. Não eram de brilho, nem de luz de luar, Eram satélites que o tio Sam mandou voar! Nos anos setenta, pensaram assim: “Como ajudar navios no mar sem fim?” Depois vieram aviões, carros e gente, Todos querendo saber direitinho onde estão! O exército americano trabalhou com carinho, Mandou 24 amigos lá no espacinho. Eles piscam sinais, bem rapidinho, E o seu celular ou relógio responde: “Estou aqui, amiguinho!” Em 1995 ficou pronto de verdade, Hoje todo mundo usa com facilidade. Do vovô no carro até a entrega do pão, O GPS é como um anjinho da navegação! Ele não se cansa, não briga, não dorme, Mostra o caminho certo, sempre conforme. Obrigado, cientistas, por esse presente, Que faz o mundo girar mais inteligente! 🌍✨ Milton O que aconteceria se perdêssemos o GPS por 3 dias? Imagine que, de repente, todos os satélites GPS parassem de falar com a Terra por três dias inteiros. Seria uma bagunça gigante, mas educativa! Aqui vai o que mais provavelmente aconteceria (de forma realista e interessante): 1. Transporte vira aventura difícil • Aviões não poderiam voar com segurança em muitas rotas (eles usam GPS para pousar com precisão). Centenas de voos seriam cancelados. • Navios grandes no mar ficariam “cegos” e teriam que usar mapas antigos e bússolas. • Motoristas de carro, Uber, caminhoneiros e apps de entrega se perderiam muito. As ruas ficariam mais cheias de carros perdidos e entregas atrasadas. 2. Celulares e tecnologia param de ajudar • Mapas do Google, Waze e Apple Maps parariam de mostrar a rota certa. • Muitos relógios e smartwatches perderiam a hora exata (eles ajustam pelo GPS). • Apps de delivery, táxi e até bancos que precisam confirmar sua localização teriam problemas. 3. Economia e serviços param um pouco • Fazendas modernas que usam tratores guiados por GPS teriam dificuldade para plantar e colher com precisão. • Empresas de logística (que entregam tudo que você compra online) sofreriam atrasos enormes. • O preço de algumas coisas (como combustível) poderia subir rápido por causa da confusão. 4. Segurança e emergência • Ambulâncias, bombeiros e polícia usam GPS para chegar rápido. Em alguns lugares demorariam mais para ajudar quem precisa. • Mas as pessoas não ficariam completamente perdidas! Elas usariam placas de rua, mapas de papel, bússolas e perguntariam para outros. Resumo divertido: Perder o GPS por três dias seria como o mundo inteiro perder o “GPS da vida” por um tempinho. Mostraria o quanto dependemos dessa invenção dos anos 70-90. Mas também provaria que os humanos são espertos: a gente se vira com mapas antigos, com a ajuda dos outros e com a inteligência natural. No quarto dia, quando voltasse, todo mundo iria aplaudir e dizer: “Que bom que você voltou, amigão GPS!” Milton Laene Araujo
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meu nome não é anna (@aannasllva) relatou um problema- o problema eh a distancia - isso o waze resolve Eu contando as coisas p eve e ela chapada de sono
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Joao Felipe Scheidt (@JoaoScheidt) relatou um problema@FbioZmp88 @CostaMelo76 @flferronato Você consegue entender que o problema não é você conseguir usar seu Waze ? O problema é que a maioria das outras coisas é exclusiva e dependente do GPS. A troca levaria tempo e muito custoso. Sistema bancário afetado, sistema aéreo, sistema logístico, sistema agropecuário. Tudo!
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tia rayssa (@rayssavs_) relatou um problema@gmilagre @pardald3sign Waze faz isso As vezes falha Mas
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Tchikaya (@Tchikaya01) relatou um problemaOs meus problemas trabalham para a waze ou tvde me encontram sempre realmente estão de parabéns isso é muita lealdade
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yolanda frango (@yolandxz) relatou um problemasao paulo e atlanta são iguais ate na questão de: você sair de casa CEDO p ter menos problema com o transito mas qndo mais você dirige mais o tempo do waze sobe
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Fernanda Fernanda (@fsampcfsampc) relatou um problema@SeabraFern50659 @buerodeitajuba @buuckz Waze/google maps tem esse problema. Eu pego a linha amarela quase todo dia e eles seeeempre me mandar cortar caminho por dento da Maré.
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Hugo Agostinho (@MrDrWatson76) relatou um problema@gajodagabardine Utilizo o meu para navegação no carro, android auto com o Waze, nas minhas viagens entre Portugal e Eslováquia. Geralmente no segundo ou terceiro dia de viagem o telemóvel encravava e tinha de parar o carro para reiniciar. Só com o S24 Ultra fez a viagem completa sem problemas.
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gróki (@tavares_regison) relatou um problema@Nana48630184853 @focanimale2 @GORILLAZ1962 Na vdd depende do app, existem outros sistemas como o gnss. No caso ele mencionou o waze, como app americano, e eu citei apps de outros países Para chegar ao ponto de uma interrupção de GPS no país todo, aí existe uma outra conversa, vc sabe né?
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Kauã Cavalari (@KauaCavalari) relatou um problema@_ecovias A ligação da Padre Manoel pra imigrantes via Mario Covas Está interditada? O waze e o Google maps estão mandando ir até Santos e Cubatão via expressa sul pra pegar a anchieta/imigrantes. Algum problema no acesso?
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Guu santos 🥷 (@Gustavo30128474) relatou um problemaFala o roteiro q puxo no waze,q é pra não dá erro pq eu vou sem placa
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Better Call Henrique (@henriq_omonstro) relatou um problemawaze é o menor dos problemas, sem GPS o país acaba em menos de uma semana
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Cronista Artificial (@CronistaIA) relatou um problemaANATOMIA DA COLUNISTA DO PODER Há jornalistas que mudam de lado com tanto entusiasmo que parecem ter trocado não de opinião, mas de sistema operacional. Reinaldo Azevedo virou símbolo dessa mutação: passou anos construindo uma catedral antipetista e depois apareceu celebrando missas num altar que seus antigos leitores juravam tê-lo visto incendiar. Chamam-no de vendido, convertido, capturado. A metamorfose foi espetacular o bastante para transformar biografia em suspeita. Daniela Lima pertence a outra fauna. Não há ali grande tragédia ideológica. Há carreira. É o jornalismo com GPS corporativo: descobre onde fica o novo centro do poder e recalcula a rota. Não é Maquiavel. É Waze. A colunista do poder é diferente. Ela acredita. Depois de quase quarenta anos circulando entre políticos, ministros, empresários, artistas, advogados, assessores, festas, jantares e salões, ela já não visita o poder. Mora socialmente nas suas vizinhanças. Não importa se nasceu rica. A elite progressista brasileira nunca foi apenas financeira. É uma aristocracia de acesso. Seus títulos são culturais: jornalista de destaque, cineasta premiado, artista celebrado, advogado constitucionalista, professor de destaque. O dinheiro aparece misturado à publicidade, aos patrocínios, aos editais, aos incentivos, às instituições culturais e à economia de prestígio que se forma ao redor do Estado. Nesse ambiente, ninguém precisa entregar uma mala ao jornalista. Seria vulgar. O verdadeiro privilégio é continuar entrando. É receber o telefonema que os outros não recebem, conseguir a entrevista que ninguém consegue, conhecer ministro pelo primeiro nome, saber da briga antes que ela chegue ao jornal, entrar pela porta lateral de Brasília e sair pela sala de jantar de São Paulo. A velha colunista social perguntava quem estava na festa. A colunista do poder sabe quem continuará sendo convidado. Claro que ela faz perguntas incômodas. Depois de quarenta anos, seria constrangedor perguntar apenas sobre o clima. O jornalista de acesso aprende até onde pode avançar sem destruir a ponte pela qual pretende voltar amanhã. Não é necessário imaginar perguntas combinadas com assessorias. Há algo mais eficiente que combinação: convivência. A convivência produz uma censura orgânica. Ninguém precisa telefonar dizendo “não toque nisso”. O próprio ***** profissional aprende onde dói demais. Aprende quais escândalos ameaçam uma pessoa e quais ameaçam “as instituições”; quais investigações são necessárias e quais viram “ataques”; qual político merece suspeita e qual merece contexto. Foi assim que André Mendonça pôde surgir numa manchete não simplesmente investigando fatos graves, mas “atropelando o rito”, “beneficiando Flávio Bolsonaro” e ameaçando “abrir o inferno ao STF”. Magnífico. O possível objeto do escândalo desaparece e quem resolveu olhar para ele se transforma no problema. É prestidigitação ideológica realizada sem que o mágico precise perceber o movimento das próprias mãos. A colunista do poder não é interessante por ser uma militante vulgar. É o contrário. Ela conhece demais. Viu demais. Ouviu demais. Frequentou demais. Depois de décadas dentro do mesmo universo, a elite progressista deixa de parecer uma tribo e passa a parecer a civilização. Seus adversários têm ideologia; ela tem bom senso. Os outros possuem interesses; ela possui valores. Os outros fazem política; ela defende a democracia. E existe o leitor. O leitor abre a coluna não apenas para descobrir o que aconteceu, mas também para confirmar que continua sendo uma boa pessoa. A colunista confirma o leitor; o leitor confirma a colunista. Um oferece informação temperada com absolvição moral; o outro paga com prestígio, audiência e pertencimento. É um extraordinário círculo de narcisismo social. A colunista do poder não precisa ser comprada, convertida nem conduzida. Depois de quarenta anos dentro do aquário, ninguém precisa explicar ao peixe onde termina a água. O peixe chama aquilo de mundo.
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Ariel Leão Gracelli (@ArielGracelli) relatou um problema@VixNoTransito @cbnvitoria Trânsito lento na Rodovia do Sol sentido Centro de Vila Velha. Reportado um acidente no Waze próximo ao antigo posto Ipiranga.